…crossing the Golden Gate Bridge on foot!

…atravessando a ponte Golden Gate a pé! (crossing the Golden Gate Bridge on foot)!

…quando jovens, havia pelo menos na nossa aldeia, no Vale do Ninho D’Águia, que ficava ao norte da Vila de Águeda, em Portugal, uma expressão, muito frequente na boca das pessoas mais idosas, que quando fazíamos algo que não estava de acordo com o seu parecer, nos falavam com uma expressão geralmente arrogante, lá de cima, pois nós éramos crianças, víamos o seu rosto cá de baixo, dizendo-nos:

– se voltas a fazer isto, vais corrido a PONTAPÉ!.

…a “PONTAPÉ”, é disso que vamos falar, não daquela expressão, intimidativa, arrogante, que nos embaraçava, nos metia medo, mas de algo que nos faça passar um bom tempo, nos faça ser jovens outra vez, aventureiros, deixando por alguns instantes a guerra, as emboscadas, os camuflados rotos e sujos de sangue, a terra vermelha, os abrigos do “Olossato”, todos aqueles pormenores, alguns horrorosos, outros assim-assim, outros onde, entre outras coisas, o cigarro e o álcool que nos faziam andar por ali, a espingarda metralhadora G-3, era a nossa namorada, adorável companheira, às vezes acordávamos pela madrugada, parecendo até que éramos pessoas, humanos e, sabíamos ler, escrever, que o norte era para aquele lado, mas a Europa era ao contrário, era para o lado sul, para o lado da cidade de Bissau, onde havia um pequeno porto de mar, onde atracam os barcos que em caso de sobrevivência, nos levariam de volta a essa desejada Europa!. (when young, there were at least in our village, in the Vale do Ninho D’Águia, which was north of the village of Águeda, in Portugal, an expression, very often, in the mouth of the elderly, that when we did something that did not agree with his opinion in talking with a generally arrogant expression, from above, as we were children, we saw his face from below, telling us:

– it turns doing this, you will run the KICK!.

A “KICK”, that’s what we speak, not of that expression, intimidating, arrogant, we embarrassed in put fear, but something to make us spend a good time, make us young again, adventurers, leaving for a few moments war, the ambushes, the camouflaged torn and stained with blood, the red earth, the shelters Olossato, all those details, some hideous, others so-so, others where, among other things, smoking and alcohol in they were walking around, the machine gun G-3, was our girlfriend, adorable companion, sometimes we would wake up at dawn, looking up we were people, humans, and could read, write, that the north was that way, but Europe was on the contrary, was to the south side, was to the side of the city of Bissau, where there was a small sea port, where the boats that in case of survival dock, would take us back to that desired Europe)!.

…lá, no interior da África, no aquartelamento da pequena vila de Mansoa, onde estávamos estacionados a maior parte do tempo, havia a ponte que tinha um arco de cada lado, onde se faziam apostas, cujo prémio, às vezes era um maço de cigarros, em quem era capaz de atravessar esse arco, caminhando e batendo palmas, ao mesmo tempo!. Havia alguns que com certa coragem, começavam, quando chegavam ao meio e a superfície era a descer, voltavam as costas e às vezes vinham de joelhos!. Havia só um militar, que era o “Marafado”, que atravessava todo o arco, fazendo o pino, ou seja, caminhando com as mãos, mas a troco de uma cerveja ou de um maço de cigarros “Três Vintes”, ele dizia que tinha trabalhado num circo!. (there, in the interior of Africa, in the quarter of the small village of Mansoa, where we were stationed most of the time, was the bridge that had a bow on each side, where they were betting, whose prize, sometimes it was a pack of cigarettes in who was able to cross this arc, walking and clapping at the same time!. There were some who with some courage, beginning when they reached the middle and the surface was down, turned their backs and sometimes came to her knees!. There was only a military, it was the “Marafado” that crossed the whole arch, making the pin, that is, walking with hands, but in exchange for a beer or a pack of cigarettes “Three Twenty Something”, he said he had worked in a circus)!.

…havia a ponte velha, ao lado, que era a nossa preferida, assim como de outros militares que queriam alguma paz, onde se passavam horas, sentados, fumando, pensando na aldeia, atrás da montanha em Portugal, apreciando a área alagadiça, quando da maré cheia, com alguns pelicanos descendo o rio, mergulhando o pescoço na procura de algum peixe!. Muitos de nós conheciam essa ponte, pelo menos os combatentes estacionados na zona do Oio e, pelo menos nós, sempre considerámos a verdadeira “porta de entrada na zona de guerra”, mas agora vamos viajar, vamos atravessar a “Golden Gate Bridge”, que é aquela ponte que aparece muitas vezes nos filmes e na televisão, na cidade de São Francisco, no estado da Califórnia. (there was the old bridge, next door, which was our favorite, as well as other military who wanted some peace, where he spent hours sitting, smoking, thinking the village, behind the mountain in Portugal, enjoying a swampy area, where the tide, with some pelicans down the river, plunging the neck in search of some fish!. Many of us knew this bridge, at least the soldiers stationed in the Oio region, and at least we always considered the true “gateway in the war zone”, but now we travel, we will cross the “Golden Gate Bridge” that is one bridge that appears many times in movies and on television, in the city of San Francisco, in the state of California)!.


…era ao fim da tarde, o carro era um “utilitário”, alugado na cidade de Los Angeles, numa agência, onde os funcionários vivem nos “Barrios” e, não gostam lá muito dos “Gringos”, fazem sempre um preço mais em conta às pessoas que falam ou tentam falar o seu idioma!. Não havia GPS, íamos guiados pelo mapa, onde parece tudo muito fácil, mas no terreno é pior que aqueles carreiros para Porto Gole, Bissorã, Bafatá ou Olossato, lá na África, na então Guiné Portuguesa, só que aqui, não é terra e floresta selvagem, é um tráfico intenso, com algumas distâncias sem qualquer placa de sinalização, seguíamos pela estrada número 1, a quem também chamam, entre outros nomes “Cabrillo Highway”, em homenagem ao navegador e explorador Português, João Rodrigues Cabrilho, nascido na vila de Montalegre, em Portugal, no ano de 1499, por seguir sempre encostada ao oceano Pacífico, mas próximo da cidade de São Francisco, esta estrada junta-se a uma outra, que é rápida, e dá pelo nome de Highway 101!. (It was late afternoon, the car was a “utility”, rented in the city of Los Angeles, an agency where the employees live in the “Barrios” and, does not liked the “Gringos”, always make a price more affordable to people who speak or try to speak your language!. There was no GPS, we were guided by the map, where it seems all too easy, but on the ground is worse than those paths to Porto Gole, Bissorã, Bafatá or Olossato, there in África, then Portuguese Guinea, only here it is not land and wild forest, is an intense traffic, with some distances without any signpost, we followed the road number 1, who also called, among others , “Cabrillo highway” names, named after the Portuguese navigator and explorer, John Cabrilho Rodrigues, born in the village of Montalegre, in Portugal, in the year 1499, by then always leaning to the Pacific ocean, but close to the city of San Francisco, this road joins another, which is fast, by the name of highway 101)!.

…parámos numa estação de serviço, perguntámos qual a maneira mais rápida e funcional de atravessar a ponte e, a funcionária, sorrindo, disse-nos:

– é para aquele lado, mas nunca lá fui!.

…uma simpática senhora ao lado, logo nos disse:

– é fácil, quando entrarem na cidade, basta seguir os sinais com desenhos da ponte, que aparecem em quase todas as ruas ou cruzamentos do percurso!.

…e logo em seguida, fazendo uns gestos esquisitos com ambos os braços:

– a ponte às vezes balança e treme, que horror!. Vivo em São Francisco há mais de 20 anos e, só atravessei a ponte duas vezes, quando fui visitar uma tia que vive no norte!.

(we stopped in the service station, we asked what the fastest and most practical way to cross the bridge and the clerk, smiling, told us:

– It’s to that side, but l’ve never been there!.

A nice lady next door, soon told us:

– it is easy, when entering the city, just follow the signs with drawings of the bridge, that appear in almost all the streets or intersections of the route!.

And then, making some weird gestures with both arms:

– the bridge sometimes rocks and shakes, what horror!. I lived in San Francisco for over 20 years, and only crossed the bridge twice, when I went to visit an aunt who lives in the north!

…foi o que fizemos, demorou algum tempo, mas conseguimos, fomos ao outro lado e regressámos, era uma vista agradável, mesmo muito agradável e, na nossa ideia logo ficou a determinação que iríamos fazer de novo, mas agora a pé, ou seja, atravessar a “PONTAPÉ”. (We did that, it took some time, but we we went to the other side and came back, it was a nice view, really nice and in our idea soon became the determination that we would do it again, but now the foot, that is, cross the “KICK”)!.

…procurámos um daqueles motéis onde se dorme e que pela manhã servem um café com um biscoito, que normalmente chamam de “B and B”, (bed and breakfast), que quer dizer mais ou menos, cama e pequeno almoço, que na cidade de São Francisco, pelo menos na zona da parte sul da ponte, próximo da área de “Fisherman Wharf”, existem muitos!. (Tried one of those motels where sleeping and in the morning serving coffee with a biscuit, which usually call “B and B” (bed and breakfast), which means roughly, bed and breakfast, which in the city of San Francisco, at least in the area of the southern part of the bridge, near the area of “Fisherman’s Wharf”, there are many)!.

…ali, recolhemos informação dos principais lugares com interesse na cidade de São Francisco, que é uma cidade onde os espanhóis, por altura do ano de 1776, se estabeleceram numa pequena fortaleza no “Golden Gate”, numa missão chamada “Francisco de Assis”. A corrida ao ouro na Califórnia, em 1848, impulsionou a cidade com um período rápido de crescimento, pois a sua população no espaço de um ano cresceu de 1000 para 25.000 habitantes, tornando-se naquela época a maior cidade da costa oeste dos USA. Em 1906, três quartos da cidade foi destruída por um terramoto seguido de incêndio, mas foi reconstruída rapidamente com avenidas e ruas já com configuração moderna, dizem também, que durante a “Segunda Guerra Mundial”, a cidade de São Francisco foi o porto de embarque para a “Guerra do Pacífico”, tal como a cidade de Lisboa, em Portugal, foi o porto de embarque para a “Guerra do Ultramar”, e com o fim da guerra, o retorno dos militares, a emigração em massa, atitudes de liberalização e outros factores que levaram ao “Verão do Amor” e ao movimento pelos direitos dos homossexuais, fazendo da cidade de São Francisco um centro de activismo liberal dos USA. (There, we collect information of the main places of interest in the city of San Francisco, which is a city where the Spanish, by the time the year 1776, settled in a small fortress in the “Golden Gate”, a mission called “Francis of Assisi”. The gold rush in California in 1848 propelled the city with a period of rapid growth as its population in the space of a year has grown from 1,000 to 25,000 inhabitants, becoming at that time the largest city on the west coast of the USA. In 1906, three quarters of the city was destroyed by an earthquake followed by fire but was rebuilt quickly with already avenues and streets with modern configuration also say that during “World War II”, the city of San Francisco was the port of shipment to the “Pacific war” as the city of Lisbon, in Portugal, was the port of embarkation for the “war of Overseas”, and the end of the war, the return of the military, mass immigration, liberalizing attitudes, and other factors that led to the “Summer of Love” and the movement for gay rights, making the city of San Francisco a center of liberal activism of the USA)!.

…depois de nos informarmos sobre os lugares de interesse, que eram tantos, a escolha foi difícil, mas sempre sobressaía a “Golden Gate Bridge”, o “Fisherman’s Wharf” e o “Chinatown”. Um dos principais motivos que nos levou à cidade de São Francisco era atravessar a “Golden Gate Bridge” que quer dizer mais ou menos “Ponte do Portão do Ouro”, a pé, caminhando, que liga São Francisco à cidade de Sausalito, que fica situada do lado de lá, ao norte, mas dentro da área da baía de São Francisco, onde a ponte termina, sobre o estreito de “Golden Gate” que é uma das mais conhecidas construções dos USA, considerada uma das sete maravilhas do mundo moderno, cujo comprimento, depende do que nós quisermos medir, mas dizem que o vão principal da suspensão entre as torres é de 1280 metros, o que fez da Ponte Golden Gate a maior ponte suspensa do mundo, até que a Ponte Verrazano Narrows foi construído em Nova York, em 1964, com um projeto que foi deliberadamente feito 60 metros mais longo para definir o recorde mundial. A extensão total da Golden Gate é de 2737 metros, um pouco menos do que a metade do comprimento da ponte é entre as duas torres. Também dizem que ela é um dos destinos mais populares do mundo para viajantes, onde muitas pessoas vêm para as áreas de observação especiais, no norte ou do sul, estacionam os seus veículos, tiram fotos e vão embora, mas isso não lhe dá a mesma sensação para admirar esta bela estrutura, do que realmente é, caminhando pela ponte, que como dizíamos, tem quase três mil metros de comprimento!. (After inform ourselves about the places of interest, there were so many, the choice was difficult, but always stood out the “Golden Gate Bridge”, the “Fisherman’s Wharf” and “Chinatown.” One of the main reasons that led us to the city of San Francisco was crossing the “Golden Gate Bridge” which means roughly “Golden Gate Bridge”, walk, walking, which connects San Francisco to the city of Sausalito, which is located on the other side, to the north, but in the bay area of San Francisco, where the bridge ends on the strait of “Golden Gate” which is one of the best known buildings of the USA, one of the seven wonders of the modern world whose length depends on what we want to measure, but say the main span of the suspension between the towers is 1280 meters, which made the Golden Gate Bridge the longest suspension bridge in the world until the Verrazano Narrows Bridge was built in new York, in 1964, with a design that was deliberately made 60 meters longer to set the world record. The total length of the Golden Gate is 2737 meters, slightly less than half the length of the bridge is between the two towers. They also say that it is one of the most popular destinations in the world for travelers, where many people come to the areas of special observation in the north or south, park your car, take pictures and go away, but that does not give you the same feel to admire this beautiful structure, than it is walking across the bridge, which as we said, has about three thousand meters long)!.

…ao outro dia pela manhã, deixando o veículo estacionado na área do “Fisherman Wharf”, tomando lugar naqueles autocarros que mostram a cidade, saímos na parte sul da ponte, preparando-nos para a aventura da sua travessia a pé, já não era surpresa a intensidade do ruído do tráfego na ponte, pois o Highway 101, assim como a tal estrada número 1, são lugares barulhentos, mas a estrutura moderna de aço sob o leito da estrada da ponte, amplifica pouco o ruído do tráfego, mas claro, sempre se ouve aquela lamuria do “clack-clack” com os carros e camiões passando sobre as juntas de dilatação, que como sabem, essas articulações permitem à estrada expandir ou contrair, fazendo face às altas ou baixas temperaturas, que às vezes são extremas, que mantém a ponte sem deformação ou fissuras, mas para nós e muitos visitantes, estes sons da ponte, no seu trabalho, são parte da diversão de a visitar!. (The next morning, leaving the vehicle parked in the area of “Fisherman’s Wharf”, taking place in those buses that show the city, we went out in the southern part of the bridge, preparing for the adventure of his journey on foot was no longer surprise the intensity of the traffic noise on the bridge as the highway 101, as well as such road number 1, are noisy places, but modern steel structure under the bed of the road bridge, just amplifies the traffic noise, but of course, always hear that wail of “clack-clack” with cars and trucks passing over the expansion joints, which as you know, these joints allow the road to expand or contract by addressing the high or low temperatures, which are sometimes extreme, which maintains the bridge without deformation or cracking, but for us and many visitors, these sounds of the bridge, in their work, are part of the visit of fun)!.

…iniciámos a nossa aventura sabendo que as forças da natureza colidem na área da Ponte Golden Gate todos os dias, pois estamos quase a 70 metros acima da superfície do Oceano Pacífico e da Baía de São Francisco, bem no meio de uma abertura estreita na escala de uma costa montanhosa, onde o Golden Gate, é a única abertura ao nível do mar que leva a milhares de quilómetros quadrados de vales ou montanhas, com o continente e o oceano, onde o calor se refresca durante o dia, que pode mudar a pressão do ar de expansão para contracção, que por sua vez pode causar ventos fortes, onde a atmosfera se ajusta às diferentes pressões de ar da terra e do oceano. Também existem marés fortes para dentro e fora da Golden Gate área, misturando água fresca dos grandes rios que desaguam na baía, com a água salgada e turbulenta do Oceano Pacífico, que podem ter diferentes temperaturas. O ar acima da água pode ser também de diferentes temperaturas, que causam variações na direcção dos ventos diários, que causam o tradicional nevoeiro, que pode existir por horas ou por alguns minutos, tanto seja pela manhã como pela tarde!. (We started our adventure knowing that the forces collide nature in the area of Golden Gate Bridge every day, because we are almost 70 meters above the surface of the Pacific Ocean and San Francisco Bay, in the middle of a narrow opening in the range of a mountainous coast where the Golden Gate, is the only opening to sea level which leads to thousands of square kilometers of valleys and mountains, with the continent and the ocean, where the heat scorching during the day, which can change the pressure air expansion to contraction, which in turn can cause strong winds, where the atmosphere adjusts to different air pressures of the earth and the ocean. There are also strong tides in and out of the Golden Gate area, mixing fresh water of the great rivers that flow into the bay, with salt and turbulent water of the Pacific Ocean, which can have different temperatures. The air above the water can also be of different temperatures, which cause variations in the daily wind direction, causing the traditional fog that may exist for a few minutes or hours, both in the morning as is the afternoon)!.

…levávamos equipamento para enfrentar todas estas anomalias, sentindo a brisa na cara, surgindo pela frente, céu azul, nevoeiro, alguns chuviscos, vento e, de novo céu azul, parando aqui e ali, tirando fotos, vendo a cidade ao longe, de diversas posições, pois do lado leste da ponte, enfrentamos a cidade de São Francisco e a Baía, a parte oeste nos dias de semana é geralmente reservado para as equipas de manutenção. Também existem duas passagens abaixo do tabuleiro da ponte, uma é um amplo túnel na extremidade sul e a outra é uma passagem estreita no extremo norte, para os caminhantes terem a oportunidade de atravessar entre as duas passagens, dando aos visitantes acesso a grandes oportunidades para fotos dramáticas de ambos os lados da ponte, que como dizíamos antes, com uma vista fabulosa, com vistas para a cidade de São Francisco, para a ilha de Alcatraz e outras áreas da parte leste da Baía, assim como alguns barcos passando, com os golfinhos fugindo na frente!. (We brought equipment to face all these anomalies, feeling the breeze in the face, coming ahead, blue sky, fog, drizzle, wind and again blue sky, stopping here and there, taking pictures, watching the city in the distance, several positions as the east side of the bridge, facing the city of San Francisco and the Bay, west of the weekdays is usually reserved for the maintenance teams. There are also two passes below the bridge deck, one is a large tunnel at the south end and the other is a narrow passage at the north end, for walkers have the opportunity to cross between the two passages, giving visitors access to great opportunities for dramatic photos of both sides of the bridge, which as we said before, with a fabulous view overlooking the city of San Francisco to Alcatraz island and other areas of the eastern part of the Bay, as well as some boats passing, with dolphins running in front)!.

…já no regresso, ao meio da ponte, pudemos admirar os cabos gigantescos que descem ao nível do convés, o que nos permite ver o quão grosso são. Quando passamos ao lado das torres, existe uma pequena curva, produzindo uma “sacada”, para mais pontos de vista e fotos. O círculo branco ao redor da base da torre da ponte é uma barreira de concreto que desvia as poderosas correntes de maré, e a protege contra os navios que podem, por qualquer razão, ficar fora do seu curso. Na torre sul, do lado de São Francisco, tem uma placa comemorativa dos engenheiros e políticos empenhados na construção da ponte. No extremo sul abaixo da ponte sobre um promontório é o velho Fort Point, que é um local histórico nacional, assim como no extremo norte, abaixo da Ponte é o cais do antigo Fort Baker, podendo ver tudo isto e, mais algumas paisagens que nos ficam no pensamento para toda a vida!. (You return to the middle of the bridge, we could admire the giant cables that go down to deck level, allowing us to see how thick they are. When we pass by the towers, there is a slight curve, producing a “balcony”, for more views and photos. The circle around the bridge tower foundation is a concrete barrier that deflects the powerful currents of tide, and protects against vessels may, for any reason, get off course. In the south tower on the side of San Francisco, has a commemorative plaque of engineers and politicians committed to building the bridge. At the southern end below the bridge on a promontory is the Old Fort Point, which is a national historic site, as well as in the far north, down the bridge’s pier of the former Fort Baker, being able to see all this and more some landscapes we they are in thought for life)!.

…atravessámos a ponte nas duas direcções, parando por umas horas do lado de lá, onde existe um ponto privilegiado de observação, para repouso e admirar a paisagem!. Só mais um pormenor, a cor da Ponte Golden Gate é chamada de “laranja internacional”, que não se vende nas lojas, pois é única!. (We crossed the bridge in both directions, stopping for a few hours over there, where there is a vantage point to rest and admire the scenery. Just a detail, the color of the Golden Gate Bridge is called “international orange”, which is not sold in stores, it is unique)!.

Tony Borie, December 2017.

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