…outro tempo! (…another time)!.

…na nossa última publicação dissémos entre outras que, “vamos para sul, porque o mundo é grande e queremos dar-lhe uma boa olhada antes que escureça”!. Porquê?. Porque não queremos chegar ao fim da nossa vida e achar que apenas vivemos o seu comprimento, queremos também ter vivido a sua largura”!.

(…in our last post we said among others that, “let’s go south, because the world is big and we want to take a good look at it before it gets dark!. Why?. Because we don’t want to reach the end of our life and think that we are only living its length, we also want to have lived its breadth”)!

…assim parámos por algum tempo na costa da Carolina do Sul, onde no final do século dezasseis, princípio do século dezassete, a pirataria floresceu, sendo mesmo considerada a “Idade de Ouro da Pirataria” e, a hoje atraente e acolhedora cidade de Charleston, logo se tornou naquela época o principal porto da Carolina do Sul!.

(…so we stopped for a while on the coast of South Carolina, where in the late sixteenth and early seventeenth century piracy flourished, being even considered the “Golden Age of Piracy” and the now attractive and welcoming city of Charleston , soon became at that time the main port of South Carolina)!.

…foi uma região contestada por espanhóis, franceses e ingleses nas guerras, algumas navais, frequentes na época!. Entre os piratas mais notórios que navegavam ao largo da Carolina do Sul estavam o Barba Negra ou o Stede Bonnet, que trouxeram uma frota de quatro navios com cerca de sessenta canhões para bloquear o porto, saqueando bens e espécies!.

(…was a region contested by the Spaniards, French and English in wars, some naval, frequent at the time!. Among the most notorious pirates sailing off South Carolina were the Blackbeard or the Stede Bonnet, who brought in a fleet of four ships with about sixty guns to blockade the harbor, plundering goods and species)!

…as façanhas desses verdadeiros bandidos do mar que então vagueavam pelas ruas de Charleston, alguns também lançaram ataques contra outras aldeias costeiras, onde o governo de então costumava ser fraco e às vezes era chefiado por funcionários corruptos, assim, os “piratas”, iam prosperando num cenário tão incerto e turbulento!. 

(…the exploits of these veritable sea bandits who then roamed the streets of Charleston, some also launched attacks against other coastal villages, where the government then used to be weak and was sometimes headed by corrupt officials, so the “pirates” went thriving in such an uncertain and turbulent scenario)!.

…no crescente comércio de Charleston, tal como em quase todas as então colónias, os comerciantes estavam acostumados a lidar com contrabandistas, portanto, recebiam com prazer os produtos baratos e as espécies que os “piratas“ traziam e hoje, mesmo não tendo nada a ver com a história, nós, cidadãos normais e curiosos que simplesmente queríamos visitar a cidade, sofremos no corpo e na alma o preço elevado, (quase o dobro) pago por uma noite num hotel nos subúrdios da cidade, entre outras!.

(…in Charleston’s growing trade, as in almost all the colonies then, merchants were used to dealing with smugglers, so they welcomed the cheap goods and species that the “pirates” brought and today, even though they had nothing to to see with history, we, normal and curious citizens who simply wanted to visit the city, suffered in body and soul the high price (almost double) paid for a night in a hotel in the suburbs of the city, among others)!.

…este último “desabafo”, não tem mesmo nada a ver com as cidades ou locais por onde andámos onde as pessoas eram acolhedores e em algumas áreas mantêm as ruas, casas ou monumentos tal como naquela época, portanto atraentes aos nossos olhos, lembrando-nos a sua história mas, damos como exemplo que pagámos $9.00 para entrar na ilha de Sea Pines, $4.50 para subir ao farol de Harbour Town, com apenas 114 degraus e, pagámos $2.00 por um simples carimbo no nosso livro que marca as paragens em lugares históricos que visitamos, o que em normais situações e em outros locais, nós cidadãos reformados…, era de graça!.

(…this last “outburst”, has nothing to do with the cities or places we went to where people were welcoming and in some areas they keep the streets, houses or monuments as they were at that time, therefore attractive to our eyes, reminding us Let’s give us its story, but for example, we paid $9.00 to enter the island of Sea Pines, $4.50 to climb the Harbor Town lighthouse, with just 114 steps, and we paid $2.00 for a simple stamp in our book that marks stops in places historical events that we visited, which in normal situations and elsewhere, we reformed citizens…, was free)!.

…claro, tudo isto nada tem a ver com “piratas”, mas talvez ainda os haja!. Sim, é muito provável!.

(…of course, all this has nothing to do with “pirates”, but maybe there is still them!. Yes, it is very likely)!.

Tony Borie, Século XXI. (Tony Borie, 21st Century.)

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