…”Ah, what the hell”!.

…”Ah, what the hell”!.

2

…Ah, what the hell!.

Ontem fiz anos,

Desliguei mais um, 

Na linha da vida,

Deveria de estar 

Talvez, deprimido,

Pois, 

Mais perto do fim, 

Está minha vida!.

 Mas, 

Tive bom tempo, 

Esposa e amigos,

Tive “Good Time”

Os filhos do norte, 

Também me chamaram,

Mostraram os netos,

Via “Face Time”!

 Um lindo bolo, 

Com velas e luzes,

Fui ver a praia,

Onde hei-de acabar,

Hoje, cansado, 

Talvez seja mesmo,

Por tanto viver,

Por ainda cá andar!.

 Hoje, deveria, 

Ficar mais na cama,

Descansar, 

Talvez comer 

Umas sopas de mel,

Mas uma voz,

Na minha cabeça,

Logo me diz:

…Ah, what the hell!.

 

1

Quem não se lembra dos seus dias de anos?

Eu lembro-me do meu dia de anos, quando tinha 13 anos, corria com os meus irmãos, pelas quintas dos vizinhos, às vezes, roubando fruta!.

Quando tinha 21 anos, e os lembrei em cenário de guerra, debaixo de um ataque ao aquartelamento, onde estava estacionado na então província da Guiné, lá em África!.

Quando tinha 25 anos e, contraí matrimónio com a minha esposa Isaura!.

Quando tinha 31 anos e, nasceu o meu filho António Sérgio!.

Quando tinha 37 anos e, nasceu a minha filha Sandy!.

Quando já estava nos “entas”, e o António Sérgio, contraíu matrimónio a sua esposa Kathy!.

Quando já estava nos dois “entas” e, a Sandy, contraíu matrimónio com o seu marido Brian!.

Quando já estava nos “entas”, e nos dois “entas” e, nasceram os meus netos, Cody, Dawson e Anthony Brian!

Agora já vou nos três “entas”!.

…Ah, what the hell!.

…um companheiro, disse:

5

Caro amigo Tony

Dizes à gente que hoje fazes anos. Duvido. Com essa vitalidade toda não deves fazer anos há pelo menos 15.

Com a certeza de que vais continuar com essa pedalada, aqui estou a dar-te os parabéns pelo dia de hoje, tendo a certeza de que vais repetir esta data por imenso tempo, tendo por perto (se longe da vista, perto do coração) aqueles que mais amas, especialmente, esposa, filhos e netos.

Vou tentar acompanhar-te para em cada ano dar o meu testemunho de contentamento.

O camarada e amigo

Carlos Vinhal

…outro companheiro disse:

3

Santos Oliveira.

Terça – feira, Setembro de 2014.

…outro companheiro, disse:

2

Alexandre Bobone

Terca-feira, Setembro 23, de2014.

…outro companheiro, disse:

Aproveito a oportunidade das cheias que abalaram esta região (Lisboa), para te enviar um barco cheio de lembranças deste Portugal.

Espero que tudo corra bem, e que chegue sem sobressaltos a bom porto.

É que leva um abraço grande e votos de felicidade para mais 364 dias.

OK?

Daqui a um ano, voltamos a enviar mensagens.

Felicidades.

José Marcelino Martins

terça-feira, Setembro 23, 2014 12:11:00 da manhã.

…outro companheiro, disse:

Um grande abraço de parabéns, meu caro camarada Tony Borié.
Votos de vida longa e feliz.
Manuel Joaquim

terça-feira, Setembro 23, 2014 1:14:00 da manhã

 …outro companheiro, disse:

Muita sorte, felicidade e saúde para continuares a virar páginas de vida.
Um abraço do Vasconcelos

terça-feira, Setembro 23, 2014 9:45:00 da manhã

 …outro companheiro, disse:

Caro Camarigo Tony Borié,

Muitos parabéns e um dia com tudo de bom.

Muita saúde!

Um grande abraço.

Adriano Moreira

terça-feira, Setembro 23, 2014 10:45:00 da manhã

 …outro companheiro, disse:

Caro Tony

Desejo-te um dia excelente de comemorações felizes.
Com votos de muitos e bons anos, envio-te um abraço de parabéns
JD (José Dinis)

terça-feira, Setembro 23, 2014 10:53:00 da manhã

 …outro companheiro, disse:

Tony, deixo-te aqui um forte abraço de parabéns por mais um aniversário. Espero que te mantenhas em forma para continuar-mos a receber as tuas reportagens dessa aventura por terras dos EU.
Mais uma vez um forte abraço.

César Dias

terça-feira, Setembro 23, 2014 11:24:00 da manhã

 …outro companheiro, disse:

Caro camarada Tony Borié

Apesar de não ter estado muito ‘proactivo’ (como se vai dizendo e é bonito…) ultimamente isso não significa que não acompanhe a tua viagem e os seus relatos. Vai com calma.

Hoje, agora, é simplesmente para te felicitar por mais este aniversário e desejar-te uma longa e saudável vida.

Abraço.
Hélder S.

terça-feira, Setembro 23, 2014 11:47:00 da manhã

…outro companheiro, disse:

Parabéns, Grande Tony! CONGRATULATIONS, my friend!…

Com a pedalada que tu tens e que te vem da Guiné, espero ver-te ainda, aos 100 anos, a completar a volta ao mundo!…

Luís Graça

terça-feira, Setembro 23, 2014 3:21:00 da tarde

 …outro companheiro, disse:

Caro amigo Tony:

Um belo dia de aniversário. Parabéns.

Um abraço.

Manuel Reis

terça-feira, Setembro 23, 2014 3:55:00 da tarde

 …outro companheiro, disse:

Muitos parabens Tony.

Um abraço.

Eduardo Campos

terça-feira, Setembro 23, 2014 4:37:00 da tarde

…outro companheiro, disse:

Um abraço Tony Parabéns e conta muitos

Veríssimo Ferreira

terça-feira, Setembro 23, 2014 6:17:00 da tarde

…outro companheiro, disse:

Grande abraço de parabéns para o meu vizinho do sul…com coca-cola, pois claro!

José Câmara

terça-feira, Setembro 23, 2014 10:00:00 da tarde

…outro companheiro, disse:

Caro Amigo Tony Borié, que tenhas o dia em completa felicidade e em confraternização com aqueles que mais prezas.

Não há satisfação que iguale à de tornar o nosso semelhante feliz.

Com Um Abraço de Parabéns

Arménio Estorninho

terça-feira, Setembro 23, 2014 10:07:00 da tarde

…outro companheiro, disse: 

Que se repitam por muitos anos, Tony!
Manuel Luís Lomba

terça-feira, Setembro 23, 2014 10:45:00 da tarde

…outro companheiro, disse:

Meu Caro Tony

Votos de uma vida longa feliz e com saúde.

Grande abraço de parabéns.

Manuel Carvalho

terça-feira, Setembro 23, 2014 11:22:00 da tarde

…outro companheiro disse:

Tony

Só hoje é que estou a dar os parabéns mas lá diz o ditado “mais vale tarde que nunca”
Sendo assim que tenha passado um dia feliz junto dos teus e que ele se repita por muitos anos.

Recebe um abraço transatlântico

quarta-feira, Setembro 24, 2014 1:47:00 da tarde

Juvenal Amado

…outro companheiro disse:

Oxalá tenhas um bom dia e, se repita por muitos anos , com muita saúde.

Jorge de Almeida e esposa Natércia de Almeida.

Terça-feira, Setembro, 23 de 2014.

…outro companheiro, disse:

Que este dia se repita, junto da tua família e amigos, com saúde.

Manuel Farinha e esposa Mariana Farinha.

Terça – feira, Setembro, 23 de 2014.

…outro companheiro, disse:

Muitos anos, vão aí vir Tónio, e vais ter muita saúde.

Júlio Rodrigues e esposa Emília Rodrigues.

Terca – feira, Setembro 23 de 2014.

Claro, além dos meus filhos, António Sérgio e Sandy, nora Kathy, genro Brian, netos Cody, Dawson e Anthony Brian e, minha esposa Isaura! 

Não posso estar mais feliz, os meus companheiros, da guerra da Guiné, e não só, também não me esqueceram!

…Ah, what the hell!.

Tony Borie, Setembro de 2014.

…o Sonho Americano!

…o Sonho Americano!

americandream-1

Grunge-Flag

…companheiros, hoje vamos contar a história das primeiras pessoas, oriundas da Europa, que chegaram ao espaço continental, que hoje, chamamos os USA!.

Spirit_of_76

…leiam com atenção, pois vão gostar, tal como nas histórias de índios e cowboys, os índios, são sempre os “maus”, neste resumo, os Espanhóis e os Portugueses, algumas vezes, também são os “maus”, mas creio que é somente na história!.

besty-ross-sewing-circle

…pois essa história, também nos diz que ajudaram a construir esta grande nação!

hms-bounty-12-10-29-03

…embora a Espanha, Portugal e a França se tenham movido rapidamente para estabelecer uma presença no Novo Mundo, outros países da Europa, também o fizeram, mas de forma mais lenta. Tudo isto, algumas décadas depois das explorações que John Cabot fez, na tentativa de encontrar possíveis colónias, a que possivelmente, queria chamar inglesas, mas os primeiros esforços foram fracassados, pois havia na altura um pequeno lugar com pessoas, que era a  “Colónia de Roanoke”, que desapareceu por volta do ano de 1590!.

2225409_orig

…no final de 1606, alguns empresários ingleses, partiram com uma carta da “Companhia Virginia de Londres”, para estabelecer uma colónia no Novo Mundo.

Voyage-to-Virginia

…a frota, composta de três navios, chamados, “Susan Constant”, “Discovery” e “Godspeed”, sob o comando do jovem Capitão Christopher Newport, que depois de uma longa viagem, com a  duração de cinco meses, incluindo uma paragem nas ilhas de Puerto Rico, de onde partiram, em 10 de Abril de 1607, para o continente americano.

jamestownfortification

…a expedição desembarcou em 26 de abril de 1607, em um lugar chamado Cape Henry, com ordens para selecionar uma localização com alguma segurança, puseram-se a explorar o que é agora Hampton Roads, em uma saída para a Baía de Chesapeake, a que deram o nome do rio James, em honra de seu Rei James I, da Inglaterra!.

Pirate-Ship-Fantasy-HD-1024x640

…quando jovem, navegou com Sir Francis Drake, no ataque sobre a frota espanhola em Cádiz e, participou na derrota da célebre “Armada Espanhola”, durante a guerra que a Inglaterra teve com a Espanha, onde entre outras coisas, foram apreendidas fortunas, do tesouro Espanhol e Português em batalhas navais, ferozes, nas Índias Ocidentais, como um corsário, a que nós, vulgarmente chamamos “Pirata”, ao serviço da Rainha Elizabeth I, de Inglaterra.

pirates_524437

..este homem do mar, realizou mais ataques a navios Espanhóis e Portugueses, do que qualquer outro corsário Inglês. Depois de liderar os seus homens, a bordo de um navio inimigo ao largo da costa de Cuba, o seu braço direito foi cortado em parte e, como homem de luta, improvisou uma espécie de “gancho”, para substituir a sua mão, que tinha sido cortada durante a batalha, a partir desse momento, começaram a chamar-lhe, um nome parecido com “Capitão Gancho”, e é por esse nome que vamos continuar a identificá-lo, isto, sem qualquer falta de respeito por esta personagem, pois a história da sua vida,  faz parte do “America Dream”!.

8223147_orig.gif

…estamos a falar, do Capitão Christopher Newport, a tal personagem, que comandou a primeira frota de três navios, vinda da Europa e, que foi o  fundador da colónia de Jamestown, no agora estado de Virginia e, que talvez sem saber, iniciou o “sonho americano”, pois foi ele que liderou a frota de colonos que estabeleceu o primeiro assentamento permanente de pessoas vindas da Europa, principalmente ingleses, no Novo Mundo.

jamestown

…foi ele que escolheu o local de Jamestown, levou a exploração inicial de “King James”, que foi negociada pacificamente, tirando a fome aos colonos, com quatro viagens de reabastecimento!.

121029-G-ZZ999-001 - Coast Guard rescues crewmembers aboard HMS

…durante um furacão, naufragou nas ilhas de Bermuda, o Capitão Christopher Newport, a quem, também chamavam o “Capitão Gancho”, como homem audaz, com mais 150 colonos, conseguem construir duas novas embarcações, libertando-se das ilhas, regressando de novo a Jamestown!.

4

…fez algumas longas viagens comerciais para o Extremo Oriente, para a Companhia das Índias Orientais, levando os primeiros embaixadores ingleses para a Pérsia e Índia, lançando assim as bases para a evolução do Império Britânico!.

Era um navegador excelente, severo, mas compreensivo, um grande capitão de mar e, lendário líder de homens.

pirate-ship

…em quase 40 anos viajens de mar, o então Capitão Christopher Newport, desempenhou um papel importante na evolução da Inglaterra, a partir de uma ilha isolada da sociedade, para uma grande potência marítima com a expansão de colônias ultramarinas, que em última análise se tornou o Império Britânico, que durante muitos anos, tomaram conta do mar do Caribe, ele, junto com outros corsários ingleses, foram enriquecendo a monarquia Inglesa, fornecendo assim apoio financeiro para a futura  colonização Inglesa da América do Norte.

IMG_1958

…durante os primeiros cinco anos que foram muito difíceis, ele manteve a colónia, lutando sempre pelo reabastecimento dos colonos, trazendo novos colonos para Jamestown, supervisionou a construção da solução inicial de paliçada, armazém, igreja, e a doca.

jamestown-settlements-660

…com sua capacidade de liderança, conhecimentos de navegação, marinharia, experiência e habilidade para negociar com os índios, ele, por muitas vezes, resgatou a colónia de Jamestown, da extinção. As suas viagens posteriores para as Índias Orientais confirmou a viabilidade da negociação por mar, com o Leste e os grandes lucros comerciais que a Inglaterra poderia esperar destas expedições. A sua viagem para a Índia, lançou as bases para o risco do mar, com a conclusão com êxito da viagem em alguns  navios menores, construídos a partir das ilhas de Bermuda, com madeira de cedro, levou directamente à fundação da colónia de Bermuda, que continua a ser um protectorado britânico até hoje e, um dos os últimos do Império Britânico.

8223147_orig.gif

…uma característica marcante da carreira de sucesso do “Capitão Gancho”, é que ele era um plebeu, com pouca educação formal. Muitos dos primeiros líderes de viagens inglesas de exploração e colonização, eram filhos de famílias inglesas ricas, muitas vezes donos de grandes propriedades, vários destes líderes tiveram educações avançadas, alguns na Universidade de Cambridge, mas o Capitão Christopher Newport, a quem também chamavam “Capitão Gancho”, tinha alguma educação pois uma carta que escreveu ao conde de Salisbury, secretário da “Companhia Virginia de Londres”, indica que ele escrevia bem, usando ornamentos e frases estilistas da época!.

Também temos que realçar o facto, de que o “Capitão Gancho”, foi escolhido para liderar uma grande expedição Inglesa, apesar de sua falta de educação formal ou vantagens de nascimento, é uma prova de sua capacidade de liderança e, ao alto nível de respeito que ele ganhou de todos os empresários de Londres, que desenvolveram a “Companhia da Virgínia”!. Além disso, a sua escolha para liderar as viagens para Virginia, com base em sua experiência e capacidade, em vez do seu estado social, exemplificou a erosão gradual da estrutura social medieval e, a evolução dos valores da Renascença na Inglaterra. Os homens eram cada vez mais escolhidos para posições de liderança, com base nos seus atributos e experiências individuais, em vez de “canudos” e títulos.

A habilidade do “Capitão Gancho”, para lidar com os seus  homens era lendária, na tenra idade de vinte e nove anos, foi nomeado para o posto de capitão, sobrevive quase vinte anos como um “corsário”, comandando homens em batalhas ferozes, principalmente no mar do Caribe e das Índias, contra Espanhóis e Portugueses.

3

…em 1592, o navio do “Capitão Gancho”, no mar das Índias, abordou uma grande nau Portuguesa, ele, sabendo como os marinheiros portugueses eram bons guerreiros, talvez os maiores rivais, pelo menos no mar das Índias, fez um discurso, aos seus homens, que mais tarde ficou famoso, ele disse:  “Marinheiros, chegou o momento que tanto desejáva-mos, podemos aqui terminar os nossos dias, vai ser vida ou morte, vamos com coragem, tomar esta Carraca e, destruir estes nossos rivais portugueses”. Toda a  tripulação que se encontrava a bordo, motivada com as palavras do seu comandante, lutaram com sucesso, e capturaram o navio Português, durante uma longa e sangrenta batalha naval!.

1

…as “Carracas”, eram umas famosas naus Portuguesas!.

old_drawing_mallaca_port

…que por altura do século XV, faziam o “roteiro de Malaca”, eram consideradas umas naus muito avançadas para a época!.

SLARTIFACTS27958

…pois os marinheiros portugueses, andavam encostados à praia, ao longo do Atlantico, nas costas de África e, com estas naus de três mastros, aventuraram-se ao largo do oceano, assim inventaram as “Carracas”,  que era uma fusão com algumas modificações das naus que navegavam encostadas a terra no oceano AtlIantico e também no Mediterrânio. As mais famosas eram a “São Gabriel” e a “Flor do Mar”. Mais tarde vieram umas naus maiores, eram os “Galeões”.

algarve_1780_17_23_5_p1_grande

…dizem que saiam do porto de Lisboa, todos os anos de 3 a 4 “carracas”, com destino a Goa, na então Índia Portuguesa, com alguma prata, para comprarem algodão e outras espécies de especiarias e, também iam até à ao reino de Ming China, comprar seda e, mais tarde com a aquisição de Macau, a coroa Portuguesa começou a enviara “Carracas”, regularmente ao Reino de Ming China e, até ao Japão. Assim sendo, usavam as “Carracas” (ou Naus) que era um tipo de navio utilizado no transporte de mercadorias, referenciado em documentos dos séculos XV e XVI, criado pelos Portugueses especificamente para as viagens oceânicas nas quais as embarcações até então usadas no Mediterrâneo se mostravam incapazes!. As “Carracas”, eram navios de velas redondas e borda alta, e possuíam três mastros. Os primeiros exemplares tinham uma capacidade de 200 a 600 toneladas, mas na época em que os portugueses as utilizaram na carreira da Índia, atingiu valores de 2000 toneladas!.

8223147_orig.gif

…mas continuando com a história do “Capitão Gancho”, uma das principais responsabilidades, já como almirante das viagens a Virginia, foi para disciplinar os homens no seu comando, pois ele parece ter feito isso por meio de eloquência e, claro, por exemplo, em vez de punição física, numa época em que as chicotadas e enforcamentos no mar eram coisa comum, usados por outros capitães de mar, para fazer cumprir suas ordens!.  Também tratava os índios com respeito e, tentou ganhar a sua cooperação através do comércio, ao invés de usar a força física para subjugá-los, por exemplo, ao contrário de John Smith, e outros líderes militares da colónia de Virgínia, ele não atacava os índios, para roubar o abastecimento de alimentos a partir deles, nem escravizava os índios, como os espanhóis haviam feito, rotineiramente na América do Sul e Central!.

Jamestown fort

…os colonos ingleses, na altura, estavam constantemente preocupados com a possibilidade de que os espanhóis iriam atacar as suas vulneráveis colónias!.

1menendez

…esta preocupação, em grande parte era baseada no massacre atroz de colonos “huguenotes franceses”, por soldados espanhóis, ocorrida em 1565, em Fort Caroline, Florida. O massacre foi ordenado por Dom Pedro Menéndez de Avilés, o governador espanhol da Flórida, que fundou a colónia de St. Augustine, hoje uma cidade, aqui mesmo ao norte de onde vivemos, que foi o primeiro assentamento europeu permanente, na América do Norte. Soldados espanhóis surpreenderam os facilmente submetidos colonos “huguenotes” em grande parte desarmados. Os colonos, homens, mulheres e crianças, foram levados em pequenos grupos por trás das dunas de areia, onde cada colono foi atravessado com a espada e deixado para ali, até morrer. Cerca de 350 marinheiros e soldados “huguenotes”, espalhados por uma tempestade prolongada no mar, foram capturados por soldados de Menendez nas praias da Flórida e, também foram mortos atravessados pela espada. Os espanhóis consideravam  os “huguenotes franceses” de ser infiéis, porque não eram católicos, mas políticamente, este massacre tinha a intenção de alertar os outros europeus que o Novo Mundo pertenciam à corôa Espanhola!.

SpanishColonialHistory_clip_image001

…a história conta-nos, que um grupo de “huguenotes”, que praticavam a religião “protestante”, sob a liderança de Jean Ribault em 1562, estabeleceu uma  pequena colónia em Fort Caroline, no ano de 1564, às margens do rio St. Johns, no que hoje é Jacksonville, na Florida!.

Fort_caroline

…a colónia foi a primeira tentativa, de qualquer assentamento europeu permanente, até aos dias de hoje, na parte continental dos Estados Unidos, mas o grupo sobreviveu apenas um curto período de tempo.

800px-Print_entitled_Horribles_cruautes_des_Huguenot_en_France_16th_century

…em setembro de 1565, num ataque contra a nova colónia espanhola em St. Augustine, também na Florida, foi um “tiro que saiu pela culatra”, quando os navios franceses foram atingidas por um grande furacão, quando se preparavam para atacar o acampamento espanhol em Fort Matanzas, também situado, aqui um pouco ao norte de onde vivemos, e que visitamos muitas vezes, pois é um dos locais mais nossos preferidos. Centenas de soldados franceses ficaram presos, rendendo-se às forças espanholas numericamente inferiores, lideradas por Pedro Menendez, que sem qualquer contemplação, procedeu ao massacre dos “huguenotes” indefesos e, os espanhóis dizimaram a guarnição de Fort Caroline.

jamestown-settlements-660

…para evitar um massacre semelhante, os colonos ingleses de 1607, foram aconselhados por ordens seladas da “Companhia da Virgínia”, para construir a sua colónia, mais  para o interior, ao longo de um rio, em vez de ser um posto avançado, talvez na costa da Baía de Chesapeake. As ordens, especificavam que um posto avançado, devia de ser estabelecido na foz do rio, ocupado por olheiros,  “para que quando qualquer frota seja vista, eles poderem vir dar o aviso”. O “Capitão Gancho”, seguindo as ordens da “Companhia da Virgínia”, escolheu um local para a colónia, 40 milhas a montante da Chesapeake Bay, às margens do rio James. Além disso, ele manteve um posto de vigia localizado no que é actualmente, Old Point Confort. Os vigias poderiam aconselhar a colónia de Jamestown da chegada de navios, viajando a pé para Jamestown, mais rápido do que um navio à vela pode navegar rio acima. Ao contrário de alguns líderes da colónia de Virgínia ou das Companhias Mercantis de Londres que estavam principalmente interessados em adquirir a riqueza rapidamente, o “Capitão Gancho”, tornou-se comprometido com o desenvolvimento a longo prazo da colónia de Virgínia. Para atingir esse objectivo, deixou a sua esposa e quatro filhos, durante cinco viagens perigosas através do Atlântico, cada uma com duração de mais de seis meses!.

8223147_orig.gif

…este “corsário”, a que também chamavam o “Capitão Gancho”, cresceu sobre o mar, e continuou no mar a maior parte de sua vida, morrendo no final de uma viagem longa para o Extremo Oriente, na ilha de Java, com idade de cinquenta e cinco anos.

Nma época, onde um homem era identificado por a sua carreira, como carpinteiro, ferreiro ou sacerdote, o Capitão Christopher Newport, mais conhecido por “Capitão Gancho”, foi reconhecido como um marinheiro, um homem do mar e, que talvez sem o saber, iniciou o “American Dream”!.

Tony Borie, Setembro de 2014.

…ao sul do paraíso e, a oeste do inferno!

…ao sul do paraíso e, a oeste do inferno!

77

6

…tinha corpo de atleta, praticava futebol na equipa do “High School”, jogava ténis, no parque, em frente da nossa casa, onde era o responsável pela área de desportos do referido parque, além de trabalhar em “part-time”, num estabelecimento da cidade, entre outras coisas, ajudava a limpar a neve, por altura do inverno e, era um dos estudantes mais populares de “High School”, da cidade, onde na altura viviamos!.

3079_69558104513_3330663_n

…em casa era o nosso “heroi”, era carinhosamente chamado de, António Sérgio, era o “Tony”, como quase todos lhe chamavam e, talvez influenciado, também, entre outras coisas, pelas fotos que via do pai, que foi combatente na guerra colonial, em África, quando os USA, se envolvem na guerra do Golfo, o “Tony”, alista–se no Corpo de Marines dos Estados Unidos.

Scanned Image 2

…a mãe dizia, a chorar, com muita tristeza: “ai, ai, ai, que me vão levar o meu filho, para a guerra”!.

Parris_Island_

…no final de receber rigorosa instrução no,Marine Corps Recruit Depot Parris Island”, que está situado em Port Royal, no estado de Carolina do Sul, próximo da cidade de Beaufort, que é onde os novos Marines, que residem a leste do “Mississippi River”, recebem o seu inicial treino!.

Scanned Image 10

…passando depois a outras bases de instrução!.

800px-US_Navy_051207-N-9698C-032_U.S._Marines_assigned_to_Camp_Pendleton,_practice_rapid_deploy_and_egress_maneuvers_from_a_Combat_Rubber_Inflatable_Craft,_(CRIC),_off_the_coast_of_Southern_California

…e, quando já se encontra como militar qualificado e pronto para combate!.

74359354_10

… é colocado em diferentes partes do globo!.

Scanned Image 12

…passados uns anos e alguma experiência em como as pessoas vivem, se amam, se odeiam, se matam, ou simplesmente tentam sobreviver, termina a sua comissão no Corpo dos Marines e, regressa a sua casa, com “Honor”!.

8120_129221609513_7778259_n

…o pai Tony, foi esperá-lo à Base Militar de San Diego, na California, fazendo a viagem juntos, de regresso, por terra, até New Jersey.

1

…depois de atravessarem uma extensa cordilheira de montanhas, algumas com neve, na California, onde existe alguma vegetação, entram no estado do Arizona, Novo Mexico e parte do Texas, onde, tirando as principais cidades, se pode ver aqui e ali uma pequena vegetação com alguma cor verde, pois a paisagem é seca e  em alguns locais com temperaturas muito altas, onde nada sobrevive a não ser a planta “cactus”, que é considerada, espécie rara e proibida por lei a sua destruição!.

2

…algumas distâncias de uma povoação a outras, era quase duzentos quilómetros, onde praticamente nada havia, a não ser estrada, alguns carros abandonados nas bermas, já com alguma vegetação seca, dentro deles, de uns tantos em tantos quilómetros, vêem-se na berma da estrada, uns tanques em cimento com alguma água, concerteza para emergência, alguns quilómetros depois de entrar no estado do Texas, tudo se começa a modificar, viram grandes manadas de vacas, milhares de animais, que eram constantemente vigiados por alguém de helicóptero, em algumas partes do percursos havia poços de petróleo, em pleno funcionamento, também havia  planícies de verdura, com quilómetros de extensão!.

3

…a cidade de Phoenix no Arizona, é uma grande metrópole no meio de um deserto, Las Cruces, no Novo México, também se destaca no meio de uma área que é seca e quente, sem vegetação, El Paso, é uma cidade fronteiriça, do lado de lá do Rio Grande, é a cidade de Juárez, no México, há uma ponte que cruza o rio, onde para o lado de lá, para o México a saída é livre, mas para o lado de cá, dos Estados Unidos, a entrada é rigorosamente vigiada, com diversos locais de paragem com pedido de documentação e não só, na altura tinha uma grande base militar, que era frequentada por militares que vinham de diversos países para ali frequentarem cursos de especialização, Houston, no mesmo estado, é uma metróple com edifícios gigantes, que se começa ver ao longe a dezenas de quilómetros de distância, Santo Antonio, também no estado do Texas, é uma cidade turística, atravessada pelo rio São Marcos e, com um local histórico de algum relêvo que é a Missão de Santo Antonio de Valero, mais conhecida por Forte Alamo, onde se registou uma importante batalha, que foi motivo de várias películas de Hoolywood. Em Houston, foram ver a NASA Space Center, e comeram bifes de vaca gigantes, assados na lenha, com feijões cozidos, com molho de mel!.

4

…passando a cidade de Houston, a paisagem é diferente, a estrada começa a ter algumas subidas e descidas. A verdura é constante, grandes pastagens, com bastantes vacas com uns cornos bastantes grandes, da raça “Longhorn”, que só se dá no estado do Texas, nos estados de Louisiana e do Alabama, há rios e pântanos, que são atravessados por estradas construídas sobre pilares de cimento e pontes de extensão de muitos quilómetros, nos estados de Tennessee, Virginia, Oeste Virginia e Pennsylvania, há floresta com árvores de diferentes cores, coordilheiras de montanhas, por extensão de centenas e centenas de quilómetros. Dizem que a “Blue Ridge Parkway”, que é o nome que tem a estrada que passa ao lado da auto estrada, é uma das estradas com mais cenário de montanhas dos Estados Unidos.

5

…todas as principais estradas, que atravessam estas montanhas, e com maior movimento de carros e camiões, foram construídas, ao lado de uns pequenos carreiros, onde há muitos anos atrás, transitavam os emigrantes, que chegavam aos portos de Nova Iorque, Boston ou Philadelfia, oriundos da Europa e, que demoravam anos, transitando por esses carreiros, até chegarem aos estados do Sul e Oeste. Dizem que havia casais, que saíam de Boston com três filhos, e chegavam à California com seis!.

   A esses carreiros da montanha, a que chamavam “Appalachian Trail”, feito por esses emigrantes, que viajavam sem mapas, por vezes, só por instinto, ou voltando para trás e procurando outra direccão, para contornarem determinada ravina, rio ou qualquer outro obstáculo. Hoje, os técnicos, com toda a aparelhagem moderna, aviões para verem do ar, não encontraram outra área melhor, mais directa e curta entre dois pontos, para construirem as estradas, do que esses pioneiros, ainda hoje, seguem a mesma direcção ao lado da “Appalachian Trail”, por milhares de quilómetros!. Que sabedoria tinham esses pioneiros!.

8120_132192719513_3982507_n

…e agora, a mãe dizia, a chorar de alegria: “ai, ai, ai, o meu filho, já veio da guerra”!.

Tony Borie, Setembro de 2014.

 

…a fé por vezes, ajuda!.

…a fé por vezes, ajuda!.

gfd

0987

…o então combatente “Cifra” durante a sua passagem por aquela maldita e horrorosa guerra em África, tinha um diário que uma madrinha de guerra lhe ofereceu, onde a certa altura começou a apontar algumas datas com acontecimentos dignos de algum registo e, é desse diário que vai escrevendo algumas memórias!.

3

…hoje, passado quase meio século, ao ler algumas passagens, revolta-se, sofre, ao recordar os companheiros, alguns, que lá ficaram para sempre, mas recolhe-se num silêncio profundo, que o ajuda a passar por essa fase, menos feliz!.

18

…naquele tempo, era jovem e, em Portugal, tinha sido treinado para se saber defender e, também para saber matar, com eficácia, rápido, com, ou sem dor!.

21

…quando o Movimento Nacional Feminino, que era uma organização, que tentava ajudar “moralmente”, os militares em zona de combate, oferecendo, entre outros objectos,  imagens de Nossa Senhora de Fátima, que eram parecidas com cartas de jogar, os militares usavam-nas no seu capacete, (alguns até tinham essa imagem tatuada em várias partes do seu corpo, com maior incidência   nos braços), principalmente quando saíam para combate, ou seja, o que se dizia na gíria, “para o mato”!.

151

…se lhes perguntassem porquê o faziam, respondiam, “que era uma fé”!. Mas vamos continuar, algumas páginas desse diário, dizem, no dia tal, à hora tal, uma “praga de mosquitos”, blá, blá, blá, noutra página diz, houve um ataque ao aquartelamento às quatro da madrugada, blá, blá, blá, mas em determinada página diz mais ou menos assim:

4

9

 …saiu do aquartelamento, ainda era noite, um grupo de militares, formado mais ou menos, por duas secções de combate e uns tantos soldados milícias, transportados em viaturas auto, que foram em normal patrulha, que foram deixados, de nove a dez quilómetros do aquartelamento, na estrada, que pouco mais é do que um carreiro, que sai de Mansoa para Bissorã. Tinham por missão, fazer uma normal patrulha de inspecção no terreno, nunca se distanciando muito da referida estrada, vigiando e interrogando pessoas, ou identificando qualquer outra anomalia que achem estranha, tudo isto na região sul da referida estrada, regressando ao aquartelamento a pé. 

13 

…tinham andado uns quilómetros, metendo-se um pouco no mato, e aproximaram-se de uma “bolanha” (terreno alagadiço, onde entre outras coisas, se cultivava arroz), encontrando três homens africanos trabalhando, os militares ficaram desconfiados de não verem mulheres ou crianças, pois normalmente eram elas que trabalhavam na “bolanha”. Os militares, talvez na esperança de pedirem a identificação a esse pessoal, pois essa era uma das suas principais missões, ao aproximarem-se, ainda em terreno seco e com alguma vegetação, a determinado momento foram surpreendidos por uma emboscada que os guerrilheiros tinham montada, do lado de lá da bolanha. Mais tarde houve informações, de que aqueles três estavam a servir de isco para a patrulha se aproximar!.

12

…houve fogo intenso, que durou quase quinze minutos, os militares desesperados consumiram quase todas as suas munições, tanto granadas ofensivas, granadas de morteiro, como balas, havendo somente um ou dois soldados mais receosos, com alguns carregadores ainda com balas!.

8

…passado algum tempo, deixou-se de ouvir o som de tiros, aos poucos levantaram-se, chamaram uns pelos outros e estavam todos, sem um único morto ou qualquer ferimento. Não havia mais sinal de guerrilheiros, nem pessoal a trabalhar na “bolanha”, alguns diziam que viram dois desses trabalhadores a fugirem debaixo de fogo,  feridos e, os militares sem munições, sem mortos ou feridos e, a olharem uns para os outros, ficando com alguma alegria, dentro daquele cenário de guerra. Já tinham comunicado ao aquartelamento pela rádio, durante a emboscada, a situação em que se encontravam, que lhe enviara imediatamente reforços em seu auxílio. Regressaram à estrada sem mais qualquer confronto, pois os guerrilheiros bateram em retirada!.

6

…quando regressaram ao aquartelamento, abraçados, com os olhos vermelhos de chorarem e, ainda com algumas lágrimas, cantavam: 

– “Avé, Avé, Avé Maria!. Foi um milagre de Nossa Senhora! Estamos todos vivos! 

O agora Tony, sempre pensou que foi uma emboscada, onde os militares tiveram única e simplesmente sorte e, os guerrilheiros, talvez ainda sem muita experiência, pois não esperaram que os militares se aproximassem, fizeram fogo durante algum tempo, batendo em seguida em retirada, pois sabiam que estavam perto do aquartelamento e, em seguida viriam reforços. Só não sabiam, com toda a certeza, é que os militares naquela altura estavam à sua mercê, pois não tinham mais munições!

Mas seria só sorte?

Tony Borie, Setembro de 2014.

…amor sim, guerra não!

…amor sim, guerra não!

77

…nesta idade um pouco avançada, que muitos dizem que é de “ouro”, pouco durmo, o relógio marca, duas, três ou quatro da madrugada, tudo é  silêncio em meu redor, menos o ainda “jovem” pensamento, talvez seja o que me resta, “o meu jovem pensamento”!

images-2

…ligo a televisão, queria que houvesse amor!.

bcvdfok

…mas as notícias são de guerra!

a

…fui combatente, ao serviço do exército de Portugal, numa maldita e horrorosa guerra em África, já lá vão quase cinquenta anos, mas claro, o meu pensamento, quando não tem mais nada em que pensar, volta à guerra, tal como quando lá andava, cheio de medo, aos tiros, metido na lama ou dentro do arame farpado, voltava sempre para Portugal!.

bn

…fui combatente e, como já quase todos os meus companheiros sabem, o meu nome de guerra, naquele tempo, era “Cifra” e, agora com uma idade já um pouco “madura”, normalmente quando encontro um companheiro que também por lá andou, a nossa conversação é falar de factos que aconteceram, às vezes até pequenas coisas, simples, sem qualquer significado e, quase que não temos tempo de falar de nós agora, no presente, como vivemos, o que vai no mundo, como controlamos o dinheiro no dia a dia, para que chegue o fim do mês e ainda exista a panela com comida no fogão, pois já não há lareira!.

gfa

…e, alguns de nós, mais previligiados, com a tal idade “madura”, mas ainda por cá andamos, neste mundo, “cada vez, mais cada vez” , ainda temos companheira que nos ajuda a pôr a mesa, com pão, água para alguns, que vivem sobre o control da medicina, ou vinho para outros, no qual ainda me incluo, pois tomo o meu “copito” nos intervalos da medicina e, nos faz companhia!.

g

…em alguns momentos “desesperados”, tal como o combatente “Cifra”!.

ff

…mesmo arrastando-nos, tentando sobreviver, tal como fazia o combatente “Cifra”, nos últimos meses da sua passagem por aquela maldita e horrorosa guerra!.

olkmn

…e, oxalá que no futuro, as pessoas, sobretudo os “líderes”,  se entendam e possam viver juntos, com comida, saúde, paz e amor!.

2

…agora, volta de novo o nosso “jovem” pensamento e, já algum de nós pensou, nem que fosse por momentos quanto custa hoje uma guerra? É cara, muito cara. Em primeiro lugar são as vidas humanas que se perdem, que tal como tudo o que faz parte da natureza, não tem preço, ninguém neste mundo, está qualificado para avaliar uma vida humana, e o principal objectivo de uma guerra é destruir vidas humanas, destruir o inimigo, vencê-lo e, procura-se inventar equipamento de destruição, que quanto mais depressa e em maior quantidade matar vidas humanas, melhor!. Tirando as vidas humanas, que tal como a água e o ar que se respira, entre outras coisas, não têm preço, e até dizem que “para haver paz, tem que haver guerra”, mas vamos pensar, só um bocadinho, no dinheiro que se gasta em equipamento de guerra, portanto para matar e, cujo dinheiro, se fosse aplicado em outras coisas, a diferença que podia fazer. O Tony, não está qualificado para fazer determinados estudos, mas baseando-se no que vê e ouve por aí, fez um apanhado de preços, e vai compartilhá-lo com os seus companheiros, portanto tentem fixar estes preços, que são mais ou menos, depende do mercado, e da localização onde a guerra se desenvolve!.

Fixaram os preços? E, agora vejam se esse dinheiro fosse aplicado em outras coisas, e o Tony, vai colocar um preço alto, como por exemplo:

1

…já repararam nos milhares, talvez milhões de pessoas que teriam melhor vida, melhor educação, melhor protecção médica, se o dinheiro da guerra fosse aplicado nas pessoas!

Isto é só uma comparação, e deve ser tomada com tal, longe do Tony qualquer outra opinião, mas gostava mais de ouvir dizer a mais pessoas, que valeu a pena ter nascido, que valeu a pena a mãe e o pai, terem criado e educado aquela criança com carinho, e não alguns anos depois, ouvir dizer que alguém a treinou para matar, e morreu naquela estúpida guerra!.

Tony Borie, Setembro de 2014.