…Expedição ao Alaska24 (Dia 13) …Alaskan Expedition24 (Day 13)

…o relógio da nossa “White Fox” (caravana), marcava 7 horas e 34 minutos da manhã quando abandonámos a pequena cidade de Valdez rumo ao norte!. Eventualmente, a luz do sol desapareceu e as montanhas pararam de brilhar com as suas cores brilhantes e…, para tornar a viagem com um pouco mais de aventura, aquele céu que no dia anterior estava simplesmente mágico desapareceu, e o tempo chuvoso chegou!. 

…the clock of our “White Fox” (caravan), showed 7 hours and 34 minutes in the morning when we left the small city of Valdez heading north!. Eventually, the sunlight disappeared and the mountains stopped shining with their brilliant colors and…, to make the trip a little more adventurous, that sky that was simply magical the day before disappeared, and the rainy weather arrived!. 

…no entanto, mesmo com o céu a desintegrar-se, havia que prosseguir rumo ao norte, pelo menos até à cidade de Fairbanks!. Escolhemos a rota do Oleoduto Trans-Alaska que quase nos acompanhou a cada subida, descida ou curva da estrada, revelando-nos a imensidão da paisagem,  nas encostas, os abetos escuros retorcendo-se no meio de alguns álamos verdes aqui e ali, mostrando vestígios de incêndios ou secas de verão!.

…however, even with the sky disintegrating, we had to continue heading north, at least to the city of Fairbanks!. We chose the route of the Trans-Alaska Pipeline, which almost followed us at every climb, descent or bend in the road, revealing to us the immensity of the landscape, on the hillsides, the dark fir trees twisting amidst a few green aspen trees here and there, showing traces of fires or summer droughts!.

…era um pouco da “Tundra do Ártico”, no verdadeiro interior do Alaska, num local a norte deste “calhau” a que chamam planeta Terra, mas é um lugar fascinante e, antes de começar esta longa jornada, não conseguíamos evitar a sensação de que íamos deixar algo que talvez nunca mais iríamos ver, porque experimentar o ártico no seu pico de vida, compreendemos totalmente a sua beleza, mas ao mesmo tempo a sua fragilidade!.

…it was a bit of the “Arctic Tundra”, in the true interior of Alaska, in a place north of this “pebble” that they call planet Earth, but it is a fascinating place and, before starting this long journey, we couldn’t avoid the feeling that we were leaving something that we would perhaps never see again, because experiencing the Arctic at its peak of life, we fully understood its beauty, but at the same time its fragility!.

…chovia com algumas abertas!. Prosseguíamos lentamente, pois a visibilidade era deficiente e a estrada apresentava alguns buracos, até que eventualmente as árvores iam desaparecendo, deixando uma paisagem pintada por plantas, rochas e neve que se estendiam por todo o lado, onde há muitas dezenas de anos atrás, alguns pioneiros na preservação da natureza, exploraram as partes desta cordilheira montanhosa, indo a pé, de barco ou de trenó!.

…it was raining with some open!. We proceeded slowly, as visibility was poor and the road had some holes, until eventually the trees disappeared, leaving a landscape painted by plants, rocks and snow that spread everywhere, where many decades ago, some Pioneers in nature preservation, they explored parts of this mountain range, going on foot, by boat or by sled!.

…é uma estrada acidentada e os serviços são extremamente limitados, mas nós sabíamos ao viajar por aqui, que tínhamos que ser auto-suficientes e bem preparados, porque para aqueles que são atraídos por espaços vazios e exóticos tal como nós, esta rota oferece-nos uma oportunidade incomparável de descobrir um pedaço de deserto ártico e alguma vida selvagem que por aqui existe!. 

…it is a bumpy road and services are extremely limited, but we knew when traveling here that we had to be self-sufficient and well prepared, because for those who are attracted to empty and exotic spaces like us, this route offers- We have an incomparable opportunity to discover a piece of Arctic desert and some of the wildlife that exists here!. 

…íamos parando aqui e ali, passando pelo Lago Paxson, quase coberto de gelo, perto da  pequena cidade com o mesmo nome, onde nos dizem que ainda vivem cerca de uma dúzia de residentes e com algumas cabanas propriedade de pessoas de Fairbanks, que fica lá no norte, ou de outras partes do Alaska!. Entre os residentes durante todo o ano estão os condutores de cães, onde se podem ver e ouvir os canis cheios de cães de trenó, quando por lá parámos!.

…we stopped here and there, passing Lake Paxson, almost covered in ice, near the small town of the same name, where we are told that about a dozen residents still live and with a few cabins owned by people from Fairbanks, which is up north, or from other parts of Alaska! Among the year-round residents are dog drivers, where you can see and hear the kennels full of sled dogs when we stopped there!.

…todo este cenário está no coração do Alaska, onde as florestas estão repletas de vida selvagem, desde o formidável urso pardo a grandes manadas de caribu, tal como vistas espetaculares de paisagens montanhosas, um pouco encobertas pela chuva miudinha que estava caindo nesse momento!. Todo este Interior do Alaska, foi o lar original dos povos atabascanos, mineiros de ouro, agricultores e caçadores de peles que descobriram as riquezas desta região!.

…this entire scenario is in the heart of Alaska, where the forests are full of wildlife, from the formidable grizzly bear to large herds of caribou, as well as spectacular views of mountainous landscapes, somewhat obscured by the light rain that was falling at the time!. This entire Interior of Alaska was the original home of the Athabascan people, gold miners, farmers and fur hunters who discovered the riches of this region!.

…algum tempo depois surge-nos o Lago Summit, também quase coberto de gelo, localizado acima da linha das árvores na encosta sul da Cordilheira do Alaska, a uma altitude de 3.300 pés, alimentado por glaciares que vão derretendo e por vários riachos!. Dizem-nos que este maravilhoso lago tem até 91 m de profundidade e está coberto de gelo até 1,5 m de espessura desde Novembro até meados de Junho!. 

…some time later Summit Lake appears, also almost covered in ice, located above the tree line on the southern slope of the Alaska Range, at an altitude of 3,300 feet, fed by melting glaciers and several streams!. We are told that this wonderful lake is up to 91 m deep and is covered in ice up to 1.5 m thick from November until mid-June!. 

…esta área é conhecida pela corrida anual de esqui e máquinas de neve “Arctic Man Summit Lake Classic”, com a participação de muitos visitantes todos os meses de abril, se o tempo o permitir!. Foi para nós muito gratificante esta passagem pelas montanhas do interior do Alaska!. Valeu a pena!. 

…this area is known for the annual “Arctic Man Summit Lake Classic” ski and snow machine race, attended by many visitors every April, weather permitting!. This trip through the mountains of the interior of Alaska was very rewarding for us!. Worth it!. 

…até que descendo, descendo, chegámos à pequena cidade de Delta Junction, onde as placas de sinalização nos dizem que chegámos ao fim do “Histórico Alaska Highway”, e que está localizada a uma curta distância ao sul da confluência do rio Delta com o rio Tanana!. Andámos por lá e tirámos fotografias, no entanto o Marco Histórico que assiná-la o fim da famosa estrada foi removido para reparação!. No lado sul está o parque da “Sullivan Roadhouse”, onde admirámos entre outras coisas os diversos veículos antigos, que foram utilizados na construção desta hoje famosa estrada!. Também visitámos o Centro de Visitas recebendo valiosa informação!. 

…until down, down, we reached the small town of Delta Junction, where the signposts tell us we have reached the end of the “Historic Alaska Highway”, and which is located a short distance south of the confluence of the Delta River with the Tanana River!. We walked around and took photographs, however the Historical Marker that marked the end of the famous road was removed for repairs! On the south side is the “Sullivan Roadhouse” park, where we admired, among other things, the various old vehicles that were used in the construction of this now famous road!. We also visited the Visitor Center and received valuable information!

…e a nossa aventura rumo ao norte continuava, porque a luz do dia podia prolongar-se até 22 horas ou mais, como tal parámos na pequena cidade de North Pole,  percorrendo a rua principal e entrámos no estabelecimento de vendas do Pai Natal, que é a encarnação moderna de um posto comercial!. É uma paragem agradável para quem viaja na Estrada Richardson em direcção ao norte que olhando à sua esquerda, vê uma figura gigante do Pai Natal!.

…and our adventure heading north continued, because daylight could last up to 10 pm or more, so we stopped in the small town of North Pole, walked along the main street and entered Santa Claus’s sales establishment, which It is the modern incarnation of a trading post! It is a pleasant stop for those traveling on the Richardson Road heading north who, looking to their left, see a giant figure of Santa Claus!.

…sempre rumo ao norte, finalmente chegámos à cidade de Fairbanks!. Aqui, ainda com luz do dia, seguimos em direção a Fox, uma pequena povoação ao norte, onde existe um parque chamado “The Trans Alaska Oil Pipeline”, onde  podemos caminhar até ao Pipeline, admirar a sua dimensão, ver partes do seu actual funcionamento, tocá-lo, ler informação, e tirar fotografias!.  

…always heading north, we finally arrived in the city of Fairbanks!. Here, still with daylight, we head towards Fox, a small town to the north, where there is a park called “The Trans Alaska Oil Pipeline”, where we can walk to the Pipeline, admire its size, see parts of its current operation, touch it, read information, and take photos!.  

…e um pouco ainda mais para norte, havia o famoso “Turtle Club Restaurante”, que também visitámos, e não é necessário ler o “cardápio”, é só olhar para a mesa ao lado e dizer:“quero um igual àquele”, onde nos serviram o maior bife de búfalo que jamais tínhamos visto!. Finalmente regressámos à cidade de Fairbanks onde pernoitámos num parque de RV, onde já tínhamos estado em anos anteriores!.

…and a little further north, there was the famous “Turtle Club Restaurant”, which we also visited, and it is not necessary to read the “menu”, just look at the table next to it and say: “I want one like that”, where we were served the biggest buffalo steak we had ever seen!. Finally we returned to the city of Fairbanks where we spent the night in an RV park, where we had been in previous years!.

Tony Borie

…Expedição ao Alaska24 (Dia 11) …Alaskan Expedition24 (Day 11)

…no pequeno e único parque de RV onde pernoitámos na milha 804, na localidade de Teslin, onde os seus habitantes têm orgulho em dizer que é o lar da primeira nação “Teslin Inland Tlingit First”, uma senhora oriunda do estado de Illinois, que estacionou ao nosso lado não se cansava de nos dizer “vou para o Alaska onde trabalho todos os anos nos meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro, depois regresso a Illinois, à minha terra natal”!.

…in the small and unique RV park where we spent the night at mile 804, in the town of Teslin, where its inhabitants are proud to say that it is home to the “Teslin Inland Tlingit First” nation, a lady from the state of Illinois, who He parked next to us and never tired of telling us “I’m going to Alaska where I work every year in the months of June, July, August and September, then I’m going back to Illinois, to my homeland”!.

…e continuava, “não é só pelo trabalho que ajuda a minha sobrevivência, que para aqui venho, é também pela aventura de viajar pelo “Histórico Alaska Highway” pois é um “zoológico gratuito”, ou mais precisamente…, um safari não guiado, porque os animais estão sempre lá!. São os ursos pretos ou pardos, os alces, os bisontes, as raposas, as ovelhas da montanha, os búfalos, as águias, os veados, os lobos da floresta, as pegas, os castores, os linces, e a lista podia continuar…, que constantemente atravessavam a estrada ou se alimentavam ao redor”!.

…and continued, “it is not only for the work that helps my survival, that I come here, it is also for the adventure of traveling the “Historic Alaska Highway” as it is a “free zoo”, or more precisely…, an unguided safari , because the animals are always there! They constantly crossed the road or fed around it”!.

…era verdade!. Vamos então continuar!.

…Milha 918 – cidade de Whitehorse!. O viajante do “Histórico Alaska Highway”, quando chega à cidade de Whitehorse, pára o seu veículo, abre os braços e diz que, “finalmente chegou à civilização”!. A cidade tem o que normalmente se necessita para a sobrevivência, além de um Centro de Visitas muito funcional, prestando informação com eficiência e, tem sinal de internet!. Nós deambulámos pela cidade e visitámos um barco que nos faz lembrar os primeiros pesquisadores de ouro que apareceram na região nas suas aventuras pelo Rio Yukon!.

…it was true! So let’s continue!

…Mile 918 – city of Whitehorse!. The traveler on the “Historic Alaska Highway”, when he arrives in the city of Whitehorse, in his vehicle, opens his arms and says that, “he has finally arrived at civilization”!. The city has what is normally needed for survival, in addition to a very functional Visitor Center, providing information efficiently and has an internet signal! We wandered around town and visited a boat that reminds us of the first gold searchers who appeared in the region on their adventures along the Yukon River!.

…milha 918 – é uma paisagem antiga a poucos minutos do centro da cidade, que criou um dos locais mais bonitos de Whitehorse!. Quase nove milhões de anos atrás, uma torrente de lava basáltica espalhou-se por uma paisagem pré-glacial criando uma faixa de água azul-turquesa que corre entre as falésias que ainda restam!. As Primeiras Nações usavam este local como acampamento de pesca referindo-se à área como Kwanlin, que significa “água corrente pelo desfiladeiro” e que hoje dá pelo nome de “Canyon City”!. Os garimpeiros da Corrida do Ouro, chamavam de “Grand Canyon” e o usavam como via principal quando viajavam para o norte durante a Corrida do Ouro!. Naquela época, o tráfego pelos rios era tão intenso que a Polícia Montada do Noroeste estabeleceu aqui um posto avançado para verificar os barcos e garantir a segurança de sua viagem!.

…mile 918 – is an ancient landscape just minutes from the city center, which has created one of the most beautiful spots in Whitehorse!. Almost nine million years ago, a torrent of basaltic lava spread across a pre-glacial landscape creating a ribbon of turquoise water that runs between the remaining cliffs!. The First Nations used this location as a fishing camp, referring to the area as Kwanlin, which means “flowing water through the canyon” and which today goes by the name “Canyon City”!. Gold Rush miners called it “Grand Canyon” and used it as a main thoroughfare when traveling north during the Gold Rush!. their trip!. At that time, traffic on the rivers was so intense that the North West Mounted Police established an outpost here to check boats and ensure the safety of their journey!.

…milha 966 – “Historic Canyon Creek Bridge”!. É uma área de descanso onde estão painéis interpretativos sobre a história desta ponte, que também é um local excelente para tirar fotos!. A história diz que, uma corrida ao ouro no Rio Alsek, trouxe uma debandada de mineiros para esta área, onde imediatamente foi construída uma estrada para carroças a partir da cidade de Whitehorse!. De seguida, construíram uma ponte com a madeira das árvores que por ali havia, sobre um riacho que passava naquele desfiladeiro!.    

…mile 966 – “Historic Canyon Creek Bridge”!. It is a rest area where there are interpretive panels about the history of this bridge, which is also an excellent place to take photos! The story goes that a gold rush on the Alsek River brought a stampede of miners to this area, where a wagon road was immediately built from the city of Whitehorse! Then, they built a bridge with wood from the trees that were there, over a stream that passed through that gorge!.

…milha 976 -Cordilheiras de gelo de Kluane!. Viajando na estrada, podemos observar uma vista  impressionante das cordilheiras de gelo nas montanhas e em algumas povoações que vistas de perto nos pareciam abandonadas, assim como algumas aberturas na floresta que nos pareciam pequenos aeroportos, aparecendo aqui e ali ursos, tanto pretos como castanhos, que teimavam em ocupar a estrada!.  

…mile 976 -Kluane Ice Ranges!. Traveling on the road, we can observe an impressive view of the ice ridges in the mountains and some villages that seemed abandoned up close, as well as some openings in the forest that looked like small airports, with bears appearing here and there, both black and brown, who insisted on occupying the road!.

…milha 985 – Haines Junction!. É uma povoação de cruzamento de estradas!. Tem quase todas as facilidades que um viajante de estrada necessita, incluindo sinalização, indicando diversas rotas a seguir!. Indo em direcção ao norte do estado do Alaska mudamos de direção!. Um pouco para norte, as montanhas em redor ainda têm neve, a sua história diz que, por cerca de dois mil anos, as pessoas do sul da Tutchone tiveram campos de caça e, caça sazonais na área da actual Haines Junction!. 

…mile 985 – Haines Junction!. It’s a crossroads village! It has almost all the facilities a road traveler needs, including signage, indicating different routes to follow!. Heading towards the north of the state of Alaska, we changed direction! A little to the north, the surrounding mountains still have snow, their story says that, for about two thousand years, the people of southern Tutchone had hunting grounds and seasonal hunts in the area of ​​present-day Haines Junction!.

…milha 990  (aproximadamente) – “Kluane Ranges”!. Vista maravilhosa a sudoeste da Cordilheira Kluane, coberta de neve com a “Histórica Estrada do Alaska” a seguir paralela à Cordilheira desde a povoação de Haines Junction, apresentando uma corrente quase ininterrupta de montanhas com 8.000 pés de altura, interrompida por apenas alguns grandes vales, cortados pelos “glaciers”!. 

…mile 990 (approximately) – “Kluane Ranges”!. Wonderful view southwest of the snow-capped Kluane Range with the “Historic Alaska Highway” running parallel to the Haines Junction Settlement Range, featuring an almost unbroken chain of 8,000-foot high mountains, interrupted by only a few large valleys, cut by “glaciers”!.

…milha 992 (aproximadamente) – “Parque Nacional de Kluane”!. É uma reserva, no Território de Yukon para os amantes do ar livre, que podem apreciar as maravilhas deste parque!. A sua beleza selvagem é  impressionante fazendo com que o Parque Nacional e Reserva de Kluane, fosse  declarado Património da Humanidade pela UNESCO, no ano de 1979!.  Abriga 17 dos 20 picos mais altos de todo o Canadá, sendo o maior campo de gelo alpino não polar do mundo!. 

…mile 992 (approximately) – “Kluane National Park”!. It is a reserve in the Yukon Territory for outdoor lovers, who can enjoy the wonders of this park!. Its wild beauty is impressive, causing the Kluane National Park and Reserve to be declared a World Heritage Site by UNESCO in 1979!. It is home to 17 of the 20 highest peaks in all of Canada, making it the largest non-polar alpine ice field in the world!.

…milha 1024 (aproximadamente) – Lago Kluane!. A estrada segue a maior parte da fronteira sul do Lago Kluane, oferecendo lindas vistas do lago!. É o maior lago contido inteiramente dentro do Território do Yukon, com aproximadamente 50 milhas de comprimento!. Até ao ano de 2016, foi alimentado pelo A’ay Chu (rio Slims) que era composto por água do degelo do Glaciar Kaskawulsh, localizado dentro do Parque Nacional de Kluane!. Drena para o rio Kluane, cujas águas correm para o rio Donjek, o rio White, o rio Yukon e, por fim, o mar de Bering!. 

…mile 1024 (approximately) – Kluane Lake!. The road follows most of the southern border of Lake Kluane, offering beautiful views of the lake!. It is the largest lake contained entirely within the Yukon Territory, approximately 50 miles long!. Until 2016, it was fed by the A’ay Chu (Slims River) which was composed of meltwater from the Kaskawulsh Glacier, located within Kluane National Park!. It drains into the Kluane River, whose waters flow into the Donjek River, the White River, the Yukon River and finally the Bering Sea!.

…milha 1050 – continuando a nossa jornada rumo ao norte/oeste, fomos cruzando algumas povoações, umas com pequenas lojas com gasolina ou outros artigos de sobrevivência para viajantes, outras única e simplesmente abandonadas!. Entretanto chegámos à povoacão de Destruction Bay!. É uma povoação que por certo nasceu e cresceu ao lado da hoje famosa e “Histórica Alaska Highway” e do Lago Kluane!. É muito popular nos viajantes desta famosa estrada, pois tem onde dormir, fazer refeições e reparação de veículos!.  

…mile 1050 – continuing our journey towards the north/west, we crossed some villages, some with little shops with gasoline or other survival items for travelers, others simply abandoned!. Meanwhile we arrived at the town of Destruction Bay!. It is a town that was certainly born and raised next to the now famous “Historic Alaska Highway” and Kluane Lake!. It is very popular with travelers on this famous road, as it has places to sleep, eat meals and have vehicle repairs!

…milha 1061 – povoação de Burwash Landing!. O local actual de Burwash Landing, foi usado pela primeira vez como um acampamento de verão pelos Southern Tutchone Athabascans, até que um posto de comércio foi construído no início dos anos 1900, pelos irmãos Jacquot. É o lar do Museu Kluane de História Natural e da primeira Nação Kluane e também o lar do maior prato de pesquizar ouro do mundo!.  

…mile 1061Burwash Landing settlement!. The current site of Burwash Landing, was first used as a summer camp by the Southern Tutchone Athabascans, until a trading post was built in the early 1900s by the Jacquot brothers. It is home to the Kluane Museum of Natural History and the first Kluane Nation and also home to the largest gold pan in the world!.

…milha 1167 – povoação de Beaver Creek!. É uma povoação fronteiriça, que se situa próximo da passagem fronteiriça de Alcan-Beaver Creek!. É a comunidade mais ocidental do Canadá e os principais empregadores são a Agência dos Serviços da Fronteira do Canadá!. Uma curiosidade, a Estação da Agência de Serviços da Fronteira do Canadá, é a mais distante do cruzamento de fronteira de qualquer estação aduaneira canadense, a uma distância de 17,8 milhas e, pelo menos até a década de 1990, alguns indivíduos viviam na “terra de ninguém” entre a fronteira e a estação de alfândega!. 

…mile 1167 – Beaver Creek settlement!. It is a frontier village, which is located near the Alcan-Beaver Creek border crossing!. It is the westernmost community in Canada and the main employers are the Canadian Border Services Agency!. Interestingly, the Canada Border Services Agency Station is the furthest from the border crossing of any Canadian customs station, at a distance of 17.8 miles, and at least until the 1990s, some individuals lived at the border crossing. “no man’s land” between the border and the customs station!.

…milha 1186 – Bem-vindo ao Alaska, Canada/USA Internacional Fronteira!. É uma paragem que, não sendo obrigatória, nos merece uma visita, onde se pode admirar os marcos de fronteira, placas indicando a entrada no estado do Alaska, assim como alguma informação e história de ambos os países amigos, e claro, para tirar fotografias!. A Estação de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA será encontrada umas milhas mais à frente, mais propriamente na milha 1222 e, marca oficialmente sua entrada em solo americano!.   

…mile 1186 – Welcome to Alaska, Canada / US International Border!. It is a stop that, although not mandatory, is worth a visit, where you can admire the border markers, signs indicating entry into the state of Alaska, as well as some information and history of both friendly countries, and of course, to take photographs !. The US Customs and Border Protection Station will be found a few miles further on, more precisely at mile 1222 and officially marks your entry into American soil!.

…até à milha 1280 – A estrada em algumas áreas está em melhor estado de conservação ou em reparação, a velocidade é controlada em milhas, existem algumas localidades onde se vende entre outras coisas gasolina medida em galões a um preço mais em conta!. Também podemos parar no Refúgio Nacional da Vida Selvagem da localidade Tetlin, onde os apreciadores de aves se deliciam com a paisagem dinâmica deste já mencionado Refúgio!. 

…up to mile 1280 – The road in some areas is in better condition or undergoing repairs, speed is controlled in miles, there are some locations where gasoline measured in gallons is sold, among other things, at a more affordable price! . We can also stop at the Tetlin National Wildlife Refuge, where bird lovers will delight in the dynamic landscape of this aforementioned refuge!.

…milha 1280 – Cidade de Tok, já no Alaska!. Tok é o lar das boas-vindas não oficial do Alaska!, apelidada de “Capital do Cão de Trenó do Alaska”, ficando perto da fronteira com o Canadá!. Há muito tempo é considerada um paraíso para os viajantes desde a sua fundação em 1942, claro, graças à construção da hoje “Histórica Estrada do Alaska!. O centro de visitantes, assim como restaurantes e parques de RV, são fáceis de encontrar!. Aqui, podemos dizer que, “já chegámos ao Alaska”!. Portanto, vamos andar por aí, e que mais vamos ver?.

…mile 1280 – Town of Tok, now in Alaska!. Tok is home to the unofficial Alaskan Welcome!, nicknamed the “Sled Dog Capital of Alaska”, being close to the Canadian border!. It has long been considered a paradise for travelers since its founding in 1942, thanks of course to the construction of today’s “Historic Alaska Highway!” The visitor center, as well as restaurants and RV parks, are easy to find! Here, we can say that, “we have already arrived in Alaska”! So let’s walk around, and what else will we see?

Tony Borie

…Expedição ao Alaska24 (Dia 10) …Alaskan Expedition24 (Day 10)

…já chegámos ao Território do Yukon!. Hoje foi um dia de estrada!. Era sempre aos zig-zags subidas e descidas com vistas de rios, ribeiros, lagos e montanhas, muitos animais selvagens, principalmente ursos negros!. Contámos mais de duas dezenas!. É o “Histórico Alaska Highway” que adoramos!. Gasolina?. Sim, havia em muitos lugares, não como no passado em que levávamos depósitos extras!.

 …we’ve already reached Yukon Territory!.Today was a day on the road!. It was always zig-zagging ups and downs with views of rivers, streams, lakes and mountains, lots of wild animals, especially black bears!. We counted more than two dozen! It’s the “Historic Alaska Highway” that we love! Gasoline?. Yes, there were in many places, not like in the past when we took extra deposits!.

…viajar pelo hoje lendário e “Histórico Alaska Highway” não é muito complicado, pelo menos para nós, veteranos!. Porquê?. Porque é só uma estrada, e para tornar ainda menos complicado, fomos contando as milhas no contador da nossa “White Fox’ (caravana)!. Assim, sabemos onde estamos quantas milhas já fizemos e quantas nos faltam para chegar ao nosso destino…, que é o Alaska!.

…traveling the legendary and “Historic Alaska Highway” is not very complicated, at least for us veterans!. Why?. Because it’s just a road, and to make it even less complicated, we counted the miles on the meter of our “White Fox” (caravan)!. This way, we know where we are, how many miles we have already covered and how many miles we have left to reach our destination…, which is Alaska!.

..como tal, nas fotos que publicamos para as identificar…, mencionamos apenas o número de milhas percorridas a partir do início, que é a cidade de Dawson Creek!. Então cá vai a lista das povoações e lugares históricos por onde passámos, saindo de Fort Nelson, na província de British Columbia onde pernoitámos num parque de RV, que é aproximadamente na milha 300!.

…as such, in the photos we posted to identity them…, we only mention the number of miles traveled since the beginning, which is the city of Dawson Creek!. So here is the list of towns and historic places that we passed through, leaving Fort Nelson, in the province of British Columbia, where we spent the night in an RV park, which is approximately at mile 300!.

 …milha 375– parámos aqui porque era a primeira civilização que encontrávamos depois de Fort Nelson!. Existem algumas casas e uma placa anunciando um motel com cabines e um campo de campismo, convidando os viajantes a parar e ir caminhar até ao rio que é próximo!. O local é convidativo e tem um poste anunciando a sua localização, dando-nos a ideia de que durante a construção desta hoje histórica estrada foi uma estação de trabalho de engenheiros!. 

…mile 375 – we stopped here because it was the first civilization we encountered after Fort Nelson!. There are some houses and a sign advertising a motel with cabins and a campsite, inviting travelers to stop and go for a walk to the nearby river!. The place is inviting and has a post announcing its location, giving us the idea that during the construction of this now historic road it was an engineers’ work station!.

…milha 392 – nesta área passamos por montanhas com neve e em baixo lagos de água pura!.Estava frio e havia chuviscos, no entanto, o “Stone Mountain Provincial Park” é uma área maravilhosa de deserto montanhoso!. Das curvas na estrada que circundavam as montanhas, podemos admirar um cenário único, com alguns rebanhos de caribus tentando entrar nos lagos que por ali havia!. Era um cenário que só se pode admirar talvez uma vez na vida!.

…mile 392 – in this area we passed through snowy mountains and below lakes of pure water!.It was cold and there was drizzle, however, “Stone Mountain Provincial Park” is a wonderful area of ​​mountainous desert!. From the curves in the road that surround the mountains, we can admire a unique scene, with some herds of caribou trying to enter the lakes that were there!. It was a scene that you can only admire maybe once in your life!.

…milha 422 – durante o nosso percurso, cruzámo-nos com muitas caravanas oriundas dos mais exóticos lugares no mundo, até da Austrália!. Todavia existem muitas histórias de como lugares diferentes receberam seus nomes ao longo desta hoje famosa e histórica estrada e, este pequeno oásis no meio de nada, dá pelo nome de “Pousada Rio Sapo”, quando por volta de 1942, os exércitos canadense e norte-americano estavam ocupados construindo esta estrada!. Tem uma curiosidade, é que no tecto do salão de entrada tem mais de 7.500 chapéus de todo o mundo!.

…mile 422 – during our journey, we came across many caravans coming from the most exotic places in the world, even Australia!. However, there are many stories of how different places received their names along this now famous and historic road, and this little oasis in the middle of nowhere is called “Pousada Rio Sapo”, when around 1942, the Canadian and Northern armies -American were busy building this road!. What’s interesting is that on the ceiling of the entrance hall there are more than 7,500 hats from all over the world!

…milha 431 – foi um pouco antes de entrar na área do “Lago Muncho”, quando as cabras de montanha apareceram na estrada procurando comer algo entre a pedra miúda que aparecia ao lado da estrada numa zona montanhosa!. Eram muitas que iam e vinham sem se preocupar com alguns veículos que transitavam!. 

…mile 431 – it was just before entering the “Muncho Lake” area, when the mountain goats appeared on the road looking to eat something among the small rocks that appeared on the side of the road in a mountainous area!. There were many who came and went without worrying about some vehicles passing by!.

…milha 436 – começamos a ver uma cordilheira de montanhas sem qualquer vegetação, a estrada ia encostada a algumas rochas, começando a descer e prosseguindo junto à água cor de jade!. Chegámos ao “Lago Muncho”, um refúgio perfeito para fazer uma caminhada cénica à beira do lago, com água também pura, vinda da neve acumulada em milhares, talvez milhões de anos, onde existe entre outras coisas, uma boa opção para acampar no “Strawberry Campground”, onde já pernoitámos duas vezes em viagens anteriores e que, pela manhã quando abrimos a porta da caravana, deparamos com um cenário de montanha e lagos que talvez custasse “um milhão de dolares”!.      

…mile 436 – we begin to see a range of mountains without any vegetation, the road leaned against some rocks, starting to descend and continuing along the jade-colored water!. We arrived at “Muncho Lake”, a perfect refuge to take a scenic walk along the lake, with also pure water, coming from the snow accumulated over thousands, perhaps millions of years, where there is, among other things, a good option for camping in the “Strawberry Campground”, where we have already stayed the night twice on previous trips and, in the morning when we opened the caravan door, we found a mountain and lake scenery that perhaps cost “a million dollars”!.

 …milha 477 – reduzindo a velocidade, parámos surpreendidos com a vista da ponte “Lower Liard River”, pairando sobre uma paisagem isolada, imponente e graciosamente simétrica, construída em aço!. É uma das seis “passagens especiais” nesta hoje histórica estrada e é a única ponte suspensa em toda a sua rota!. Os engenheiros decidiram que uma ponte suspensa tinha que ser construída neste local porque as condições do gelo tornavam impossível manter os andaimes temporários necessários por tempo suficiente para construir o tipo usual da normal ponte de extensão de “treliça” em ambos os lados, construídos abaixo e não acima do leito da ponte, tal como as outras que por aqui ainda vão resistindo!.   

…mile 477 – slowing down, we stopped in surprise at the view of the “Lower Liard River” bridge, hovering over an isolated, imposing and gracefully symmetrical landscape, built of steel!. It is one of six “special crossings” on this now historic road and is the only suspension bridge along its entire route!. Engineers decided that a suspension bridge had to be built at this location because ice conditions made it impossible to maintain the necessary temporary scaffolding long enough to build the usual type of normal “truss” span bridge on both sides, built below and not above the bridge bed, just like the others that are still resisting here!.        

 …milha 533 – viajando de caravana, de moto ou até de bicicleta, a beleza  natural que ainda se pode ver por aqui é maravilhosa, tal como estes cavalos selvagens!. Alguns nomes de povoações que nos apareciam, estavam encerradas, casas sem ninguém, árvores e ramagem nascida dentro das casas, mas não deixavam de ter o seu encanto, todavia e continuando, parámos no “Coal River Lodge & RV”, onde se pode podia acampar e comprar gasolina!. 

…mile 533 – traveling by caravan, motorbike or even bicycle, the natural beauty that can still be seen here is wonderful, as are these wild horses!. Some names of towns that appeared to us were closed, houses without anyone, trees and branches growing inside the houses, but they still had their charm, however, and continuing, we stopped at the “Coal River Lodge & RV”, where you could camping and buying gas!.

…até à Milha 550 – a hoje famosa e “Histórica Alaska Highway” tem quase tudo com que a natureza nos contempla!. Tem icebergs, montanhas cobertas de neve por milhar de anos, rios selvagens e lagos perdidos em florestas onde os animais vivem livres da presença humana e, ao longo da estrada, numa área que se estende por mais de 60 milhas existem letreiros avisando que existem muitos rebanhos de búfalos, compostos por machos, fêmeas, bezerros e sub adultos!. Os búfalos velhos, são solitários ou formam pequenos grupos!. 

…up to Mile 550 – the now famous and “Historic Alaska Highway” has almost everything that nature contemplates!. There are icebergs, mountains covered in snow for thousands of years, wild rivers and lakes lost in forests where animals live free from human presence and, along the road, in an area that extends for more than 60 miles, there are signs warning that there are many herds of buffalo, composed of males, females, calves and sub adults!. Old buffaloes are solitary or form small groups!

…milha 573 – viajando em todo o seu percurso nesta hoje histórica estrada, temos a oportunidade de apreciar, algumas planícies, montanhas, “glacieres”, animais e aves selvagens, lagos, rios revoltosos, alguns de água quente, árvores, vistas de montanha que não se tem oportunidade nunca na vida de um ser humano poder ver, tal como ursos que ou atravessam a estrada ou se alimentam ao seu redor, demarcando sempre o seu território!.     

…mile 573 – traveling along its entire route on this now historic road, we have the opportunity to appreciate some plains, mountains, “glaciers”, wild animals and birds, lakes, wild rivers, some with hot water, trees, mountain views that you never have the opportunity in your life for a human being to see, such as bears that either cross the road or feed around it, always demarcating their territory!.

…milha 590 – entretanto, somos Bem-Vindos ao território do Yukon!. Parámos aqui por momentos no histórico lugar de Contact Creek, nome dado pelos soldados do 35.º Regimento do sul e pelo 340.º Regimento do norte, que se encontraram aqui em Setembro de 1942, completando o sector sul da hoje famosa e “Histórica Alaska Highway”!. O Yukon, é um território no noroeste do Canadá, é selvagem, montanhoso e pouco povoado!.    

 …mile 590 – in the meantime, we are Welcome to the Yukon Territory!. We stop here for a moment at the historic site of Contact Creek, named for the soldiers of the southern 35th Regiment and the northern 340th Regiment, who met here in September 1942, completing the southern sector of the now famous “Historic Alaska Highway”!. The Yukon, a territory in northwestern Canada, is wild, mountainous and sparsely populated!.

…milha 635 – chegámos ao Lago Watson, que é uma cidade já no território do Yukon!. Aqui, fomos ver a placa que há sete anos deixámos neste local, assinalando uma das nossas passagens, na atracção turística que dá pelo nome de “Signpost Forest” iniciada no ano de 1942, por um soldado do Exército dos USA que se encontrava doente e trabalhava na hoje famosa “Histórica Estrada do Alaska”, e com saudades da sua cidade natal, colocou um sinal com o  nome de sua cidade natal e a distância!. Tal como nós, outros seguiram o exemplo e a tradição continua até hoje, onde já existem mais de 76,000 sinais de vários tipos que retratam locais em todo o mundo!.

…mile 635 – we arrive at Watson Lake, which is a city already in the Yukon Territory!. Here, we went to see the sign that we left in this place seven years ago, marking one of our passages, in the tourist attraction that goes by the name “Signpost Forest”, started in 1942, by a US Army soldier who was sick and working on the now famous “Historic Alaska Highway”, and missing his hometown, he put up a sign with the name of his hometown and the distance!. Just like us, others followed suit and the tradition continues today, where there are now over 76,000 signs of various types depicting places around the world!.

…milha 804 – Aqui pernoitámos num parque de RV, terminando a nossa aventura por hoje!. Foi na pequena localidade de Teslin, que está situada ao longo do Lago com o mesmo nome e onde no ano de 1903 a Hudson’s Bay Company estabeleceu uma pequena posição comercial, sendo também o lar da primeira nação “Teslin Inland Tlingit First”, tendo assim uma das maiores populações nativas do território do Yukon, de onde parte da sua subsistência gira em torno da caça tradicional, usando por vezes ratoeiras e da pesca!. Parámos antes, num lindo miradouro sobre o lago de Teslin, onde se pode admirar a ponte e a povoação!. 

..mile 804 – We spent the night here at an RV park, ending our adventure for today!. It was in the small town of Teslin, which is located along the Lake of the same name and where in 1903 the Hudson’s Bay Company established a small commercial position, and is also home to the “Teslin Inland Tlingit First” nation, thus having a one of the largest native populations in the Yukon Territory, where part of their subsistence revolves around traditional hunting, sometimes using mousetraps and fishing!. We stopped first, at a beautiful viewpoint over Lake Teslin, where you can admire the bridge and the village!.

Tony Borie

…Expedição ao Alaska24 (Dia 8) …Alaskan Expedition24 (Day 8)

…chegamos à província de Alberta, Canadá, que possui duas grandes cidades, uma é Calgary, a maior cidade e a capital financeira, e a outra, que é Edmonton, a capital política e também industrial!. Alberta possui uma das economias mais fortes e influentes do Canadá, onde as suas quintas abastecem todo o país!. Em outras palavras…, dizem que é a província de Alberta que dá de comer ao Canadá!.

…we arrived in the province of Alberta, Canada, which has two large cities, one is Calgary, the largest city and the financial capital, and the other, which is Edmonton, the political and industrial capital!. Alberta has one of the strongest and most influential economies in Canada, where its farms supply the entire country!. In other words…, they say that it is the province of Alberta that feeds Canada!.

…e nós, pela manhã com um “frio de rachar”, continuámos a nossa rota em direcção ao norte, pela estrada #2, onde íamos cumprindo as novas regras de velocidade, que é de 100 km/h (62 mph), e em áreas urbanas varia de 50 km/h (31 mph) a 100 km/h (62 mph), e já viajando na estrada rápida #1, parámos nos arredores da cidade de Calgary para comprar alguns géneros alimentícios e gasolina, que também se vende ao litro!. 

…and we, in the morning with a “bitter cold”, continued our route towards the north, along road #2, where we were complying with the new speed rules, which are 100 km/h (62 mph), and in urban areas it varies from 50 km/h (31 mph) to 100 km/h (62 mph), and already traveling on fast highway #1, we stopped on the outskirts of the city of Calgary to buy some food and gasoline, which was also sells by the liter!. 

…íamos para oeste, porque o nosso destino era chegar ao “Banff Nacional Parque” na região das “Rocky Mountains”, que é uma reserva de biosfera que se encaixa na fronteira sul com os EUA, onde depois de entrar na estrada #93, que também lhe chamam “Banff-Windermere Parkway” ou “Icefields Parkway”, onde depois de qualquer curva nos aparece um cenário em que temos de parar a nossa “White Fox” (caravana), admirar e tirar fotos!. 

…we were heading west, because our destination was to reach “Banff National Park” in the “Rocky Mountains” region, which is a biosphere reserve that fits on the southern border with the USA, where after entering highway #93, They also call it “Banff-Windermere Parkway” or “Icefields Parkway”, where after every curve a scene appears where we have to stop our “White Fox” (caravan), admire and take photos!. 

…não é só o cenário de montanha, são os Glaciers, os lagos, a neve sobre as rochas, em alguns lugares entrando na água cristalina, as  florestas ou os animais selvagens que nos aparecem constantemente!. Enfim, se pensamos demorar 4 horas para atravessar esta estrada, nem em 8 horas se consegue ver o mínimo!.

…it’s not just the mountain scenery, it’s the glaciers, the lakes, the snow on the rocks, in some places entering the crystal clear water, the forests or the wild animals that constantly appear to us!. Anyway, if we think it will take 4 hours to cross this road, you won’t even be able to see the slightest in 8 hours!

…uma das nossas paragens foi em Lago Louise, a quem deram o nome, em homenagem à princesa Louise Caroline Alberta, a quarta filha da rainha Victoria!. Era assim no passado, tudo o que era importante, levava o nome de reis, rainhas, princesas ou duques!. No entanto, a aldeia era originalmente chamada Laggan, e era uma das várias estações que existem ao longo da rota do “Canadian Railway do Pacífico”!. 

…one of our stops was at Lake Louise, which they named after Princess Louise Caroline Alberta, the fourth daughter of Queen Victoria!. It was like that in the past, everything that was important was named after kings, queens, princesses or dukes! However, the village was originally called Laggan, and was one of several stations that exist along the route of the Canadian Pacific Railway. 

…mas voltando ao Lago Louise, é um dos lagos mais visitados do mundo!. A seu lado está o emblemático hotel  Fairmont Chateau Lake Louise, que é património Mundial da UNESCO e que normalmente aparece em fotos, no cinema, na televisão, revistas ou em livros de romance, sempre rodeado por algumas montanhas, onde se destaca o Victoria Glacier, e claro, o já citado lago com cor esmeralda, cintilante e também majestoso!.  

…but back to Lake Louise, it is one of the most visited lakes in the world!. Next to it is the emblematic Fairmont Chateau Lake Louise hotel, which is a UNESCO World Heritage Site and which normally appears in photos, cinema, television, magazines or romance books, always surrounded by some mountains, where the Victoria Glacier stands out. , and of course, the aforementioned emerald-colored lake, sparkling and also majestic!.

…também passámos pelo Lago Moraine, que fica localizado a algumas  milhas do Lago Louise, que nos oferece uma vista panorâmica do Vale dos Dez Picos!. Esta cena foi retratada no verso das notas de 20 dólares do Canadá, na série de 1969-1979 “Scenes of Canada”!.

…we also passed Moraine Lake, which is located a few miles from Lake Louise, which offers a panoramic view of the Valley of the Ten Peaks!. This scene was depicted on the back of Canadian $20 bills in the 1969-1979 series “Scenes of Canada”!

…seguindo sempre em direção ao norte, através duma região com um cenário de  montanha, onde as florestas são dominadas pelo pinheiro em altitudes mais baixas, com lagos e riachos correndo revoltosos aqui e ali e, se olhar-mos para cima da linha das árvores, admiramos principalmente rochas e gelo, que lá devem de estar talvez à milhares de anos!. 

…heading ever northwards, through a region with mountain scenery, where the forests are dominated by pine at lower altitudes, with lakes and streams running wildly here and there, and if we look up the line From the trees, we admire mainly rocks and ice, which must have been there for perhaps thousands of years!. 

…é constante o aparecimento de mamíferos como o urso pardo, o puma, o alce ou o carneiro selvagem, além de centenas de espécies de aves, que vivem por aqui, naquelas montanhas formadas a partir de rochas sedimentares que foram empurradas para o leste por estratos rochosos mais recentes, entre 80 e 55 milhões de anos atrás, pois talvez nos últimos milhões de anos, as geleiras cobriram a maior parte do parque, mas hoje são encontradas apenas nas encostas das montanhas, embora incluam o “Columbia Icefield”, a maior massa glacial ininterrupta das Montanhas Rochosas, onde a erosão da água e do gelo esculpiu as montanhas nas suas formas atuais!.

…the appearance of mammals such as the brown bear, the puma, the elk or the wild sheep is constant, as well as hundreds of species of birds, which live here, in those mountains formed from sedimentary rocks that were pushed into the east by more recent rock strata, between 80 and 55 million years ago, as perhaps in the last few million years, glaciers covered most of the park, but today they are found only on the mountainsides, although they include the “Columbia Icefield.” , the largest uninterrupted glacial mass in the Rocky Mountains, where water and ice erosion sculpted the mountains into their current forms!.

…wow, wow, wow,… tanta história da natureza para ainda hoje se poder admirar e, quando vimos muitos veículos parados na berma da estrada, é certo que estão apreciando algum animal selvagem, que resolveu atravessar a sua estrada, pois o local é deles, ou então resolveu vir “mostrar-se”!.

…wow, wow, wow,… so much history of nature that you can still admire today and, when we saw many vehicles stopped on the side of the road, it is certain that they are enjoying some wild animal, which decided to cross their road, Because it’s their place, or else they decided to come and “show themselves”!

…continuando, ainda com algum cenário de montanha, entrámos na estrada rápida #16, que acompanha de perto o caminho para norte do país, no mesmo alinhamento da “Canadian National Railway”, que nos levou até perto da cidade de Hinton, ainda na província de Alberta, onde pernoitámos num parque de RV!.

 …continuing, still with some mountain scenery, we entered the fast road #16, which closely follows the route to the north of the country, in the same alignment as the “Canadian National Railway”, which took us close to the city of Hinton, still in province of Alberta, where we spent the night in an RV park!. 

Tony Borie.