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…a mulher, frágil, mãe, sofredora, também andou na guerra!.

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…a foto, com que o então “Cifra” inicia este texto, veio parar às suas mãos, na região do Oio, na então província da Guiné, nos anos de 1964/6. Não sabe se são mesmo guerrilheiras, ou se é somente uma foto para impressionar, mas ambas mostram uma cara com alguma angústia, também não sabe se foi o “Cifra” que a tirou, nas suas andanças de fim de mês, na entrega de material classificado de cifra, pela região onde estavam as forças militares que pertenciam ao seu agrupamento, que estava estacionado em Mansoa, o “Cifra”, acredita que foi ele que a tirou, mas não sabe em que situação ou em que lugar, ou se estava mais algum militar com ele nesse momento com máquina fotográfica, sabe que foi na região do Oio, talvez em Mansoa, Mansabá, Bissorã, Olossato, Cutia, Nhacra, Encheia, ou qualquer outro lugar, na região do Oio ou próximo, as armas que elas seguram são parecidas com as que as melícias usavam e, que acompanhavam os militares, servindo de guias tradutores, se algum companheiro, antigo combatente, que nessa altura por lá se encontrava e souber a sua proveniência, por favor contem a história, o “Cifra” e os demais agradecem, oxalá que ainda estejam vivas e, esta fotografia, é uma homenagem de respeito e apreciação, pelo seu sofrimento, pela sua coragem, não só delas, como todas as mulheres africanas que de uma maneira ou de outra, estiveram envolvidas no conflito e, é assim que deve ser vista!.

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…o então combatente “Cifra”, entende que nos relatos, em que lembramos as nossas memórias, os homens, antigos combatentes, sempre falam de si, contam isto e aquilo, às vezes até criam um certo protagonismo!.

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…então as mulheres, não estiveram por trás dos homens, não sofreram, não sentiram a ausência, não ficaram viúvas, não ficaram sem noivos, namorados, filhos, irmãos, netos, não choraram a ausência do marido, não ficaram sózinhas, às vezes com filhos bebés e, não foi só as mulheres dos militares europeus, foram também as mulheres africanas, das famílias dos guerrilheiros, isto é uma verdade, que alguns de nós, mas infelizmente poucos, ainda lembramos!.

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…somos sobreviventes de uma guerra horrorosa, que não desejo, em nenhuma circunstância, se volte a repetir, mas vou mencionar algumas passagens de relatos de textos anteriores, onde o então combatente “Cifra”, fala da mulher, portanto cá vai:

    “Na aldeia havia somente uma mulher, magra, já de uma certa idade, nua da cinta para cima, com algumas argolas em volta do pescoço, servindo de enfeite, talvez. Estava sentada, ao lado de um balaio de arroz com casca, com as mãos ao lado da cara, falando aflita, numa linguagem incompreensível, e de vez em quando, tirava as mãos da cara, fazia gestos para a frente, ao mesmo tempo que balançava o corpo para a frente e para trás. Na sua frente, estavam duas crianças, também magras e nuas. Estas três pessoas, eram no momento, os habitantes da aldeia.

    Os soldados africanos, chamados pelo alferes, para traduzirem as palavras da mulher, diziam:

     – Ela se lastima, por os militares lhe terem morto os seus dois filhos, e diz para se irem embora, que aqui não há mais ninguém. Também diz que tem quatro filhas, que desapareceram um certo dia pela madrugada, e que as visitam de vez em quando, pois neste momento eram guerrilheiras, transportadoras de material de guerra”.

E agora, outro relato tirado de outro texto:

       “Em Portugal, o Cifra, visitou a família deste militar, por diversas vezes. Era de uma aldeia da serra da Estrela, tinha uma irmã e um irmão, ambos casados. A mãe andava sempre vestida de preto e dizia:

      – Ainda não fui, mas não tarda muito tempo. Sou viúva duas vezes, do meu Joaquim, que Deus lhe guarde a alma em descanso, e do meu António, que era a cara do pai, quando nasceu, e que foi dar o corpo às balas, e que morreu na guerra, lá na África. E mostrava sempre o farrapo do camuflado ensanguentado, que o Cifra lhe mandou, e a fotografia do António, que beijava e encostava ao coração”.

       Estes relatos exprimem dor, angústia e sofrimento, da mulher, tanto africana com europeia, e o então combatente “Cifra” acredita, que não existe nenhum ser humano, por mais estudos e experiência que tenha, que esteja qualificado para analizar o que ia na mente destes seres humanos, que perderam os seus entes queridos.

Só para terminar, o agora Tony, fez este arranjo desta foto que é uma simples homenagem À MULHER, que de algum modo, esteve envolvida no conflito, tanto africana como europeia, que colocou frente a frente, os militares de Portugal contra os guerrilheiros, que lutavam pela independência do seu território, a sua cara é jovem, não expressando muita alegria, porque nós também éramos jovens, quando lá nos encontrava-mos e, a nossa família, tanto a que ficou na Europa, como a que vivia em África, sabendo que os seus estavam envolvidos num conflito armado, como era de prever, também não expressavam muita alegria.

Tony Borie, Setembro de 2014.

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (26 e 27)

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (26 e 27)

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…companheiros de viagem, este é o resumo do vigésimo sexto e vigésimo sétimo dias!. (26, 27)

Dia 26.

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…no ano de 1865, o U. S. Army, construiu o Fort Fletcher, um pouco ao sul do que hoje é a cidade de Hays, para proteger as caravanas de imigrantes que viajavam na “Smoky Hill Trail”, que era um trilho, por onde seguiam para oeste, um ano depois, deram-lhe o nome de “Fort Hays”, em honra do General Alexander Hays!.

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…foi nesta cidade que dormimos e, de onde partimos rumo ao Atlântico na estrada rápida número 70!.

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…com um cenário, que já explicámos em textos anteriores, onde se podia ver, algumas quintas com animais, outras abandonadas, transformadas em zona de caça, pastagens com grandes manadas de vacas, poços de petróleo e moinhos energia em funcionamento e, pouco mais, além de áreas desertas!.

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…assim, chegamos à cidade de Kansas City, ainda no estado de Kansas!.

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…passando em seguida para a cidade de Kansas City no estado de Missouri!.

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…tal como já explicámos em textos anteriores, vimos ambas as cidades, tirámos algumas fotos!.

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…sempre na estrada, pois o nosso rumo era o Atlântico!.

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…pouco depois de sair destas cidades, parámos para comprar gasolina, café, pão e alguns vegetais e, ei-nos de novo na estrada, com um cenário com longas zonas desertas, quintas abandonadas, algumas plantações de milho ou trigo, algumas manadas de vacas, áreas transformadas em zonas de caça, poços de petróleo trabalhando e moínhos de energia movidos a vento!.

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…assim chegámos à cidade de St. Louis!.

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…que também já explicamos em textos anteriores, pois a partir de Kansas City, Kansas, por uma razão de economia, estamos a fazer o mesmo trajecto que utilizámos na ida!.

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…depois de atravessar para o estado de Illinois, de novo tomámos a estrada número 64!.

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…seguindo nela até Mt. Vernon, onde dormimos, depois de visitar um restaurante mexicano!.

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Neste dia percorremos 623 milhas, com o preço da gasolina a variar entre $3.42 e $3.55 o galão, que são aproximadamente 4 litros.

Dia 27.

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…neste último dia de viagem, tal como já dissemos, por uma questão de economia, continuámos usando o mesmo trajecto da ida para o Alaska, só que agora era em direcção ao sul e de oeste para leste, portanto já explicámos a história das povoações ou estados por onde passámos, mas é sempre bom lembrar alguns pormenores!.

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…assim, quando fundaram a cidade, no século passado não havia estrada, as pessoas vinham do norte para sul passando por “swamps”, que eram terras alagadiças, mas hoje já tem boas estradas, nós nesta cidade de Mt. Vernon, no estado de Illinois, tomámos a estrada número 57, rumo ao sul, de seguida a estrada número 24, passando pelos estados do Kentucky, e Tennessee, que nos haveria de levar até à cidade de Chattanooga!.

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…que fica quase na fronteira com o estado da Geórgia, e é uma cidade onde em tempos viveram os indios “Cherokee”, um povo muito orgulhoso, que por volta do ano de 1838, o governo dos U.S., forçou este povo a deslocar-se das suas terras para o estado de Oklahoma e, ainda hoje chamam a essa jornada para o exilo, “Trail of Tears”, que quer dizer, “caminho de lágrimas”!.

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…continuando, aqui, já atravessámos a fronteira para o estado da Geórgia, viajando na estrada número 75, onde seguimos rumo ao sul, parando um pouco depois da cidade de Atlanta!.

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…para retemperar forças, depois do tráfico e encruzilhada de estradas assustador e, para comprar gasolina, café e pão, seguindo sempre rumo ao sul!.

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…até ao norte do estado da Florida, ver de novo o oceano Atlântico, onde nos surge a estrada número 10, quando já era noite, mas estávamos no nosso estado, perto de casa, onde pouco tempo depois, seguindo na estrada rápida, número 95, no sentido sul, nos levou à nossa cidade, onde antes de abrir a porta de casa, verificámos que o contador do Jeep, tinha mais 14.626 milhas, do que quando saíu, quase um mês antes!.

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Neste dia, percorremos 937 milhas, com o preço da gasolina a variar entre $3.51 e $3.58, o galão, que são aproximadamente 4 litros.

Tony Borie, Agosto de 2014.

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (25)

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (25)

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…companheiros de viagem, este é o resumo do vigésimo quinto dia!. (25)

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…eles viviam no atual Colorado, viviam do que a natureza lhes dava, eram os “Arapahos”, os “Cheyennes”, os “Kiowas” e os “Pawnees”, na região leste, e os “Utes”, no oeste, além de milhares de nativos, de tribos diferentes do leste norte-americano, que passariam pela região durante o século XIX, quando foram forçados a sair do leste e imigrar em direcção ao oeste.

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…já lá vão alguns anos, ainda éramos jovens, tivemos um companheiro de trabalho, oriundo da Colômbia, mais ou menos da nossa idade, o pai tinha trabalhado na construção do “ferro carril”, como ele dizia, que devia de ser o caminho de ferro, lá na Colômbia e, quando estava de bom humor, dizia-me que foi com os documentos do pai, que era uma pessoa qualificada, que emigrou para os USA, portanto, nos documentos, tinha a idade do pai e, nessa altura já estava qualificado para a ”reforma”, mas como era uma pessoa de bem, com muito bons sentimentos, queria continuar a trabalhar e, quando estava zangado, principalmente, quando não concordava comigo, dizia, “os portugueses e os espanhóis, o que querem é ouro!”.   

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…isto é só uma curiosidade, mas da fama não nos livramos, principalmente os espanhóis, pois foram eles, os primeiros exploradores europeus na região, durante o século XVI, chegaram à região vindos do sul, do México e, andavam em busca de metais preciosos, tais como ouro. Os espanhóis, não tendo encontrado ouro no atual Colorado, não se interessaram em povoar a região, tendo reivindicado posse da região somente em 1706, um pouco tarde, pois  24 anos antes já o francês René-Robert Cavelier, tinha reivindicado a posse da região leste do atual Colorado para a coroa francesa e, assim, ter feito parte da colônia francesa de Louisiana, de que já falei por diversas vezes. Mas os espanhóis, talvez pela força de armas, passaram ao controle desta região em 1762 e, sob os termos do “Tratado de Santo Ildefonso”, passaria novamente ao controle dos franceses em 1800, para ser finalmente anexada, como parte da célebre “Compra da Luisiana”,  pelos Estados Unidos.

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…depois dessas datas, muita água correu no rio Colorado, grandes minas de prata, seriam encontradas, houve corrida ao ouro, o que manteve em alta o crescimento populacional do estado, encontraram grandes reservas de petróleo, embora estas não tenham sido exploradas em grande escala até o início da década de 1900. Em 1870, inauguraram uma linha de  caminho de ferro, conectando o Colorado com outras regiões do país, principalmente, Denver com Cheyenne, no estado de Wyoming e, finalmente em Agosto de 1876, o Colorado tornou-se o 38º estado norte-americano.

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…porra, tanta conversa, para vos dizer que seguiamos em direcção ao Atlântico pela estrada rápida número 70, depois de entrar no estado do Colorado, pela parte oeste!.

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…onde encontrámos grandes planícies, algumas pequenas montanhas, quase sem árvores, ou qualquer vegetação!.

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…era deserto, aparecia uma ou outra pequena povoação, onde nem estação de serviço havia!.

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…isto até às proximidades da cidade de Edwards, onde se inicia uma cordilheira de montanhas, que se prolonga até próximo da cidade de Denver!.

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…nestas montanhas, principalmente no inverno, existem grandes áreas que são “estâncias”, onde se praticam desportos de inverno, sendo algumas pequenas cidades famosas, que atraiem celebridades de todo mundo, passamos por elas, interessando-nos sòmente a paisagem, mas, não deixamos de ver casas de “Millhão de Dolares”, nas  montanhas que, circundam a estrada, parando numa dessas pequenas cidades, para comprar gasolina e, o preço era tão alto, que usei a gasolina de emergência, que trazia em dois tanques extras, comprada no Alaska!.

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…a estrada, que nesta área, por motivo do intenso inverno, tem muitos “remendos”, faixas mais baixas, em algumas zonas, passa lá no fundo, entre montanhas, junto da linha do caminho de ferro e do rio!.

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…alternando-se, em algumas zonas, em que passa o rio em baixo, o caminho de ferro e a estrada por cima, em outras zonas vão lado a lado!.

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…tendo subidas, em que numa distância de 10 ou 15 km., a estrada sobe milhares de metros, com três vias, onde a via da direita, a partir de uma certa distância, vai cheia de veículos, com as luzes de emergência, mais à frente, já estão veículos parados, com  problemas no motor e, ao descer, passado uns quilómetros, já existe no ar, aquele cheiro, que vem dos travões, sucedendo o mesmo, embora recomendem usar o motor para ajudar os travões, onde existem diversas saídas de emergência, com areia, onde já estão alguns veículos pesados!.

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…nós, tanto nas subidas como nas descidas, usando sempre a linha do meio, fomos andando, devagar, mas passámos estas zonas sem dificuldade!.

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…chegando à cidade de Denver!.

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…que passámos, olhando a cidade, que fica no lado sul, sempre com a ajuda do GPS, pois como devem calcular, o nosso destino era o Atlântico!.

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…passando a cidade de Denver!.

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…aparece a planície, quintas!.

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…poços de petróleo!.

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…moinhos de energia movidos avento, trabalhando!.

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…pastagens de gado, muitas quintas transformadas em zona de caça, plantações de trigo, milho e aveia ou zonas desertas!.

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…e assim, deixámos o estado do Colorado!,

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…atravessando a fronteira para o estado de Kansas!.

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…continuando com a mesma paisagem!.

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…pelo menos, até à cidade de Hays, onde dormimos.

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Neste dia percorremos 647 milhas, com o preço da gasolina a variar entre $3.44 e $3.57 o galão, que são aproximadamente 4 litros.

Tony Borie, Agosto de 2014.

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (24)

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (24)

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…companheiros de viagem, este é o resumo do vigésimo quarto dia!. (24)

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…os nossos antepassados diziam, que pela manhã é que se começa o dia, seguindo este ditado, ei-nos na estrada número 191, rumo ao sul!.

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…o dia estava com céu limpo, já começava a temperatura a subir, pois eram 7 horas da manhã e, já marcava no teremómetro do Jeep, 86 graus de temperatura!.

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…leváva-mos água e roupas leves, pois o nosso destino era a região a que alguns chamam, o deserto de “Moab”, onde queríamos percorrer o “Arches National Park”!.

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…a entrada, ou seja onde está localizado o Centro de Informação, é na base das montanhas de pedra vermelha!.

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…podemos viajar por todo o parque, tem uma estrada, que embora sendo estreita, podemos conduzir com alguma segurança, tem subidas, precipícios, descidas um pouco assustadoras, mas o cenário compensa!.

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…o Parque Nacional dos Arcos, pois é assim que nós o vamos designar!.

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…é um parque nacional, que está localizado no estado do Utah!.

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…destacando-se pela grande concentração de arcos naturais, cerca de 2000!.

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…tem uma superfície de 310 km. quadrados!.

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…o seu ponto mais alto é de 1.723 metros, situado na “Colina Elefante”!.

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…a sua elevação mínima é de 1.245 metros, tal como já mencionámos, que é junto no centro de visitantes!.

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…está localizado numa região árida, pois recebe em média 250 mm. de chuva por ano!.

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…descrevendo só um pouco da sua história, dizem que provávelmente, esta região à cerca de 300 milhões de anos atrás, era mar!.

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…estava coberta de água salgada que, também provávelmente foi evaporando!.

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…portanto hoje, toda esta região está localizada, ou seja, “dorme, sobre uma cama de sal evaporado subterrâneo”!.

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…que é a principal causa da formação dos seus arcos!.

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…torres!.

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…pedras equilibradas!.

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…barbatanas de arenito e monólitos erodidas, nesta área!.

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…esta “cama de sal”, é de milhares de metros de espessura em alguns lugares!.

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…e, foi depositado na “Bacia do Planalto do Colorado”, que é como chamam a esta área!.

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…à cerca de 300 milhões de anos atrás, quando um qualquer mar, fluiu na região e, tornamos a dizer, provávelmente evaporou, como tentámos explicar no princípio!.

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…de uma maneira ou de outra, em Abril de 1929, esta maravilhosa região, foi proclamada pelo presidente Herbert Hoover, “Monumento Nacional” e, em Novembro de 1971, foi proclamado com “Parque Nacional”, tudo isto são pequenas curiosidades, mas que ajudam a compreender a importância deste parque!.

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…entrámos e saímos, parando de novo no Centro de Informação, bebendo e, enchendo de novo as garrafas, onde existe uma fonte, com água filtrada!.

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…seguindo viajem  pela estrada com cenário número 218, na direcção nordeste, que segue encostada ao rio Colorado!.

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…entre desfiladeiros, também de terra vermelha, tal como o nome do rio!.

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…em alguns pontos, com montanhas de um lado e do outro, que o rio por milhões de anos rasgou!.

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…em outros lugares, pequenas planícies!.

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…onde existe pequenas quintas!.

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…podendo-se ver ao longe, aqueles monumentos!.

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…que aparecem nos “filmes do Jonh Wayne”!.

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…que por aqui andou, pois tivémos a possibilidade de parar, numa pequena localidade, onde ele viveu!.

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…junto de outros artistas, quando por aqui andavam, a filmar “cowboyadas”!.

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…esta estrada, tem um cenário, que por vezes nos faz lembrar paisagens do “Gande Canyon” e, afinal, é o mesmo rio que o atravessa!.

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…com alguma mágoa, por abandonar estas paisagens!.

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…percorrendo o mais que nos foi possível, esta estrada com cenário!.

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…regressámos à estrada rápida número 70, agora definitivamente rumo ao Atlântico, seguindo por algum tempo, por planícies!.

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…atravessando depois a fronteira com o estado do Colorado!.

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…onde viemos dormir na pequena cidade de Fruita, com tempo suficiente para ainda saborear, um “cowboy churrasco” à moda do Colorado!.

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Neste dia percorremos 419 milhas, com o preço da gasolina a variar entre $3.42 e $3.46 o galão, que são aproximadamente 4 litros.

Tony Borie, Agosto de 2014.

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (23)

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (23)

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…companheiros de viagem, este é o resumo do vigésimo terceiro dia!. (23)

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…estávamos com saudades do oceano Atlântico, portanto o nosso destino era o leste, desviando-nos sempre para sul,  seguindo a estrada rápida número 84, por entre planícies, vales, precipícios!.

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…algumas montanhas!.

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…surgindo longas rectas!.

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…com placas de sinalização avisando que podia haver fortes ventos!.

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…entrámos no estado de Utah, onde há muitos anos viviam duas tribos nativo americanas, que eram os “Utes” e os “Navajos”, até dizem que foi há milhares de anos, antes da chegada dos primeiros exploradores europeus, que foram os membros de uma expedição espanhola liderada por Juan Maria de Rivera, cuja expedição, realizada em 1765, percorreu partes do sul do actual estado de Utah. Em 1776,  no início da Revolução Americana de 1776, os espanhóis realizaram mais explorações na região, porém, não se  interessaram em colonizar a região, devido à sua natureza desértica. Mais tarde, por volta do ano de 1850, o Congresso Americano, criou o “Território de Utah”, tendo nomeado o território numa homenagem à tribo nativa americana “Ute” que vivia na região e, em  Janeiro de 1896, o Utah tornou-se o 45º Estado americano!.

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…onde agora, se pode viajar a 80 milhas por hora!.

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…visitámos o Centro de Informação!.

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…continuando na estrada número 84, onde o terreno era mais plano!.

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…com poucas montanhas, mas onde a temperatura no teremómetro do Jeep marcava 112 graus e, eram 10 horas da manhã!.

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…mas continuámos viajando sem problemas!.

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…entrando, passado algum tempo, de novo na estrada número 15, no sentido sul e, quanto mais nos dirigiamos para sul mais frequentes eram os cruzamentos com outras estradas, que se cruzam por longas milhas nas proximidades e depois, da cidade de Salt Lake City, pois o crescimento da indústria de mineração e a construção da primeira ferrovia transcontinental, inicialmente, trouxeram algum crescimento económico e, a cidade foi apelidada de “Crossroads of the West”!.

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…Salt Lake City, é a capital e, a cidade mais populosa do estado do Utah!.

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…o nome da cidade, é muitas vezes abreviado para Salt Lake ou SLC!.

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…situa-se nas margens do Grande Lago Salgado, de onde provém o seu nome, sendo fundada por volta do ano de 1847, no Great Salt Lake City por um grupo de pioneiros “mórmons” liderados por seu profeta, Brigham Young, que dizem que fugiu da hostilidade e violência do meio-oeste dos Estados Unidos!. Dizem ainda, que atualmente 78% da população da cidade é adepta da religião mórmon!.

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…a cidade também está situada numa grande área urbana chamada “Frente Wasatch”, o que podemos comprovar, pois existem ao longo da estrada, tanto antes, como depois de passar a cidade, grandes bairros de casas nas montanhas, e dizem que nesta área habitam mais de 2.300.000 habitantes!. Dizem também que, pela sua localização, centro bancário industrial, economia, património histórico, cultura ou acontecimentos políticos aqui passados, fizeram dela, uma das mais importantes cidades do mundo. Tem estações de esqui, onde se desenvolve uma forte indústria de turismo ao ar livre e, não esquecemos que foi a sede dos Jogos Olímpicos de Inverno no ano de 2002.

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…podemos mostrar algumas fotos de Salt Lake City, que com a devida vénia tirámos do “Gogle”, pois viajávamos na estrada, e estas foram tiradas de avião, para que possam admirar a cidade, pois quem viaja ao longo da estrada número 15, ao atravessar  Salt Lake City, repara que atravessa uma grande cidade!.

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…sempre rumo ao sul, um tempo depois, na região da cidade de Spanish Fork!.

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…desviámo-nos para a estrada com cenário, número 6!.

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…que nos levaria de novo à número 191, com alguns precipícios e, temperaturas de 115 graus!.

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…fomos atravessando de novo um pequeno deserto, entrando finalmente na estrada rápida número 70, com duas vias de trânsito, rumo ao Atlântico, onde, talvez não reparando bem na sinalização, mas sim, no GPS, estávamos a seguir em direcção ao Pacífico, um pouco à frente, surge uma placa de sinalização onde nos informava que a próxima localidade com algumas facilidades e, onde talvez se podesse mudar de direcção, era a 140 milhas!.

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…na boa maneira portuguesa, confiando no nosso veículo, onde nos surgiu um terreno mais ou menos nivelado, entre as duas estradas, reduzimos a velocidade, parando, a estrada estava deserta, fomos ver o terreno, era melhor que o “Alaska Highway”, sem qualquer problema, voltámos em direção ao Atlântico!. Estava qualquer coisa mal, com aquela sinalização!.

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…sempre rumo ao Atlântico, viajando nesta larga e deserta estrada, que nesta direção recebe por alguma distância, a estrada número 191, já próximo onde esta estrada número 191, segue em direção ao sul, passando junto ao “Arches National Park”, que era o nosso destino no próximo dia e, como neste deserto quente, não havia parques de campismo, procurámos um daqueles hotéis de estrada, onde se dorme, toma banho e, às vezes o café de manhã, onde encontrámos um, de acordo com a nossa situação financeira, no meio do deserto, com um nome bonito, pois chamava-se qualquer coisa, mais “Green River”, que em português quer dizer, “Rio Verde”, e por lá ficámos, já era noite, comendo o que sobrou do dia anterior, que vinha na caixa frigorífica!.

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Neste dia percorremos 527 milhas, com o preço da gasolina a variar entre $3.51 e $3.58 o galão, que são aproximadamente 4 litros.

Tony Borie, Agosto de 2014.

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (22)

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (22)

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…companheiros, este é o resumo do vigésimo segundo dia!. (22)

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…contentes, pelo dia anterior bem passado, mas com saudades da cidade de Jackson Hole, demos um último olhar, seguindo na estrada número 26, que em algumas distâncias se chama 89 ou mesmo 191, rumo ao sul!.

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…por pouco tempo, pois desviámo-nos para oeste!.

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…entrando no estado de Idaho, que há muitos anos atrás,  fazia parte do “Oregon Country”, um território disputado entre os Estados Unidos e o Reino Unido, mas através de um tratado assinado em 1846, os Estados Unidos assumiram posse da região, que inicialmente fez parte do Território de Oregon, mas que em  1853, se tornou parte do Território de Washington. O Território de Idaho foi formado em 1863, e elevado à categoria de Estado, em Julho de 1890, altura em que se  tornou o 43º Estado americano a entrar na União.

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…agora, essa mesma estrada, dentro do estado de Idaho, chama-se sòmente 26, que nos levou, por cenários agradáveis!.

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…com lagos de água azul!.

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…por entre grandes plantações de beterraba!.

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…batatas!.

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…ervilhas e grão de bico!.

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…até à cidade de Idaho Falls!.

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..onde dizem que recebeu o seu primeiro nome de “Eagle Rock”, derivado a existir uma ilha coberta de pedras, no meio do Snake River, que passa mais ou menos a 7 milhas da cidade, e que, naquela altura era habitado por mais de 20 águias!.

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…por volta do ano de 1874, aqui se foram estabelecendo  pessoas, que criavam vacas e ovelhas, construiram represas, abrindo canais, para regar as suas terras, mais tarde, o Union Pacific Railroad, construiu uma ponte em madeira, sobre o Snack River, para escoar o produto das minas de cobre que existiam na cidadde de Bute, no estado de Montana, com a construção da ponte e da linha do caminho de ferro, aquela área depressa se tornou num “campo/aldeia” de tendas, com “sallons”, dançarinas, casas de jogo e hotéis!. Por volta do ano de 1891, as pessoas importantes, da já pequena cidade, votaram para se trocar o nome para Idaho Falls, em referência às “cataratas” de água, que existiam por baixo da ponte. Aqui parámos por algum tempo, comprando gasolina, água e fruta!.

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…continuando rumo ao oeste pela estrada número 20, entrando algum tempo depois pelo deserto, onde em tempos existiu o “National Reactor Testing Station”, onde estava instalado um reactor nuclear, que produziu electricidade pela primeira vez na história, que neste momento está desactivado!.

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…viajando pela estrada, com longas rectas, sempre plana, vendo-se ao longe uma enorme montanha, que em outros tempos, serviu de marco de sinalização, para os pioneiros, que a caminho do oeste usavam a “Oregon Trail”, quando nos aproximáva-mos, embora passando a uma certa distância, verificámos que na montanha, não havia  árvores, ou qualquer outra vegetação, era “pelada”, com enormes proporções, que defacto, não era mais que um “marco”!.

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…umas milhas, mais para oeste, havia um Centro de Informação, com umas agradáveis instalações, onde se podia beber água, usar os quartos de banho, tirar folhetos de informação das estantes, mas não havia ninguém a atender e, no parque de estacionamento, algumas pessoas dormiam dentro das viaturas, com as janelas abertas!.

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…era deserto, a temperatura no Jeep marcava 114 graus, seguindo a rota do oeste, num pequeno “oásis”, encontrámos de novo a estrada número 26, seguia um pouco para norte, encontrar-se com a estrada número 93, que seguia para sul!.

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…onde entrámos no “Craters of the Moon National Monument and Preserve”!.

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…que é um “campo de lava”, com mais de 1.000 quilómetros quadrados!.

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…onde existe, restos da lava de vulcões!.

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…onde podemos presenciar crateras de vulcões adormecidos!.

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…que formavam vales e pequenas montanhas!.

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…onde só existia pedra negra, agreste, com a formação de pequenas ondas!.

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…que em alguns lugares, estavam a detiriorar-se, porque estavam ali, a sofrer a erosão, recebendo calor, frio ou chuva, por milhões de anos!.

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…havia, no meio deste deserto, também um Centro de Informação, este sim, com pessoas a atender, que explicavam o fenómeno, mostrando um pequeno filme.

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…com a temperatura alta, que era a nossa maior preocupação, seguimos rumo ao sul!.

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…onde, umas horas depois, encontrámos um agradável parque de campismo, com árvores, água e electricidade, onde depois de cozinhar uma ligeira refeição, com géneros comprados numa quinta de Montana, dormimos, com o ar condicionado da caravana trabalhando, já próximo da estrada rápida número 84, que ao outro dia, nos havia de levar rumo a leste/sul, para outras paragens!.

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Neste dia percorremos 668 milhas, com o preço da gasolina a variar entre $3.68 e $3.70 o galão, que são aproximadamente 4 litros.

Tony Borie, Agosto de 2014.

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (21)

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (21)

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…companheiros de viagem, este é o resumo do vigésimo primeiro dia!. (21)

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…já tínhamos saído do Yellowstone Nacional Parque, embora um  pouco abalados, pela noite muito mal dormida, mas quem anda na estrada, não se deve queixar, portanto, continuando na estrada número 287, que agora também se pode chamar 191, rumo ao sul, que tem muito cenário!.

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…passando sempre, entre montanhas, vales, rios ou precipícios!.

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…entramos no “Grand Teton National Park”, que está situado a oeste do estado de Wyoming e, logo a sul do Yellowstone Nacional Parque!.

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…cuja designação tem origem no nome do pico mais alto das montanhas de Teton, o “Grand Teton”, com 4.197 metros de altitude!.

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…que foi baptizado por um caçador francês, que devia de ser uma pessoa romântica, pois ao observá-lo, do lado do estado do Idaho, logo lhe chamou “tétons”, que dizem que é um calão francês que designa “mamilos”!.

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…este maravilhoso parque é o destino prevlegiado e muito popular para pessoas que gostam da natureza, andar a cavalo, fazer caminhadas, caçar, pescar ou qualquer outra forma de passar tempo ao ar livre!.

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…tem aproximadamente 320 quilómetros em “trilhos”, que nos levam ao lado das montanhas!.

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…algumas com neve todo o ano!.

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…a outras áreas onde se acampar, ribeiros de água pura, vegetação densa em algumas partes, outras com árvores com centenas de anos, com partes secas pelo frio da neve, mas ainda vivas, pois em algumas partes, sai um ramo a florir!.

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…o “Snake River”, que passa por aqui, com muita frequência forma pequenos lagos, existem muitos animais, várias espécies de peixes, entre elas, a maior quantidade são trutas,

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…além dos animais, tem mais de 1.000 espécies de plantas e mais de 300 espécies de pássaros!.

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…despedimo-nos do parque, continuando a nossa jornada, sempre rumo ao sul!.

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…chegamos a uma cidade, que é o sonho das pessoas que adoram filmes, ou motivos do oeste americano!.

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…chegámos à cidade de “cowboys”, que dá pelo nome  Jackson Hole!.

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…aqui parámos, procurámos onde dormir, tomar banho e, mudar de roupa, ir caminhar por esta pequena cidade, ver a “Main Street”!.

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…os edifícios, alguns em tijolo vermelho, outros em madeira, nenhum tem mais do que dois andares!.

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…não vimos cafés ou restaurantes “temáticos”!.

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…estavam lá os “sallons”, o largo principal, a casa do ferreiro, a estação da polícia, era a casa do “xerife” e, naquela “main street”, há muitos anos, talvez tivesse havido “duelos”!.

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…esta pequena cidade, que está localizada muito perto da fronteira com o estado de Idaho, a qual recebeu o seu primeiro nome  de “Jackson’s Hole”, dado pelos caçadores de “beavers”, que andavam por esta área, caçando aqueles bonitos animais para depois venderem a sua pele, a David Edward “Davey” Jackson, que era sócio da Rocky Mountain Fur Company e, que naquele tempo estava estabelecido nesta área, a quem deviam tratar por  “Davey Jackson”, claro, os homens da montanha, usavam uma  linguagem parecida como, “vamos ao Jackon’s Hole”, quando se dirigiam para esta povoação, pois fica entre diversas montanhas e, dava a sensação que entravam num “buraco”, que em inglês, quer dizer “hole”!.

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…porra, não levem isto para a maldade, mas nós portugueses, se por acaso por aqui andásse-mos nessa altura, devia-mos de dizer “vamos ao buraco do Jackson”!.

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…hoje é uma cidade, principalmente no inverno, se transforma numa estância de turismo, com pistas de gelo, nas suas montanhas, modernos hoteis, de luxo, mesmo fora do que é costume se ver, tudo no mesmo estilo de há centenas de anos, no verão é visitada todos os dias por milhares de pessoas que vêm dos parques próximos, não é difícil cruzar-se na rua, com qualquer artista de Hollywood, ou qualquer pessoa mediática!.

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…onde existe um comércio dirigido a motivos do oeste, mas de “puro oeste”, não, como se vê nas lojas das grandes cidades, que parecem imitações comparados com os artigos que aqui se vendem!.

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…visitámos entre outros locais, um bar, que dá pelo nome de “Million Dollars Cowboy Bar”, que não é um bar normal!.

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…a sua construção remonta por volta do ano de 1890!.

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…é quase uma “gallery”, talvez um “museu”, onde se vive uma atmosfera fascinante de motivos do verdadeiro “American Wild West”!.

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…as cadeiras, são “selas” verdadeiras que os cowboys usavam para cavalgar!.

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…o balcão está coberto por moedas de dollares em prata, do século passado, armas antigas e motivos do oeste, são a sua decoração, os empregados andam vestidos à cowboy e, a cerveja que vendem, é feita lá em Jackson Hole!. Tem uma sala, com um pequeno palco, onde já actuaram, os mais famosos nomes de música “country”, como Waylon Jennings, Hank Williams, Jr., Asleep at the Wheel, Hoy Axton, Glen Campbell, Tanya Tucker, Willie Nelson, Commander Cody ou James Cotton Blues Band!.

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…a polícia anda a pé e a cavalo, são os “xerifes e os seus ajudantes”!.

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…aqui dormimos, depois de andar pelas ruas, entrar e sair em quase todos os estabelecimentos, comprar recordações para familiares, sem nunca nos cansar-mos!.

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…pois o ambiente era da alegria, as pessoas queriam comunicar, queriam ser agradáveis!.

Jackson Hole, Jackson Hole!.

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Neste dia percorremos apenas 186 milhas, com o preço da gasolina a variar entre $3.58 e $3.60 o galão, que são aproximadamente 4 litros.

Tony Borie, Agosto de 2014.

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (20)

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (20)

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…companheiros de viagem, este é o resumo do vigésimo dia!. (20)

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…depois de arrumar toda a “tralha”, que eram os nossos utensílios de casa, próprios para viver com alguma facilidade na nossa caravana, ei-nos de novo na estrada número 287, com um cenário de mais montanhas que planícies, rumo ao sul!.

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…parando por algum tempo na pequena, mas acolhedora povoação de Ennis, onde dizem que por volta do ano de 1863, um tal William Ennis, se estabeleceu ao longo do rio Madison, quando se descobriu ouro na região e, talvez sem saber, deu o nome ao que hoje é uma pequena povoação. Aqui, fizemos algumas compras!.

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…continuando rumo à aventura do “Yellowstone National Park”, onde passado umas horas chegámos à povoação de “West Entrance”, pois era assim que era assinalada nos diversos anúncios de estrada, que constantemente apareciam!.

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…aqui, antes de entrar no Parque, visitámos o Centro de Turismo!.

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…e algumas lojas de recordações, onde se vende quase de tudo e, em algumas lojas, até se pode “regatear”, ou seja oferecer diferente preço do que está marcado na mercadoria!. Entrámos num restaurante, onde nos serviram sandes de churrasco de carne de búfalo, era diferente, gostámos!.

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…toda esta povoação, ainda está no estado de Montana, pouco depois de entrar no parque, atravessamos, para o estado Wyoming!.

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…e vai surgindo pela frente o parque nacional, mais antigo do mundo, pois foi inaugurado no ano de 1872, cobrindo uma área de mais de 9.000 km. quadrados, que se divide pelos estados de Wyoming, Montana e Idaho!.

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…o parque é famoso por, entre outras atrações, tem os seus “Geysers”, que são umas fontes termais!.

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…que entram em erupção periodicamente!.

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…lançando uma coluna de água quente e vapor para o ar!.

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…que nós podemos observar, caminhando por umas “passadeiras”, em madeira!.

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…que nos dão acesso, mesmo em frente às colunas de água quente e vapor, que se perdem na atmosfera!.

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…o centro do grande ecosistema de Yellowstone, é um dos maiores ecosistemas de clima temperado ainda restantes no planeta!.

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…o “Geyser” mais famoso do mundo, denominado “Old Faithful”, do qual nos aproximámos, encontra-se neste parque!.

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…muito antes de haver presença humana em Yellowstone, pois dizem que essa presença, remonta mais ou menos a 11.000 anos, uma grande erupção vulcânica, ejectou um volume imenso de cinza vulcânica que cobriu todo o oeste dos USA, a maioria do centro-oeste, o norte do México e,  algumas áreas da costa leste do Oceano Pacífico, deixando uma enorme  caldeira vulcânica, (70 km por 30 km) assentada sobre uma câmara magmática!.

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…felizmente não, durante a nossa visita, mas Yellowstone já registou três grandes eventos eruptivos nos últimos 2,2 milhões de anos, o último dos quais ocorreu há 640.000 anos. Estas erupções são as de maiores proporções ocorridas no planeta a que chamamos Terra, durante esse período de tempo, provocando alterações no clima em períodos posteriores à sua ocorrência!.

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…percorremos o parque, em quase todo o lugar em podíamos ter acesso!.

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…vimos os “Geysers”, com as suas diferentes cores!.

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…que correspondem aos diferentes minerais, que brotam do seu interior!.

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…cascatas de água pura, saindo das montanhas!.

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…rios de água quente!.

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…atravessámos o “Continental Divide”!.

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…que é o nome dado ao conjunto de linhas formado por uma série de cumes, (vulgarmente diz-se, cumeada), na América do Norte, que separam as bacias hidrográficas que drenam para o oceano Pacífico, oceano Atlântico, incluindo o Golfo do México e mesmo até o oceano Ártico, onde uma das suas linhas divisórias, passa aqui no Parque de Yellowstone!.

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…também vimos alguns animais, dos quais dizem haver no parque, uma grande variedade de vida selvagem, na qual se incluem ursos castanhos, lobos, búfalos, alces e outros animais!.

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…ainda era dia, quando tentava-mos sair do parque, cumprindo o nosso programa, mesmo a poucas milhas da “South Entrance”, ou seja, saída sul, pois estava no nosso programa ir-mos seguir para outras paragens, quando surge um aparatoso acidente, envolvendo um autocarro, que segundo nos disseram seguiam crianças, ficando a estrada intransitável, mesmo fechada, por um período que se prolongou, por mais de 6 horas. Esperámos por um período de mais ou menos uma hora, continuando a estrada fechada, tentámos voltar ao ponto de partida, que era a “West Entrance”, no caminho de regresso os veículos passavam por nós, em direcção ao sul, perguntámos, diziam que não havia qualquer problema, pois a estrada estava aberta, voltámos ao sul, ao local do acidente, onde havia uma enorme fila de viaturas paradas, pois a estrada continuava fechada, desviámo-nos para um local entre árvores, embora já fosse quase  noite, estando no meio da montanha, se ouvissem alguns sons de animais uivando, estáva-mos decididos a passar ali a noite, quando a estrada abre, começando o tráfico a andar, voltámos à estrada, conseguimos sair do parque, mas, com todo este atrazo, o adiantado da noite, todos os parques de campismo cheios, pois todos procuravam lugar onde dormir, não tivémos outra alternativa, senão ocupar um lugar numa cabana, com o Jeep e a caravana estacionados numa “ribanceira”, parecendo um precipício, onde nem luz havia!.

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Neste dia percorremos 339 milhas, com o preço da gasolina a variar entre $3.67 e $3.68 o galão, que são aproximadamente 4 litros.

Tony Borie, Agosto de 2014.

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (19)

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (19)

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…companheiros de viagem, este é o resumo do décimo nono dia!. (19).

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…lavámos os vidros do Jeep, não muito bem, mas a condução já oferecia alguma segurança!.

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…era manhã, depois de andar alguns quilómetros pela estrada número 2, seguimos pela número 3!.

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…depois de percorrer a cidade de Lethbridge, que dizem que é uma importante cidade da província de Alberta, sendo a terceira em área e a quarta em população e, no século passado, as suas minas de carvão, fizeram dela uma próspera cidade, onde ainda hoje é bom local para se viver.

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…onde existe uma longa ponte do caminho de ferro!.

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…ainda dentro da cidade, seguimos pela estrada número 4, onde passado algum tempo, nos aparece um cenário de quintas, muitos celeiros para  armazenar cereais, pastagens com muitas vacas, tudo em funcionamento, nada abandonado!.

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…que nos levou à fronteira com os USA, na povoação de Sweet Grass!.

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…onde termina a famosa auto estrada número 15, que atravessa os USA desde o México ao Canadá!.

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…cuja povoação tem um posto fronteiriço que abriu no ano de 2004, onde em tempos, viveu um tal Earl W. Bascom, que era um famoso cowboy, artista, escultor, actor e inventor, que fazia as mais deliriantes “cowboyadas” num rancho que era propriedade do seu primo, em Kicking Horse Creek, muito próximo de Sweetgrass Hills!.

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…para nós, que entrámos pelo norte, a estrada começou, onde um funcionário da alfândega, nos fez quase as mesmas perguntas, continuando nós a responder que sim, leváva-mos ainda algumas garrafas de vinho, que tinham vindo de nossa casa, na Florida, ao que ele sorriu, levantando a mão e, com um sorriso ainda maior, desejou-nos um “Welcome Room”!.

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…estáva-mos nos USA, no estado de Montana, onde já passámos na viagem de ida e, explicámos um pouco da sua história, no entanto podemos acrescentar, só por curiosidade, que em alguns lugares a gasolina é mais cara que o gasóleo e, contam-se centenas de histórias, quando, por volta do anos de 1850, o estado era escassamente povoado, descobriram ouro, rápidamente as pessoas afluiram, todos queriam ficar ricos, o ouro passou a ser o principal motor da economia da região, era tanto, que os empregados “chineses”, que eram os que lavavam a roupa dos mineiros, encontravam quilos de ouro, nos ribeiros, onde iam buscar a água para lavar a roupa!. Naquela altura, o que existia a mais em ouro, faltava em cumprimento da lei, os ditos “xerifes”, eram a lei, mas eles próprios a violavam, pois o ouro, andava de mão em mão, comprava tudo, ignoravam assaltos, assassinatos, que eram frequentes na região, muitas pessoas, sentindo-se desprotegidas, decidiram tomar as leis em suas próprias mãos, surgindo assim, os ditos “vigilantes”!.

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…bem, já chega de história, nós, seguimos pela auto-estrada número 15, direcção sul, agora um trajecto que ainda não tinhamos trilhado, portanto diferente!.

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…podíamos viajar bem nesta larga e, em alguns locais deserta estrada, passámos pela cidade de Great Falls, onde não parámos, seguimas até à capital, que é a cidade de Helena, onde também não parámos!.

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…desviámo-nos pela estrada número 287, que é uma estrada com cenário!.

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…onde se pode ver, alguns rios, lagos!.

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…montanhas, vales e planícies!.

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…parando no cruzamento com a estrada número 90, que vem do oceano Pacífico e nos leva ao Atlântico!.

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…aqui existe uma pequenina povoação, própria de cruzamentos de estrada!.

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…com estação de serviço, loja de conveniência e, uma famosa padaria, com produtos de trigo, milho ou centeio, toda a qualidade de pão e seus variados, também lá tinha pão tipo “português”, onde comprámos muito pão, que armazenámos para futuros dias!.

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…neste cruzamento, vêem-se muitas pessoas, mesmo casais, alguns com crianças, “à boleia”, são simpáticos, quando compráva-mos gasolina, falámos com um casal, que nos pediu boleia, todavia, não tínha-mos espaço, disseram-nos, que andam na estrada à cerca de um ano e, não tinham nenhuma pressa em chegar de novo ao Alabama, de onde eram oriundos!.

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…continuando a nossa jornada, rumo ao sul, já era ao anoitecer, quando chegámos ao parque de campismo de  Canyon Ferry Lake, na vila de Townsend, ainda no estado de Montana, à beira de um grande lago, onde chegavam e partiam pessoas, com barcos que atracavam num cais que ali existia, alguns contentes, mostrando peixes, aqui preparámos alguma comida e, pela madrugada, houve um vento forte, chuva e trovoada, o que nos acordou e assustou, pois a nossa caravana abanava e a chuva entrou pela janela que estava só com a rede!.

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Neste dia percorremos 527 milhas, com o preço da gasolina a variar entre $3.78 e $4.12 o galão, que são aproximadamente 4 litros.

Tony Borie, Agosto de 2014.

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (16, 17, 18)

…da Florida ao Alaska, guiando um Jeep com uma Caravana!. (16, 17, 18)

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…companheiros de viagem, este é o resumo dos dias 16, 17 e 18, onde percorremos zonas já descritas em textos que foram publicados na viagem de ida, portanto agora, só descrevemos algumas “aventuras” dignas de registo, passadas nestes 3 dias!.

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Dia, 16.

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…era manhã, quando deixámos a cidade de Whitehorse, onde se encontra o “Historic Milepost 918”, na província do Yukon, o trajecto que iríamos percorrer, pelo menos até à cidade de Calgary, na província de Alberta, ainda no Canadá, era o mesmo que fizemos na viagem de ida e, que já explicámos em textos anteriores!.

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…parámos na povoação de Teslin, que marca o “Historic Milepost 777”!.

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…na povoação de Watson Lake, que marca o “Historic Milepost 635″!.

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…na povoação de Liard River, que marca o “Historic Milepost 496”!.

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…vindo, neste dia dormir no parque de campismo, junto ao Muncho Lake, que marca o “Historic Milepost 456”!.

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…com um “cenário de um milhão de dolares”, que também já explicámos em textos anteriores, onde depois de passar um pequeno período de tempo em que choveu!.

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…grelhámos o resto de salmão, que tínhamos pescado no “Russian River”, lá no estado do Alasca!.

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Neste dia, não tivémos qualquer ploblema com o Jeep e a caravana, que sempre se adaptaram ao terreno, por vezes acidentado, percorrendo mais ou menos 490 milhas, com preço da gasolina a variar entre $1.82 e $1.91 o litro.

Dia, 17.

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…era ainda madrugada, lavámos a cara na água fria e pura do Muncho Lake!.

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…continuámos a nossa jornada, rumo ao leste, passando pela povoação de Fort Nelson!.

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…que marca o “Historic Milepost 300”!.

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…depois de algumas horas, com algumas paragens, umas vezes por animais na estrada!.

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…outras por obras de manutenção, outras ajudando outros veículos com problemas!.

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…chegámos à povoação de Fort St. John, que marca o “Historic Milepost 47”!.

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…finalmente chegando ao ponto de partida do célebre “Alaska Highway”, que é a cidade de Dawson Creek!.

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…onde se encontra o marco do “Historic Milepost 0”, indo de novo visitar o Centro de Turismo, tirámos as últimas fotos no local que marca o início do “Alaska Highway”!.

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…tomando de seguida a estrada número 43, até à cidade de Grande Praire, que é uma pequena “metrópole” no deserto, onde, depois de procurar hotel de acordo com a nossa condição financeira, pois havia por onde escolher, fomos dormir, comendo ainda o resto do salmão, que ia na caixa frigorífica!.

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Neste dia, saímos do “Alaska Highway”, sem problemas no Jeep ou na caravana, percorremos 598 milhas, com o preço da gasolina a variar entre $1.82 e $1.92 o litro.

Dia, 18.

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…pela manhã, procurámos uma oficina especializada, nesta pequena “metrópole”, que é a cidade de Grande Praire, trocámos o óleo do motor, fazendo uma pequena revisão por baixo do Jeep e da caravana, tudo em ordem, continuámos o mesmo trajecto da viagem de ida!.

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…até às proximidades da cidade de Edmonton, continuando depois pela estrada número 2, que já é rápida em algumas zonas!.

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…até à cidade de Calgary, na província de Alberta!.

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…depois de passar a cidade, continuando na estrada número 2, sempre em direcção ao sul, tentando percorrer a maior distância possível, em direcção à fronteira, já era noite, começamos a ouvir o som de chuva, de encontro ao vidro da frente, mas não era chuva, eram mosquitos, que de encontro ao vidro morriam, o mecanismo de limpeza do vidro, ainda sujava mais, começou a faltar a visibilidade, parávamos de quinze em quinze minutos, para limpar o vidro com o equipamento que levávamos, que era um tanque de água e um “limpa vidros”, quando saíamos fora do Jeep, era uma “praga” de mosquitos a morder, na primeira povoação que encontrámos, procurámos onde dormir, não havia, mas depois de pedir-mos água para continuar com a limpeza do vidro, nos disseram, que possívelmente na vila de Graum, mais ao sul, devia haver, desesperados, seguimos em frente, sempre com a mesma situação, finalmente surgiu a vila de Granum, onde um simpático empregado do Lazzy Motel, vendo-nos desesperados, embora não tivesse vagas, por favor nos deixou dormir, num quarto, que possivelmente era para ele!.

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…saímos do Jeep, trancámos as portas, correndo para dentro do Motel, com o que levávamos vestido!. Explicáram-nos, que nesta altura do ano, principalmente de noite, nesta área, é o “paraíso” dos mosquitos, pela zona de terreno ser de origem alagadiça!.

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Neste dia percorremos 726 milhas, com o preço da gasolina variando entre $1.53 e $1.57 o litro.

Tony Borie, Agosto de 2014.