…ainda por cá ando! Aturem-me!

…ainda por cá ando! Aturem-me!

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Companheiros, hoje, falamos de diversos assuntos, onde não importa a idade, o local onde nos encontramos ou a sociedade em que vivemos, são sempre actuais e, acima de tudo, até são bons exemplos!.

Cá vão os primeiros!.

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…faça as pazes com o seu passado, arranque-o das cinzas!

..para que ele não estrague o seu presente!.

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…o que os outros pensam de você! 

…não é seu problema!.

 …o tempo cura quase tudo! 

…dê-lhe tempo!.

…não compare a sua vida com a dos outros e, não os julgue! 

…pois você não tem idéia do que é, a sua alegria ou o seu sofrimento!.

…pare de pensar muito! 

…é melhor não saber as respostas, elas vão vir quando você menos espera!.

…ninguém é responsável da sua felicidade! 

…excepto você!.

…sorria sempre! 

…você não é dono de todos os problemas do mundo!.

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Gostaram…, agora mudamos de assunto, analisamos o sistema de governação, que por vezes nos é imposta!

Socialismo!

…você tem duas vacas, dê uma ao seu vizinho!.

Nazismo! 

…você tem duas vacas, dê as duas ao seu governo!.

Fascismo! 

…você pode manter os vacas, o governo tira o leite e vende-o de volta a você!.

Capitalismo! 

…o governo mata uma vaca, tira o leite a outra e derrama-o no esgoto!.

Comunismo! 

…o governo máta-o à fome e, fica com as duas vacas.

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Agora, falamos de novo do dinheiro, que nos falta, não chega até ao fim do mês e, nos trás, às vezes “atarantados”, para não dizer outra coisa!

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O Dinheiro.

Pode comprar uma casa, mas não um lar!

Pode comprar uma cama, mas não o sono!.

Pode comprar um relógio, mas não o tempo!.

Pode comprar um livro, mas não o conhecimento!.

Pode comprar um título, mas não o respeito!.

Pode comprar um médico, mas não a saúde!.

Pode comprar o sangue, mas não a vida!.

Pode comprar o sexo, mas não o amor!.

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E este exemplo, que já vem de séculos e, continua actual!

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…ensine a pessoa a pescar e, ela pode alimentar-se toda a vida!

…dá-lhe um peixe e, e ela vai pedir toda a vida!

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Agora vejam a imaginação deste povo, da terra onde eu nasci, que trago comigo no coração, que uma das últimas decisões, feitas com “peso e medida”, com centenas de treinadores, alguns desempregados, contratou um “seleccionador”, já castigado e usado, que não pode dirigir os jogos da equipa de futebol, que eu tanto gosto de ver na televisão, com aquelas jogadas do Cristiano!

Isto, não será o “inimigo”, que anda por aí a conspirar!, Não, creio que não, é apenas a minha imaginação, esperemos pela primeira derrota da selecção, que oxalá nunca ocorra! Olhem, este povo sofredor, descobriu que o significado da  palavra PORTUGAL, é:

País,

Onde,

Roubar,

Tirar,

Usurpar,

Gamar e,

Aldrabar, é

Legal!!!

…fico triste, mas nada posso fazer, já sou “velho”!

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Agora vejam a televisão, que eu às vezes vejo!

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A televisão de Portugal, que nós felizmente temos acesso por aqui, pagando claro, diz que dá o jogo de futebol tal e, “é mentira”, diz-nos que o homem do banco roubou e, “é mentira”, diz-nos que o dirigente político, trabalhou para aumentar as reformas dos que menos ganham e, “é mentira”, que o Senhor Primeiro Ministro, em tempos trabalhou, não pagando imposto de rendimento e, “é mentira”, acusam Sua Excelência o Senhor Presidente da República Portuguesa, que nunca fez nada pela liberdade e pela democracia e bem estar do povo português, tanto antes como depois do 25 de Abril e, “é mentira”, que houve “falcatrua”, com a compra de uns submarinos e, “é mentira”, que o Benfica, não jogou nada na “Champions” e, “é mentira”, que o Futebol Clube do Porto, nunca foi “roubado” pelos árbitros e, “é mentira”, que o Sporting, não é candidato a ser campeão de Portugal e, “é mentira”!

…porra, tanta “mentira”, não acredito!

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Agora vamos lembrar duas frases que, não só o taberneiro dizia, quando éramos jovens, mas que continua actual!

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…”Queres fiado? Toma!”

A frase é de Zé Povinho, figura criada pelo jornalista e ilustrador Rafael Bordallo Pinheiro em 1875. A caricatura do povo português surgiu pela primeira vez em Junho desse ano, na revista A Lanterna Mágica. Zé Povinho surge a coçar a cabeça, enquanto o então ministro da Fazenda lhe cobra 3 tostões de impostos para o Santo António, representado na sátira pelo então chefe de governo, Fontes Pereira de Melo. Zé Povinho começou por não falar, era desenhado de boca aberta, espantado e conformado com a corrupção no País. Mas depois é desenhado a brandir a frase e a fazer o famoso manguito. 

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…“À grande e à francesa”!

Quando, em 1807, o Rei D. João VI recusou participar no Bloqueio Continental à Inglaterra, exigido por Napoleão Bonaparte, 30 mil soldados franceses passaram a fronteira portuguesa. Ao seu comando vinha o general Jean-Andoche Junot, antigo embaixador em Portugal e protegido do Imperador francês. Chegado a Lisboa, e Novembro de 1807, tomou o palácio do barão de Quintela, no Chiado e, exigiu um pagamento milionário pela protecção da cidade. Foram 16 contos e 800 mil réis, um valor que permitiu ao general exibir uniformes luxuosos no Teatro de São Carlos e viver como um Rei, nada a que não estivesse habituado, pois Junot, já era famoso em Paris por gastos elevados e dívidas contraídas.

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Como vêem, naquele tempo, já havia pessoas a explorarem outras pessoas e, a experiência de vida ensinou-nos a que, os pobres ajudam-se  uns aos outros, muito raro esperam, ajuda das pessoas mais abastadas!

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Para acabar por hoje, vejam estes bons ensinamentos!

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Companheiros, como vêem, nós também não nos importamos com o tamanho da plateia, é para vocês que escreve-mos, pode ser um, ou um milhão, mas é com muito carinho, dando o que sabemos e, sempre com a intenção, se nada vos transmitimos, pelo menos vos divirta!

Tony Borie, Outubro de 2014.

…o trabalhador emigrante, e o dinheiro!

…o trabalhador emigrante, e o dinheiro!

 

…o Dinheiro!.

…esta é uma pequena “sátira”, a nós Emigrantes, que trabalhamos, trabalhamos, uma vida inteira e, depois, o que amealhámos, talvez compre tudo, menos a saúde, que alguns de nós vamos perdendo! 

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…este pequeno, rectângulo de papel,

controla-me a mim, e a quem chegar,

trabalhei por ele, largando minha pele,

fiquei doente, não me posso curar!

 …queria ser rico, procurando dinheiro,

tirava à saúde, para amealhar,

era noite e dia, no gelo ou braseiro,

fiquei doente, não me posso curar!

 …passei ao lado, da vida vivida,

os filhos cresceram, e foram casar,

queria viver, ser rico na vida,

fiquei doente, não me posso curar!

 …trabalhei, por anos, aforrando dinheiro,

já havia algum, mas não para dar,

aos filhos comprei, um bom mealheiro, 

fiquei doente, não me posso curar!

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…ao Banco eu ia, com o meu “pé de meia”,

todas as semanas, depositar,

aquela quantia, que tinha na ideia,

fiquei doente, não me posso curar!.

 …para quê a ganância, que então sentia,

sempre ir ao Banco, aforrar, aforrar,

como um desgraçado, trabalhar noite e dia,

fiquei doente, não me posso curar!

 …toda essa poupança, amaldiçoada,

não a usei eu, ou quem a devia usar,

os filhos viveram, quase sem nada,

fiquei doente, não me posso curar! 

 …no meu pensamento, o dinheiro primeiro,

aforrando sempre, sem nunca gastar,

o maldito Banco, com o meu dinheiro, 

fiquei doente, não me posso curar!.

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…queria dinheiro, ser um homem rico,

mas a saúde, ninguém pode comprar,

caros amigos, com esta me fico, 

fiquei doente, não me posso curar!.

Tony Borie, Outubro de 2014.