…our first Christmas Day!

 …o nosso primeiro Dia de Natal!. (our first Christmas Day)!

…a época festiva do Natal, das Boas Festas aproxima-se, alguma família vai vir lá do norte, para convívio familiar, outra ficará por lá, mas também vamos conviver, pois nesta era moderna das “internetes”, com telefones via satélite, falamos e vêmo-nos a qualquer momento!. Vamos estar por aqui em casa, na Florida, pois neste momento, não existe qualquer intenção de viajar para norte mas, vamos recordar uma nossa viajem ao norte, num Natal qualquer não muito distante, cá vai!. (the festive season of Christmas, the Good Holidays are approaching, some family will come from the north, for family, another will stay there, but we will also live together, because in this modern era of internet, with phones via satellite, we talk and see each other at any time !. We will be here at home, in Florida, because at this moment, there is no intention of traveling north but, let’s remember a our trip to the north, any Christmas not too far, here goes)!.

“…devíamos de ter na altura, talvez 8 ou 9 anos de idade, foi quando celebrámos a “comunhão cristã”, que colocámos nos pés a primeira protecção, uns sapatos usados, oferecidos ou emprestados, não sabemos ao certo, pelo companheiro Carlos, filho do Santos dos Correios de Águeda, que tinha vindo dos lados de Leiria. Até essa idade, era “pé descalço”, no inverno, nas manhãs de geada, divertíamo-nos partindo o gelo das poças de água com os pés, nos carreiros da nossa aldeia, era uma brincadeira agradável, pois o gelo derretia com mais facilidade. Ufa, até nos arrepiamos só de lembrar, mas é Dezembro, ainda não vimos neve, está muito frio por aqui, mas esta história de colocarmos nos pés a primeira protecção, para nós, ainda é considerada,

“o nosso primeiro Dia de Natal”!.

(we should have at the time, maybe 8 or 9 years old, was when celebrated the “Christian fellowship” we put the feet the first protection, some used shoes, offered or borrowed, we’re not sure at mate Carlos, son the Saints Post Agueda, who had come from the sides of Leiria. Until that age, it was “bare foot”, in winter, in frost mornings we had fun breaking ice from puddles with their feet in the paths of our village, it was a nice just kidding because the ice melted more easily . Ufa, even shudder to only remember, but it’s December, we have not seen snow is very cold here, but this story we put the feet the first protection, for us, is still considered,

“our first Christmas Day.”)”!. 

“…deixemos o passado, nesse bonito Portugal, vamos falar de hoje, chegámos a Nova Jersey, viemos em trânsito para Nova Iorque, passámos na cidade de Newark, visitámos a portuguesa Ferry Street, procurámos os lugares nossos conhecidos, onde moravam as personagens de que vos temos falado, está tudo diferente, no lugar do “Bar do Minhoto” está um Restaurante Grill, que aceita reservas via internete, onde morava a Gracinda está um parque de estacionamento, onde uma senhora afro-americana, nos atendeu, embrulhada num enorme casaco e cachecol, pois o frio era muito, teve dificuldade em receber o pagamento e guardar o dinheiro, pois usava umas luvas sem a parte dos dedos, onde sobressaiam umas “unhas azuis”, muito compridas!. Perguntámos se falava português ou espanhol, pois era a “Ferry Street”, com um sorriso matreiro, respondeu-nos qualquer coisa como, “mi non habla”. A Ferry Street tem algumas árvores, está limpa, alguns canteiros com flores, onde havia a loja do Orlando está um grande edifício de um Banco, os estabelecimentos têm portas de vidro, não mais aquelas portas em madeira, que “chiavam”, alguns restaurantes têm esplanadas nos passeios, está uma Avenida para turistas!. (Let the past, this beautiful Portugal, we speak today, we have reached New Jersey, came in transit to New York, we spent in the city of Newark, visited the Portuguese Ferry Street, tried our familiar places, where they lived the characters that you we have spoken, it’s all different, in place of “Minhoto Bar” is one Grill restaurant that accepts reservations via internete, where lived Gracinda is a car park, where a African-American lady, met us, wrapped in a huge coat and scarf, because the cold was very, had difficulty receiving paymentand save money because wearing gloves without of the fingers, which stand out a “blue nails”, very long. We asked to speak Portuguese or Spanish, it was the “Ferry Street” with a sly smile, answered in anything like, “non mi habla”!. The Ferry Street has some trees, is clean, some flower beds, where there was the store of Orlando is a large building of a Bank, establishments have glass doors, no longer those wooden doors, which “sizzled”, some restaurants have terraces on the rides, is one avenue for tourists)”!. 

“…vamos em frente, deixámos a viatura na cidade de Newark, seguindo de comboio, pois o estacionamento na cidade de Nova Iorque é muito caro. Estava nevoeiro, quase cerrado, como se dizia na minha aldeia. Atravessámos um dos túneis do rio Hudson que desagua na ilha de Manhattan, que é o mais densamente povoado dos cinco bairros da cidade de Nova Iorque, que se situa na ilha com o mesmo nome, delimitada pelos rios Hudson, East e Harlem, sendo um dos principais centros comerciais, financeiros e culturais do mundo. É o coração da “Big Apple”, é onde estão os arranha-céus, cujas imagens correm o mundo, como o Empire State Building, as luzes de néon no Times Square ou os teatros da Broadway!. Nós saímos na área do World Trade Center, visitámos mais uma vez o museu educativo, dedicado ao “11 de Setembro”, meditámos em homenagem às vítimas, tomando em seguida o “subway” para a Rua 53, junto da Quinta Avenida, caminhando, fomos vendo a Catedral de São Patrício, parando por mais tempo na área do “Rockefeller Center”, onde está a árvore de Natal que tradicionalmente é um abeto vermelho da Noruega, sendo iluminada por 30.000 ecológicas luzes, que envolvem mais de cinco milhas de fio eléctrico, coroada por uma estrela de cristal Swarovski. Esta árvore de Natal é um símbolo mundial em Nova York, foi acesa pela primeira vez na quarta-feira, 2 de Dezembro, com performances ao vivo na Rockefeller Plaza, entre as Ruas 48, 51, e a Quinta e Sexta Avenidas, onde dezenas de milhares de pessoas todos os dias enchem as calçadas para assistir a este evento, que milhões podem assistir em todo o mundo pelos meios de comunicação que hoje existem. Faz este ano 83 anos que foi iluminada pela primeira vez, e permanecerá acesa, podendo ser visitada até ao dia 7 de Janeiro. Oxalá seja a mensageira de Paz para todos nós!. (Let’s move on, we stopped the car in the city of Newark, followed by train because parking in the city of New York is very expensive. Fog was almost closed, as was said in my village. We crossed one of the tunnels of the Hudson River that flows on the island of Manhattan, which is the most densely populated of the five boroughs of New York, which is located on the island of the same name, bordered by the rivers Hudson, East and Harlem, one major shopping centers, financial and cultural world. It is the heart of the “Big Apple”, is where the skyscrapers are, whose images run the world, such as the Empire State Building, neon lights in Times Square and Broadway theaters!. We went out on the World Trade Center area, we visited again the educational museum, dedicated to the “September 11”, meditated in tribute to the victims, taking then the “subway “for the Street 53, near Fifth Avenue, walking, we were watching the St. Patrick’s Cathedral, stopping longer in the area of the “Rockefeller Center”, where the Christmas tree is traditionally a spruce Norway, being illuminated by 30,000 green lights, involving more than five miles of electrical wire, crowned by a Swarovski crystal star. This Christmas tree is a worldwide symbol in New York, was lit for the first time on Wednesday, December 2, with live performances at Rockefeller Plaza, between Streets 48, 51, and the Fifth and Sixth Avenues, where dozens of thousands of people every day fill the sidewalks to watch this event, that millions can watch worldwide by the media that exist today. Does this year 83 years that was lit for the first time, and will remain lit and can be visited until the 7th of January. Would that be the messenger of peace for all us)”!.

“…comemos “pretzels cookies”, que é um biscoito típico, parecido com pão, feito de massa, em forma de um nó torcido, que teve origem na Europa, provavelmente entre os mosteiros da Idade Média, que se vende em qualquer quiosque de rua, em Nova Yorque e não só. Continuando a nossa jornada, vendo os edifícios da cadeia de televisão NBC, do Rádio City Music Hall, onde em frente algumas “Rockettes”, que são as tais raparigas que dançando, levantam a perna esquerda ou a direita, todas ao mesmo tempo, fazendo uma coreografia de “cabaré do século passado”, convidam a partilharmos momentos inesquecíveis juntos, experimentando a magia do Natal, transformando tudo num país das maravilhas onde o “Pai Natal” não se cansa de espalhar elogios a todos. (Eat “pretzels cookies,” which is a typical biscuit, like bread, made of dough, shaped like a twisted knot, which originated in Europe, probably among the monasteries of the Middle Ages, which is sold in any street kiosk, in New York and beyond. Continuing our journey, seeing the buildings of the NBC television network, Radio City Music Hall, where in front of some “Rockettes” which are such girls dancing, raise the left leg or right, all at the same time, making a choreography of “cabaret last century,” the invite we share unforgettable moments together, experiencing the magic of Christmas, turning everything into a wonderland where “Father Christmas” does not tire of spreading compliments to all)”!. 

“…parámos por momentos no “Times Square”, já andam em montagem de estruturas para as celebrações da passagem de ano, continuando, pela Sétima Avenida, em direcção à estação de comboio “Pennsylvania”, que se localiza na Rua 34, por baixo do edifício de grandes eventos desportivos e não só, que é o célebre e histórico “Madison Square Garden”, onde tomámos o comboio de regresso à cidade de Newark, em Nova Jersey!. De novo na portuguesa Ferry Street, onde tivemos a sorte de encontrar um restaurante que dá pelo nome de “Bar & Restaurante Sagres”, com charme, num espaço acolhedor, música ambiente, onde numa escala de dez, damos a nota dez, onde o Henrique, um simpático jovem, que se dedicava ao ensino em Portugal e veio para os EUA há uns anos para “ver a neve”, e que por cá ficou, nos atendeu com simpatia, servindo-nos “Chistorra” e “Bacalhau à Casa” com natas e camarões, que estava bom, mesmo muito bom, oferecendo-nos no final, um copo com vinho do Porto. (We stopped for a moment in the “Times Square”, as they walk in mounting structures for the New Year’s Eve celebrations, continuing by Seventh Avenue, towards the railway station “Pennsylvania”, which is located on 34th Street, underneath the building major sporting events and not only, which is the famous and historic “Madison Square Garden” where we took the train back to the city of Newark, New Jersey!. Again in Portuguese Ferry Street, where we were lucky to find a restaurant by the name of “Bar & Restaurant Sagres” with charm, a cozy space, ambient music, where a scale of ten, we note ten where Henry, a young friendly, which was dedicated to teaching in Portugal and came to the uS a few years ago to “see snow”, and around here stayed, met us with sympathy, serving us “Chistorra” and “Cod House” with cream and prawns, which was good, even very good, offering -In the end, a glass of port wine)”!. 

“…não sabemos se era o efeito do vinho do Porto ou se sonhávamos, mas retornando à Ferry Street, já no regresso, em direcção ao parque de estacionamento, não vimos roupas escuras, xailes, tranças e bigodes, mas sim uma jovem, usava um sapato alto de cada cor, umas meias compridas de um azul escuro, por baixo de uma saia que parecia o lenço que a minha avó usava à cintura, quando ia à romaria do Senhor dos Passos, na vila de Águeda, onde uma espécie de blusa só lhe tapava parte da frente do seu corpo, mascava “chiclets”, algumas pinturas, não para tornar a face mais atractiva, mas sim diferente do normal, o perfume não era exótico, era diferente, o cabelo era curto, pintado com uma cor que nem era verde nem azul, usava óculos à “Hollywood”, não nos olhos, estavam colocados a segurar o cabelo, um casaco de “cabedal” amarelo, debaixo do braço onde usava umas cinco ou seis pulseiras que brilhavam e completavam a história do seu vestuário, falava alto, numa linguagem sem preconceitos, havia “frio de rachar” mas estava excitada, recebendo o calor, talvez do cigarro que fumava, pois era parecido com aqueles que nós algumas vezes, quando estávamos com o moral em baixo, fumávamos lá na então nossa Guiné, pela coreografia talvez fosse alguma descendente da Inês, aquela portuguesa espanholada, do nosso tempo da Ferry Street!. (We do not know if it was the effect of port wine or dreamed, but returning to Ferry Street, already on the way back towards the parking lot, we did not see dark clothes, shawls, braids and whiskers, but a young girl, wearing a shoe top of every color, some stockings a dark blue, beneath a skirt that looked like the scarf that my grandmother used to the waist when I went to the festival of the Lord of Passos, in the Agueda village, where a kind of blouse only it was covering the front of his body, chewed “chiclets” some paintings, not to make more attractive face, but different from normal, the perfume was not exotic, it was different, the hair was short, painted with a color that nor was green or blue, wore glasses to “Hollywood”, not in the eyes, were placed to hold the hair, a jacket of “leather” yellow, under the arm where wore five or six bracelets that glittered and completed the history of his clothing, speaking loudly, a language without prejudice, was “freezing cold” but was excited, getting the heat, maybe the cigarette smoke, it was like those we sometimes, when we were with the moral bottom, smoked there in then our Guinea, the choreography might be some downward Ines, that Spanish Portuguese, in our time of Ferry Street)”!. 

“…Boas Festas para todos e, já agora, se não é pedir muito, que continuemos juntos, com saúde, alegria em ainda por cá andarmos, que nunca nos falte a panela a cozinhar no fogão e alguma “protecção nos pés”!. (Happy Holidays to all and, for that matter, if it is not too much to ask that we continue together, with health, happiness in even around here walk, which never miss in the pot cooking on the stove and some “protection in the feet”)”!. 

…este foi o resumo desse Natal, passado a alguns anos!. (this was the summary of this Christmas, after a few years)!.

Tony Borie, November 2017.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google photo

You are commenting using your Google account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s