…Utah Scenic Byway 279, também conhecida como “Potash Road”!. (…Utah Scenic Byway 279, also known as “Potash Road”)!.

…sempre que passamos próximo do leito do Rio Colorado, não resistimos, temos que percorrer aquela área!. E desta vez, foi uma pequena viajem em fim do dia, pela Utah Scenic Byway 279, também conhecida como Potash Road, que é uma rota impressionante e menos conhecida nos arredores do Moab, Utah, e que nos oferece uma fatia inesquecível do deserto de Utah!. 

…whenever we pass close to the bed of the Colorado River,we can’t resist, we have to travel through that area!. And this time, it was a short trip at the end of the day, along Utah Scenic Byway 279, also known as “Potash Road”,which is an impressive and lesser-known route on the outskirts of Moab, Utah,that offers us an unforgettable slice of the Utahdesert!. 

…este percurso, é um pequeno trecho de aproximadamente 17 milhas, que começa no US Highway 191 e serpenteia ao longo do Rio Colorado, oferecendo vistas espetaculares de imponentes penhascos de rocha vermelha, curvas e formações rochosas únicas!. Num breve resumo, é uma “coisa preciosa”, que ainda está escondida e que combina em beleza natural, significado histórico, geologia, arqueologia, fotografia ou simplesmente num passeio panorâmico!. 

…this route is a short stretch of approximately 17 miles that begins at US Highway 191and winds along the Colorado River, offering spectacular views of towering red rock cliffs, curves and unique rock formations!. In a brief summary, it is a “precious thing”, which is still hidden and which combines natural beauty, historical significance, geology, archeology, photography or simply a panoramic tour!. 

…onde, além de tudo o já mencionado, podemos ainda apreciar uma impressionante coleção de pinturas rupestres pré-históricas, gravadas nas paredes rochosas pelos antigos povos nativos americanos!. Estas imagens fascinantes são visíveis desde a estrada e proporcionam um vislumbre da rica história cultural desta região!. Além disso, imponentes falésias de arenito criam um cenário dramático!.

…where, in addition to everything already mentioned, we can also appreciate an impressive collection of prehistoric cave paintings, engraved on the rock walls by ancient Native American people!. These fascinating images are visible from the road and provide a glimpse into the rich cultural history of this region!. Furthermore, towering sandstone cliffs create a dramatic backdrop!.

…esta estrada foi originalmente construída para atender a uma mina de potássio próxima, mas desde então, tornou-se a favorita principalmente para viajantes tal como nós, que procuram uma alternativa mais tranquila e pitoresca, às estradas mais movimentadas perto dos Parques Nacionais de Arches ou de Canyonlands, de onde regressávamos, e era ao final do dia, razão pela qual as fotos que tentámos tirar não mostram quase nada da beleza da área percorrida!.

…this road was originally built to serve a nearby potash mine, but since then, it has become a favorite especially for travelers like us, who are looking for a quieter and more picturesque alternative to the busier roads nearArches National Parks or Canyonlands, from where we were returning, and it was at the end of the day, which is why the photos we tried to take show almost none of the beauty of the area traveled!.

Tony Borie.

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Estrada do Alaska (Alaska Highway)

…pela manhã, o tempo era de chuva miudinha com algumas abertas e…, o frio ia desaparecendo de acordo como nos íamos aproximando do paralelo 48º, ou seja, do sul!. Como tal, viajando mais uma vez na hoje famosa e “Histórica Alaska Highway”, agora no sentido leste, ou seja, em direção à cidade de Dawson Creek, na província de British Columbia!. Íamos também contando as milhas no contador da nossa “White Fox” (caravana)!.

…in the morning, the weather was light rain with some rain and…, the cold disappeared as we approached the 48th parallel, that is, from the south!. As such, traveling once again on the now famous and “Historic Alaska Highway”, now in an easterly direction, that is, towards the city of Dawson Creek, in the province of British Columbia!. We were also counting the miles on the meter of our “White Fox” (caravan)!.

…as milhas e milhas ia passando e…, o tempo ia melhorando!. Já havia algum sol e algumas nuvens brancas, mesmo raras, que tentavam encobrir um adorável céu azul!. Continuávamos a bendizer a sorte, porque o cenário era magnífico para fotos!. Como tal fomos fotografando as montanhas junto do Lago Kluane!.

…the miles and miles went by and…, the weather got better!. There was already some sun and some white clouds, even rare, that tried to cover up a lovely blue sky!. We continued to bless our luck, because the scenery was magnificent for photos! As such, we photographed the mountains next to Lake Kluane!.

…este é o maior lago localizado inteiramente na província do Yukon, e tem aproximadamente 160 milhas quadradas e 50 milhas de comprimento, sendo até agora alimentado pelo A’ay Chu (rio Slims), que era composto de água do derretimento da montanha de gelo de Kaskawulsh, localizada no Parque Nacional de Kluane, desaguando para o Rio Kluane, cujas águas fluem para o rio Donjek, rio Branco, rio Yukon e eventualmente o mar de Bering!.

…this is the largest lake located entirely in the province of Yukon, and is approximately 160 square miles and 50 miles long, being hitherto fed by the A’ay Chu (Slims River), which was composed of meltwater from the ice mountain of Kaskawulsh, located in Kluane National Park, flowing into the Kluane River, whose waters flow into the Donjek River, White River, Yukon River and eventually the Bering Sea!.

Tony Borie.

…Denali National Park and Preserve, Alaska!.

…a cidade de Fairbanks tinha ficado para trás pelo retrovisor!. Íamos rumo ao sul, agora pela “Parks Highway” (estrada #3), com bom tempo, atravessando algumas pontes sobre rios ou riachos, apreciando um cenário de alguma montanha com longas retas e curvas suaves até ao “Denali National Park and Preserve”!.

…the city of Fairbanks had been behind the rearview mirror!. We were going to the south, now for “Parks Highway” (road #3), with a good time, crossing some bridges on rivers or streams, enjoying a scenario of some mountain with long straight and soft curves to the “Denali National Park and Preserve”!.

…aqui, já em expedições anteriores tínhamos conduzido a nossa “White Fox” (caravana) até onde era autorizado no Parque Denali!. Isto era uma coisa, no entanto viajar para dentro do parque, era outra!. Porquê?. Porque a estrada que nos leva ao Parque Denali é uma das estradas mais bonitas onde provavelmente já viajamos!. Ela mergulha em algumas milhas na natureza selvagem do Alaska e…, ao conseguirmos chegar cada vez mais perto do Grande Denali, ou Monte McKinley,se preferirem, a montanha mais alta dos USA, é quase certo que vamos ter alguns encontros inesquecíveis com a vida selvagem ao longo deste caminho!. 

…here, in previous expeditions we had led our “White Fox” (caravan), as far as it was authorized in Denali Park!. This was one thing, however, traveling into the park, it was another!. Why?. Why the road that takes us to Denali Park is one of the most beautiful roads where we probably already travel!. She plunges into a few miles in the wild of Alaska and…, as we get closer and closer to Greater Denali, or Monte McKinley, if you prefer, the highest mountain of the USA, it is almost certain that we will have some unforgettable meetings with life Wild along this path!.

…então porque razão não o podemos fazer na nossa “White Fox” (caravana)?. Simplesmente porque não nos é permitido!. Após as primeiras 18 ou 20 milhas, a circulação de veículos particulares é restrita!. Para além do Savage River, ou seja, para lá da pequena ponte que o atravessa, aproximadamente na milha 15 ou 16, a estrada é de terra e cascalho, e apenas camionetas aprovadas pelo parque são permitidas!.

…so why can’t we do it in our “White Fox” (caravan)?. Simply because it is not allowed!. After the first 18 or 20 miles, the circulation of private vehicles is restricted!. In addition to the Savage River, that is, beyond the small bridge that crosses it, approximately in mile 15 or 16, the road is of land and gravel, and only van approved by the park are allowed!.

…como tal, vindos do norte e chegamos ao Centro de Visitas do Parque e prontos para o explorar, informaram-nos que para isso era necessário pagar pela viajem, que seria feita em camionetas do parque!. Apesar de na nossa já um pouco avançada idade todos os centavos contam, no entanto, comprámos os bilhetes com todos aqueles descontos permitidos pela idade e…, lá fomos pela estrada que começa ganhando alguma elevação depois de deixar o Centro de Visitas, mergulhando instantaneamente nas profundezas da natureza!. 

…as such, coming from the north and we arrived at the Park Visit Center and ready to explore it, informed us that it was necessary to pay for the trip, which would be made in park!. Although in our already a little advanced age all cents count, however, we bought the tickets with all those discounts allowed by age and…, we went through the road that starts gaining some elevation after leaving the center of visits, diving instantly in depths of nature!.

…e era verdade!. Durante as quase cinco horas de viajem, percorremos parte dos mais de seis milhões de acres de terras selvagens, da montanha mais alta da América do Norte, com cerca de 20.310 pés, cortada ao meio apenas por uma única estrada de terra e cascalho, com mais de 100 milhas de extensão!. Parando aqui e ali, com explicações do condutor/guia, umas vezes dando prioridade aos animais para atravessar a estrada outras atravessando áreas de precipícios ou cruzando pequenos riachos, percorremos vales, montanhas grandes com neve, outras mais pequenas com lindos cenários e ovelhas Dali pastando!. Vimos ursos pardos e negros, lobos, caribus e alces, bem como águias douradas e carecas, e muitas outras formas de vida selvagem, incluindo as já mencionadas ovelhas Dali!. Valeu a pena!.

…and it was true!. During the nearly five hours of travel, we traveled part of the more than six million in the savage lands, from the highest mountain in North America, with about 20,310 feet, cut in half by a single dirt and gravel road, with More than 100 miles of extension!. Stopping here and there, with explanations of the driver/guide, sometimes giving priority to the animals to cross the road other crossing areas or crossing small streams, we travel valleys, large mountains with snow, others smaller with beautiful scenarios and sheep grazing ! We saw brown and black bears, wolves, caribus and alces, as well as gold eagles and bald eagles, and many other wildlife forms, including the aforementioned sheep there!. It was worth it!.

Tony Borie

…Expedição ao Alaska24 (Dia 11) …Alaskan Expedition24 (Day 11)

…no pequeno e único parque de RV onde pernoitámos na milha 804, na localidade de Teslin, onde os seus habitantes têm orgulho em dizer que é o lar da primeira nação “Teslin Inland Tlingit First”, uma senhora oriunda do estado de Illinois, que estacionou ao nosso lado não se cansava de nos dizer “vou para o Alaska onde trabalho todos os anos nos meses de Junho, Julho, Agosto e Setembro, depois regresso a Illinois, à minha terra natal”!.

…in the small and unique RV park where we spent the night at mile 804, in the town of Teslin, where its inhabitants are proud to say that it is home to the “Teslin Inland Tlingit First” nation, a lady from the state of Illinois, who He parked next to us and never tired of telling us “I’m going to Alaska where I work every year in the months of June, July, August and September, then I’m going back to Illinois, to my homeland”!.

…e continuava, “não é só pelo trabalho que ajuda a minha sobrevivência, que para aqui venho, é também pela aventura de viajar pelo “Histórico Alaska Highway” pois é um “zoológico gratuito”, ou mais precisamente…, um safari não guiado, porque os animais estão sempre lá!. São os ursos pretos ou pardos, os alces, os bisontes, as raposas, as ovelhas da montanha, os búfalos, as águias, os veados, os lobos da floresta, as pegas, os castores, os linces, e a lista podia continuar…, que constantemente atravessavam a estrada ou se alimentavam ao redor”!.

…and continued, “it is not only for the work that helps my survival, that I come here, it is also for the adventure of traveling the “Historic Alaska Highway” as it is a “free zoo”, or more precisely…, an unguided safari , because the animals are always there! They constantly crossed the road or fed around it”!.

…era verdade!. Vamos então continuar!.

…Milha 918 – cidade de Whitehorse!. O viajante do “Histórico Alaska Highway”, quando chega à cidade de Whitehorse, pára o seu veículo, abre os braços e diz que, “finalmente chegou à civilização”!. A cidade tem o que normalmente se necessita para a sobrevivência, além de um Centro de Visitas muito funcional, prestando informação com eficiência e, tem sinal de internet!. Nós deambulámos pela cidade e visitámos um barco que nos faz lembrar os primeiros pesquisadores de ouro que apareceram na região nas suas aventuras pelo Rio Yukon!.

…it was true! So let’s continue!

…Mile 918 – city of Whitehorse!. The traveler on the “Historic Alaska Highway”, when he arrives in the city of Whitehorse, in his vehicle, opens his arms and says that, “he has finally arrived at civilization”!. The city has what is normally needed for survival, in addition to a very functional Visitor Center, providing information efficiently and has an internet signal! We wandered around town and visited a boat that reminds us of the first gold searchers who appeared in the region on their adventures along the Yukon River!.

…milha 918 – é uma paisagem antiga a poucos minutos do centro da cidade, que criou um dos locais mais bonitos de Whitehorse!. Quase nove milhões de anos atrás, uma torrente de lava basáltica espalhou-se por uma paisagem pré-glacial criando uma faixa de água azul-turquesa que corre entre as falésias que ainda restam!. As Primeiras Nações usavam este local como acampamento de pesca referindo-se à área como Kwanlin, que significa “água corrente pelo desfiladeiro” e que hoje dá pelo nome de “Canyon City”!. Os garimpeiros da Corrida do Ouro, chamavam de “Grand Canyon” e o usavam como via principal quando viajavam para o norte durante a Corrida do Ouro!. Naquela época, o tráfego pelos rios era tão intenso que a Polícia Montada do Noroeste estabeleceu aqui um posto avançado para verificar os barcos e garantir a segurança de sua viagem!.

…mile 918 – is an ancient landscape just minutes from the city center, which has created one of the most beautiful spots in Whitehorse!. Almost nine million years ago, a torrent of basaltic lava spread across a pre-glacial landscape creating a ribbon of turquoise water that runs between the remaining cliffs!. The First Nations used this location as a fishing camp, referring to the area as Kwanlin, which means “flowing water through the canyon” and which today goes by the name “Canyon City”!. Gold Rush miners called it “Grand Canyon” and used it as a main thoroughfare when traveling north during the Gold Rush!. their trip!. At that time, traffic on the rivers was so intense that the North West Mounted Police established an outpost here to check boats and ensure the safety of their journey!.

…milha 966 – “Historic Canyon Creek Bridge”!. É uma área de descanso onde estão painéis interpretativos sobre a história desta ponte, que também é um local excelente para tirar fotos!. A história diz que, uma corrida ao ouro no Rio Alsek, trouxe uma debandada de mineiros para esta área, onde imediatamente foi construída uma estrada para carroças a partir da cidade de Whitehorse!. De seguida, construíram uma ponte com a madeira das árvores que por ali havia, sobre um riacho que passava naquele desfiladeiro!.    

…mile 966 – “Historic Canyon Creek Bridge”!. It is a rest area where there are interpretive panels about the history of this bridge, which is also an excellent place to take photos! The story goes that a gold rush on the Alsek River brought a stampede of miners to this area, where a wagon road was immediately built from the city of Whitehorse! Then, they built a bridge with wood from the trees that were there, over a stream that passed through that gorge!.

…milha 976 -Cordilheiras de gelo de Kluane!. Viajando na estrada, podemos observar uma vista  impressionante das cordilheiras de gelo nas montanhas e em algumas povoações que vistas de perto nos pareciam abandonadas, assim como algumas aberturas na floresta que nos pareciam pequenos aeroportos, aparecendo aqui e ali ursos, tanto pretos como castanhos, que teimavam em ocupar a estrada!.  

…mile 976 -Kluane Ice Ranges!. Traveling on the road, we can observe an impressive view of the ice ridges in the mountains and some villages that seemed abandoned up close, as well as some openings in the forest that looked like small airports, with bears appearing here and there, both black and brown, who insisted on occupying the road!.

…milha 985 – Haines Junction!. É uma povoação de cruzamento de estradas!. Tem quase todas as facilidades que um viajante de estrada necessita, incluindo sinalização, indicando diversas rotas a seguir!. Indo em direcção ao norte do estado do Alaska mudamos de direção!. Um pouco para norte, as montanhas em redor ainda têm neve, a sua história diz que, por cerca de dois mil anos, as pessoas do sul da Tutchone tiveram campos de caça e, caça sazonais na área da actual Haines Junction!. 

…mile 985 – Haines Junction!. It’s a crossroads village! It has almost all the facilities a road traveler needs, including signage, indicating different routes to follow!. Heading towards the north of the state of Alaska, we changed direction! A little to the north, the surrounding mountains still have snow, their story says that, for about two thousand years, the people of southern Tutchone had hunting grounds and seasonal hunts in the area of ​​present-day Haines Junction!.

…milha 990  (aproximadamente) – “Kluane Ranges”!. Vista maravilhosa a sudoeste da Cordilheira Kluane, coberta de neve com a “Histórica Estrada do Alaska” a seguir paralela à Cordilheira desde a povoação de Haines Junction, apresentando uma corrente quase ininterrupta de montanhas com 8.000 pés de altura, interrompida por apenas alguns grandes vales, cortados pelos “glaciers”!. 

…mile 990 (approximately) – “Kluane Ranges”!. Wonderful view southwest of the snow-capped Kluane Range with the “Historic Alaska Highway” running parallel to the Haines Junction Settlement Range, featuring an almost unbroken chain of 8,000-foot high mountains, interrupted by only a few large valleys, cut by “glaciers”!.

…milha 992 (aproximadamente) – “Parque Nacional de Kluane”!. É uma reserva, no Território de Yukon para os amantes do ar livre, que podem apreciar as maravilhas deste parque!. A sua beleza selvagem é  impressionante fazendo com que o Parque Nacional e Reserva de Kluane, fosse  declarado Património da Humanidade pela UNESCO, no ano de 1979!.  Abriga 17 dos 20 picos mais altos de todo o Canadá, sendo o maior campo de gelo alpino não polar do mundo!. 

…mile 992 (approximately) – “Kluane National Park”!. It is a reserve in the Yukon Territory for outdoor lovers, who can enjoy the wonders of this park!. Its wild beauty is impressive, causing the Kluane National Park and Reserve to be declared a World Heritage Site by UNESCO in 1979!. It is home to 17 of the 20 highest peaks in all of Canada, making it the largest non-polar alpine ice field in the world!.

…milha 1024 (aproximadamente) – Lago Kluane!. A estrada segue a maior parte da fronteira sul do Lago Kluane, oferecendo lindas vistas do lago!. É o maior lago contido inteiramente dentro do Território do Yukon, com aproximadamente 50 milhas de comprimento!. Até ao ano de 2016, foi alimentado pelo A’ay Chu (rio Slims) que era composto por água do degelo do Glaciar Kaskawulsh, localizado dentro do Parque Nacional de Kluane!. Drena para o rio Kluane, cujas águas correm para o rio Donjek, o rio White, o rio Yukon e, por fim, o mar de Bering!. 

…mile 1024 (approximately) – Kluane Lake!. The road follows most of the southern border of Lake Kluane, offering beautiful views of the lake!. It is the largest lake contained entirely within the Yukon Territory, approximately 50 miles long!. Until 2016, it was fed by the A’ay Chu (Slims River) which was composed of meltwater from the Kaskawulsh Glacier, located within Kluane National Park!. It drains into the Kluane River, whose waters flow into the Donjek River, the White River, the Yukon River and finally the Bering Sea!.

…milha 1050 – continuando a nossa jornada rumo ao norte/oeste, fomos cruzando algumas povoações, umas com pequenas lojas com gasolina ou outros artigos de sobrevivência para viajantes, outras única e simplesmente abandonadas!. Entretanto chegámos à povoacão de Destruction Bay!. É uma povoação que por certo nasceu e cresceu ao lado da hoje famosa e “Histórica Alaska Highway” e do Lago Kluane!. É muito popular nos viajantes desta famosa estrada, pois tem onde dormir, fazer refeições e reparação de veículos!.  

…mile 1050 – continuing our journey towards the north/west, we crossed some villages, some with little shops with gasoline or other survival items for travelers, others simply abandoned!. Meanwhile we arrived at the town of Destruction Bay!. It is a town that was certainly born and raised next to the now famous “Historic Alaska Highway” and Kluane Lake!. It is very popular with travelers on this famous road, as it has places to sleep, eat meals and have vehicle repairs!

…milha 1061 – povoação de Burwash Landing!. O local actual de Burwash Landing, foi usado pela primeira vez como um acampamento de verão pelos Southern Tutchone Athabascans, até que um posto de comércio foi construído no início dos anos 1900, pelos irmãos Jacquot. É o lar do Museu Kluane de História Natural e da primeira Nação Kluane e também o lar do maior prato de pesquizar ouro do mundo!.  

…mile 1061Burwash Landing settlement!. The current site of Burwash Landing, was first used as a summer camp by the Southern Tutchone Athabascans, until a trading post was built in the early 1900s by the Jacquot brothers. It is home to the Kluane Museum of Natural History and the first Kluane Nation and also home to the largest gold pan in the world!.

…milha 1167 – povoação de Beaver Creek!. É uma povoação fronteiriça, que se situa próximo da passagem fronteiriça de Alcan-Beaver Creek!. É a comunidade mais ocidental do Canadá e os principais empregadores são a Agência dos Serviços da Fronteira do Canadá!. Uma curiosidade, a Estação da Agência de Serviços da Fronteira do Canadá, é a mais distante do cruzamento de fronteira de qualquer estação aduaneira canadense, a uma distância de 17,8 milhas e, pelo menos até a década de 1990, alguns indivíduos viviam na “terra de ninguém” entre a fronteira e a estação de alfândega!. 

…mile 1167 – Beaver Creek settlement!. It is a frontier village, which is located near the Alcan-Beaver Creek border crossing!. It is the westernmost community in Canada and the main employers are the Canadian Border Services Agency!. Interestingly, the Canada Border Services Agency Station is the furthest from the border crossing of any Canadian customs station, at a distance of 17.8 miles, and at least until the 1990s, some individuals lived at the border crossing. “no man’s land” between the border and the customs station!.

…milha 1186 – Bem-vindo ao Alaska, Canada/USA Internacional Fronteira!. É uma paragem que, não sendo obrigatória, nos merece uma visita, onde se pode admirar os marcos de fronteira, placas indicando a entrada no estado do Alaska, assim como alguma informação e história de ambos os países amigos, e claro, para tirar fotografias!. A Estação de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA será encontrada umas milhas mais à frente, mais propriamente na milha 1222 e, marca oficialmente sua entrada em solo americano!.   

…mile 1186 – Welcome to Alaska, Canada / US International Border!. It is a stop that, although not mandatory, is worth a visit, where you can admire the border markers, signs indicating entry into the state of Alaska, as well as some information and history of both friendly countries, and of course, to take photographs !. The US Customs and Border Protection Station will be found a few miles further on, more precisely at mile 1222 and officially marks your entry into American soil!.

…até à milha 1280 – A estrada em algumas áreas está em melhor estado de conservação ou em reparação, a velocidade é controlada em milhas, existem algumas localidades onde se vende entre outras coisas gasolina medida em galões a um preço mais em conta!. Também podemos parar no Refúgio Nacional da Vida Selvagem da localidade Tetlin, onde os apreciadores de aves se deliciam com a paisagem dinâmica deste já mencionado Refúgio!. 

…up to mile 1280 – The road in some areas is in better condition or undergoing repairs, speed is controlled in miles, there are some locations where gasoline measured in gallons is sold, among other things, at a more affordable price! . We can also stop at the Tetlin National Wildlife Refuge, where bird lovers will delight in the dynamic landscape of this aforementioned refuge!.

…milha 1280 – Cidade de Tok, já no Alaska!. Tok é o lar das boas-vindas não oficial do Alaska!, apelidada de “Capital do Cão de Trenó do Alaska”, ficando perto da fronteira com o Canadá!. Há muito tempo é considerada um paraíso para os viajantes desde a sua fundação em 1942, claro, graças à construção da hoje “Histórica Estrada do Alaska!. O centro de visitantes, assim como restaurantes e parques de RV, são fáceis de encontrar!. Aqui, podemos dizer que, “já chegámos ao Alaska”!. Portanto, vamos andar por aí, e que mais vamos ver?.

…mile 1280 – Town of Tok, now in Alaska!. Tok is home to the unofficial Alaskan Welcome!, nicknamed the “Sled Dog Capital of Alaska”, being close to the Canadian border!. It has long been considered a paradise for travelers since its founding in 1942, thanks of course to the construction of today’s “Historic Alaska Highway!” The visitor center, as well as restaurants and RV parks, are easy to find! Here, we can say that, “we have already arrived in Alaska”! So let’s walk around, and what else will we see?

Tony Borie

…Expedição ao Alaska24 (Dia 10) …Alaskan Expedition24 (Day 10)

…já chegámos ao Território do Yukon!. Hoje foi um dia de estrada!. Era sempre aos zig-zags subidas e descidas com vistas de rios, ribeiros, lagos e montanhas, muitos animais selvagens, principalmente ursos negros!. Contámos mais de duas dezenas!. É o “Histórico Alaska Highway” que adoramos!. Gasolina?. Sim, havia em muitos lugares, não como no passado em que levávamos depósitos extras!.

 …we’ve already reached Yukon Territory!.Today was a day on the road!. It was always zig-zagging ups and downs with views of rivers, streams, lakes and mountains, lots of wild animals, especially black bears!. We counted more than two dozen! It’s the “Historic Alaska Highway” that we love! Gasoline?. Yes, there were in many places, not like in the past when we took extra deposits!.

…viajar pelo hoje lendário e “Histórico Alaska Highway” não é muito complicado, pelo menos para nós, veteranos!. Porquê?. Porque é só uma estrada, e para tornar ainda menos complicado, fomos contando as milhas no contador da nossa “White Fox’ (caravana)!. Assim, sabemos onde estamos quantas milhas já fizemos e quantas nos faltam para chegar ao nosso destino…, que é o Alaska!.

…traveling the legendary and “Historic Alaska Highway” is not very complicated, at least for us veterans!. Why?. Because it’s just a road, and to make it even less complicated, we counted the miles on the meter of our “White Fox” (caravan)!. This way, we know where we are, how many miles we have already covered and how many miles we have left to reach our destination…, which is Alaska!.

..como tal, nas fotos que publicamos para as identificar…, mencionamos apenas o número de milhas percorridas a partir do início, que é a cidade de Dawson Creek!. Então cá vai a lista das povoações e lugares históricos por onde passámos, saindo de Fort Nelson, na província de British Columbia onde pernoitámos num parque de RV, que é aproximadamente na milha 300!.

…as such, in the photos we posted to identity them…, we only mention the number of miles traveled since the beginning, which is the city of Dawson Creek!. So here is the list of towns and historic places that we passed through, leaving Fort Nelson, in the province of British Columbia, where we spent the night in an RV park, which is approximately at mile 300!.

 …milha 375– parámos aqui porque era a primeira civilização que encontrávamos depois de Fort Nelson!. Existem algumas casas e uma placa anunciando um motel com cabines e um campo de campismo, convidando os viajantes a parar e ir caminhar até ao rio que é próximo!. O local é convidativo e tem um poste anunciando a sua localização, dando-nos a ideia de que durante a construção desta hoje histórica estrada foi uma estação de trabalho de engenheiros!. 

…mile 375 – we stopped here because it was the first civilization we encountered after Fort Nelson!. There are some houses and a sign advertising a motel with cabins and a campsite, inviting travelers to stop and go for a walk to the nearby river!. The place is inviting and has a post announcing its location, giving us the idea that during the construction of this now historic road it was an engineers’ work station!.

…milha 392 – nesta área passamos por montanhas com neve e em baixo lagos de água pura!.Estava frio e havia chuviscos, no entanto, o “Stone Mountain Provincial Park” é uma área maravilhosa de deserto montanhoso!. Das curvas na estrada que circundavam as montanhas, podemos admirar um cenário único, com alguns rebanhos de caribus tentando entrar nos lagos que por ali havia!. Era um cenário que só se pode admirar talvez uma vez na vida!.

…mile 392 – in this area we passed through snowy mountains and below lakes of pure water!.It was cold and there was drizzle, however, “Stone Mountain Provincial Park” is a wonderful area of ​​mountainous desert!. From the curves in the road that surround the mountains, we can admire a unique scene, with some herds of caribou trying to enter the lakes that were there!. It was a scene that you can only admire maybe once in your life!.

…milha 422 – durante o nosso percurso, cruzámo-nos com muitas caravanas oriundas dos mais exóticos lugares no mundo, até da Austrália!. Todavia existem muitas histórias de como lugares diferentes receberam seus nomes ao longo desta hoje famosa e histórica estrada e, este pequeno oásis no meio de nada, dá pelo nome de “Pousada Rio Sapo”, quando por volta de 1942, os exércitos canadense e norte-americano estavam ocupados construindo esta estrada!. Tem uma curiosidade, é que no tecto do salão de entrada tem mais de 7.500 chapéus de todo o mundo!.

…mile 422 – during our journey, we came across many caravans coming from the most exotic places in the world, even Australia!. However, there are many stories of how different places received their names along this now famous and historic road, and this little oasis in the middle of nowhere is called “Pousada Rio Sapo”, when around 1942, the Canadian and Northern armies -American were busy building this road!. What’s interesting is that on the ceiling of the entrance hall there are more than 7,500 hats from all over the world!

…milha 431 – foi um pouco antes de entrar na área do “Lago Muncho”, quando as cabras de montanha apareceram na estrada procurando comer algo entre a pedra miúda que aparecia ao lado da estrada numa zona montanhosa!. Eram muitas que iam e vinham sem se preocupar com alguns veículos que transitavam!. 

…mile 431 – it was just before entering the “Muncho Lake” area, when the mountain goats appeared on the road looking to eat something among the small rocks that appeared on the side of the road in a mountainous area!. There were many who came and went without worrying about some vehicles passing by!.

…milha 436 – começamos a ver uma cordilheira de montanhas sem qualquer vegetação, a estrada ia encostada a algumas rochas, começando a descer e prosseguindo junto à água cor de jade!. Chegámos ao “Lago Muncho”, um refúgio perfeito para fazer uma caminhada cénica à beira do lago, com água também pura, vinda da neve acumulada em milhares, talvez milhões de anos, onde existe entre outras coisas, uma boa opção para acampar no “Strawberry Campground”, onde já pernoitámos duas vezes em viagens anteriores e que, pela manhã quando abrimos a porta da caravana, deparamos com um cenário de montanha e lagos que talvez custasse “um milhão de dolares”!.      

…mile 436 – we begin to see a range of mountains without any vegetation, the road leaned against some rocks, starting to descend and continuing along the jade-colored water!. We arrived at “Muncho Lake”, a perfect refuge to take a scenic walk along the lake, with also pure water, coming from the snow accumulated over thousands, perhaps millions of years, where there is, among other things, a good option for camping in the “Strawberry Campground”, where we have already stayed the night twice on previous trips and, in the morning when we opened the caravan door, we found a mountain and lake scenery that perhaps cost “a million dollars”!.

 …milha 477 – reduzindo a velocidade, parámos surpreendidos com a vista da ponte “Lower Liard River”, pairando sobre uma paisagem isolada, imponente e graciosamente simétrica, construída em aço!. É uma das seis “passagens especiais” nesta hoje histórica estrada e é a única ponte suspensa em toda a sua rota!. Os engenheiros decidiram que uma ponte suspensa tinha que ser construída neste local porque as condições do gelo tornavam impossível manter os andaimes temporários necessários por tempo suficiente para construir o tipo usual da normal ponte de extensão de “treliça” em ambos os lados, construídos abaixo e não acima do leito da ponte, tal como as outras que por aqui ainda vão resistindo!.   

…mile 477 – slowing down, we stopped in surprise at the view of the “Lower Liard River” bridge, hovering over an isolated, imposing and gracefully symmetrical landscape, built of steel!. It is one of six “special crossings” on this now historic road and is the only suspension bridge along its entire route!. Engineers decided that a suspension bridge had to be built at this location because ice conditions made it impossible to maintain the necessary temporary scaffolding long enough to build the usual type of normal “truss” span bridge on both sides, built below and not above the bridge bed, just like the others that are still resisting here!.        

 …milha 533 – viajando de caravana, de moto ou até de bicicleta, a beleza  natural que ainda se pode ver por aqui é maravilhosa, tal como estes cavalos selvagens!. Alguns nomes de povoações que nos apareciam, estavam encerradas, casas sem ninguém, árvores e ramagem nascida dentro das casas, mas não deixavam de ter o seu encanto, todavia e continuando, parámos no “Coal River Lodge & RV”, onde se pode podia acampar e comprar gasolina!. 

…mile 533 – traveling by caravan, motorbike or even bicycle, the natural beauty that can still be seen here is wonderful, as are these wild horses!. Some names of towns that appeared to us were closed, houses without anyone, trees and branches growing inside the houses, but they still had their charm, however, and continuing, we stopped at the “Coal River Lodge & RV”, where you could camping and buying gas!.

…até à Milha 550 – a hoje famosa e “Histórica Alaska Highway” tem quase tudo com que a natureza nos contempla!. Tem icebergs, montanhas cobertas de neve por milhar de anos, rios selvagens e lagos perdidos em florestas onde os animais vivem livres da presença humana e, ao longo da estrada, numa área que se estende por mais de 60 milhas existem letreiros avisando que existem muitos rebanhos de búfalos, compostos por machos, fêmeas, bezerros e sub adultos!. Os búfalos velhos, são solitários ou formam pequenos grupos!. 

…up to Mile 550 – the now famous and “Historic Alaska Highway” has almost everything that nature contemplates!. There are icebergs, mountains covered in snow for thousands of years, wild rivers and lakes lost in forests where animals live free from human presence and, along the road, in an area that extends for more than 60 miles, there are signs warning that there are many herds of buffalo, composed of males, females, calves and sub adults!. Old buffaloes are solitary or form small groups!

…milha 573 – viajando em todo o seu percurso nesta hoje histórica estrada, temos a oportunidade de apreciar, algumas planícies, montanhas, “glacieres”, animais e aves selvagens, lagos, rios revoltosos, alguns de água quente, árvores, vistas de montanha que não se tem oportunidade nunca na vida de um ser humano poder ver, tal como ursos que ou atravessam a estrada ou se alimentam ao seu redor, demarcando sempre o seu território!.     

…mile 573 – traveling along its entire route on this now historic road, we have the opportunity to appreciate some plains, mountains, “glaciers”, wild animals and birds, lakes, wild rivers, some with hot water, trees, mountain views that you never have the opportunity in your life for a human being to see, such as bears that either cross the road or feed around it, always demarcating their territory!.

…milha 590 – entretanto, somos Bem-Vindos ao território do Yukon!. Parámos aqui por momentos no histórico lugar de Contact Creek, nome dado pelos soldados do 35.º Regimento do sul e pelo 340.º Regimento do norte, que se encontraram aqui em Setembro de 1942, completando o sector sul da hoje famosa e “Histórica Alaska Highway”!. O Yukon, é um território no noroeste do Canadá, é selvagem, montanhoso e pouco povoado!.    

 …mile 590 – in the meantime, we are Welcome to the Yukon Territory!. We stop here for a moment at the historic site of Contact Creek, named for the soldiers of the southern 35th Regiment and the northern 340th Regiment, who met here in September 1942, completing the southern sector of the now famous “Historic Alaska Highway”!. The Yukon, a territory in northwestern Canada, is wild, mountainous and sparsely populated!.

…milha 635 – chegámos ao Lago Watson, que é uma cidade já no território do Yukon!. Aqui, fomos ver a placa que há sete anos deixámos neste local, assinalando uma das nossas passagens, na atracção turística que dá pelo nome de “Signpost Forest” iniciada no ano de 1942, por um soldado do Exército dos USA que se encontrava doente e trabalhava na hoje famosa “Histórica Estrada do Alaska”, e com saudades da sua cidade natal, colocou um sinal com o  nome de sua cidade natal e a distância!. Tal como nós, outros seguiram o exemplo e a tradição continua até hoje, onde já existem mais de 76,000 sinais de vários tipos que retratam locais em todo o mundo!.

…mile 635 – we arrive at Watson Lake, which is a city already in the Yukon Territory!. Here, we went to see the sign that we left in this place seven years ago, marking one of our passages, in the tourist attraction that goes by the name “Signpost Forest”, started in 1942, by a US Army soldier who was sick and working on the now famous “Historic Alaska Highway”, and missing his hometown, he put up a sign with the name of his hometown and the distance!. Just like us, others followed suit and the tradition continues today, where there are now over 76,000 signs of various types depicting places around the world!.

…milha 804 – Aqui pernoitámos num parque de RV, terminando a nossa aventura por hoje!. Foi na pequena localidade de Teslin, que está situada ao longo do Lago com o mesmo nome e onde no ano de 1903 a Hudson’s Bay Company estabeleceu uma pequena posição comercial, sendo também o lar da primeira nação “Teslin Inland Tlingit First”, tendo assim uma das maiores populações nativas do território do Yukon, de onde parte da sua subsistência gira em torno da caça tradicional, usando por vezes ratoeiras e da pesca!. Parámos antes, num lindo miradouro sobre o lago de Teslin, onde se pode admirar a ponte e a povoação!. 

..mile 804 – We spent the night here at an RV park, ending our adventure for today!. It was in the small town of Teslin, which is located along the Lake of the same name and where in 1903 the Hudson’s Bay Company established a small commercial position, and is also home to the “Teslin Inland Tlingit First” nation, thus having a one of the largest native populations in the Yukon Territory, where part of their subsistence revolves around traditional hunting, sometimes using mousetraps and fishing!. We stopped first, at a beautiful viewpoint over Lake Teslin, where you can admire the bridge and the village!.

Tony Borie